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30 de outubro de 2018

30 de outubro de 2018 por Manuela Alves comentários
Foram adicionados na estante Nobiliários os 2 tomos de Famílias Bracarenses ou Memórias genealógicas de algumas famílias do Minho e Trás-os-Montes,  disponibilizados em imagens digitais pelo Arquivo Nacional da  Torre do Tombo.

Na folha de rosto do tomo 2  apresenta a seguinte informação: 

Colecção de várias memórias, de algumas famílias das províncias do Minho e Trás os Montes, que são do ilustríssimo senhor Joaquim Queirós, senhor da casa e morgado de Pinheiro, dos Queiroses e Vasconcelos da vila de Amarante trasladadas por mim na cidade de Braga em o ano de 1784 para minha curiosidade.

Procurando mais informação sobre o autor destas memórias manuscritas. encontrei no forum do Geneall  esta informação, datada de  23 Nov 2003 e da autoria de Fernando de Sá Monteiro:

Leonel de Abreu Vasconcelos e Sotomayor foi autor genealógico, conservando-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo três tratados genealógicos, (indicados por Francisco de Vasconcelos numa sua obra “Paço de Sequeiros: uma Casa que completa 600 anos”, in “Arquivo de Ponte de Lima”Vol. VI, 1985, pág. 64, nota 107): “Famílias Bracarenses ou Memórias genealógicas de algumas famílias do Minho e Trás-os-Montes” e “Sequeiros e Pereiras” (manuscritos 21.E.20 e 21 e S. 16, nº 109)

Temos também disponível um ficheiro excel  com os títulos dos dois tomos indexados por página e imagem:
FAMÍLIAS BRACARENSES OU MEMÓRIAS GENEALÓGICAS DE ALGUMAS FAMÍLIAS DO MINHO E TRÁS-OS-MONTES

Publicado inicialmente em 04/03/2015

13 de outubro de 2018

13 de outubro de 2018 por MC Barros comentários

Por Filipe Pinheiro de Campos

Um pai republicano - quase sempre detido pelas ideias revolucionárias -, casado com uma senhora de boas gentes, piedosa e devota, e ele, formado em Coimbra e grande proprietário num concelho do distrito de Santarém, teve quatro filhos. Possivelmente - dizia a minha avó com alguma malícia - nascidos de todas as vezes que o pai teria estado em liberdade, ao que o dito progenitor colocou nomes numa base onomástica claramente republicana. 


A minha bisavó, as tias e as ditas senhoras


A primeira, de nome Liberdade, viria a casar, mas esse enlace cedo se revelou atribulado com frequentes traições do marido; a segunda, por nome Pátria, morreu solteira e quase centenária; a terceira, Democracia, acabou os dias da sua vida num hospital psiquiátrico. O único varão, por nome Portugal, foi exilado político. 

Amigas de colégio e de adultas de minha bisavó paterna, nasceram por volta da década de 90 de Oitocentos tendo eu apenas conhecido a D. Pátria, muito velhinha, encurvada e debilitada mas onde existia algum bom humor.

11 de outubro de 2018

11 de outubro de 2018 por Manuela Alves comentários

Entre as brumas do Passado, uma ascendência inesperada se perspectiva… satisfatoriamente documentada
Retomemos a genealogia que descobrimos na mensagem anterior, a partir de LUÍS MACHADO DE MIRANDA E  CUNHA. com uma breve nota sobre os meus décimos avós.
 
D. MARIA DE MIRANDA, baptizada em 5.6.1621 em S. Paio, Guimarães, tinha casado a primeira vez, em Vermoim- em 5.2.1640  com Pedro de Faria Mariz, filho de João de Almeida Faria e Madalena Mergulhão e desse casamento não houve geração.
MANUEL MACHADO CARMONA , filho bastardo de Francisco Machado Carmona, que instituiu o Morgado dos Machados Carmona de Barcelos, era neto de João Carmona Machado e de sua mulher Catarina de Faria.

Foram meus 11ºS avós TORCATO MACHADO DE MIRANDA II e sua 2ª mulher D. ISABEL DA COSTA DE SÁ, filha de Francisco Vaz de Brito, o Feijoeiro (+1646) e de sua mulher Maria da Costa, neta paterna de Brás Francisco, rico mercador, morador na Rua dos Gatos, e de sua mulher e neta materna de Manuel Nunes, ourives e mercador na Praça do Porto e de sua mulher Inês de Góis.
TORCATO MACHADO DE MRANDA  I,  meu 12º avô,  senhor da Quinta da Breia, casou a primeira vez com MARIA DE AZEVEDO, irmã de Jerónimo Amarante, abade de Santo André de Sobrado, filhos de Jerónimo Amarante de Matosinhos e de sua mulher Joana Gil, como consta do instrumento de quitação de herança. feito pelo abade a seu cunhado Torcato a 27.8.1585 (AMAP: Notarial n.º 61, fls. 154 v. a 155). Casou segunda vez com INÊS DE AZEVEDO, filha de Reinaldo de Azevedo e de sua mulher Margarida de Herédia, no tít.: Azevedos § 45, n.º 23 e de Vila Boas § 31, n.º 14 de Felgueiras Gaio e que foi a minha 12ª avó.
Em 27 Junho 1597,foi apresentado o prazo do Assento de Santa Maria de Vermoim anexa in perpetuum ao Mosteiro de Santa Maria Oliveira, feito em Braga aos 26 Junho por Gaspar Lopes Proença, escrivão da Câmara do Arcebispado no qual consta ser TORCATO MACHADO DE MIRANDA I seu foreiro.
TORCATO MACHADO DE MIRANDA I é 4º filho de CRISTÓVÃO MACHADO DE MIRANDA,  senhor da Quinta da Breia, casado com LUCRÉCIA DA CUNHA GUSMÃO, meus 13ºS avós.  LUCRÉCIA DA CUNHA GUSMÃO é filha de DONA GUIOMAR NUNES DA CUNHA, irmã de Sixto da Cunha,  prior-comendatário do mosteiro de Santa Maria de Oliveira e de seu marido RUI GOMES, tít.: Cunhas § 65, n.º 14, na obra de Gaio.
E com estes meus avós vamos dar um saltinho até terras da Beira e encontrar raízes em gente que deixou pegadas – e que pegadas! – na história de Portugal, quer por bons, quer por maus motivos….
De D. Guiomar Nunes da CUNHA, irmã inteira de Sixto da Cunha ao 2º Senhor de Pombeiro, João Lourenço da Cunha e sua mulher
Um vínculo genealógico directo parece ligar o senhor de Pombeiro, João Lourenço da Cunha, e sua mulher, a famosa e tão detestada “Flor de altura” D. Leonor Teles, a Sixto da Cunha, prior-comendatário do mosteiro de Santa Maria de Oliveira a quem se deve o estabelecimento deste linhagem…de origem beirã em terras de Vermoim, Vila Nova de Famalicão, assim começava uma comunicação do Carlos Silva,num grupo de genealogia, amigo a quem muito devo nas minhas pesquisas genealógicas sobre o meu ramo de Famalicão.
E continuava:  A genealogia proposta por Felgueiras Gaio e por Domingos de Araújo Affonso parece  ser verdadeira, fazendo notar que apenas a ligação de Frei Diogo Alvares da Cunha a Isabel da Cunha, e a ligação de Isabel da Cunha a Inês da Cunha carecem de documentos, indicios, fontes externas, independentes, referências ou datas.
 
Segundo Gayo,  NUNO GONÇALVES DE GUSMÃO foi armado cavaleiro por D.Afonso V  na tomada de Arzila, desconhecendo ele, porém, a sua filiação.
Já o meu 17º avô, FREI DIOGO está bem documentado, pois é conhecido pelos nobiliários, que atestam a sua filiação, e pelos historiadores. As fontes históricas publicadas sobre a Ordem de Cristo no século XV confirmam que era comendador de Castelejo e Castelo Novo e os estudos publicados sobre a presença portuguesa em Marrocos confirmam sua presença em Ceuta entre 1415 e 1437. Em 1438 recebeu 15781 reis de soldo pelo seu serviço em Ceuta. A 19 de maio de 1426 esteve no capítulo geral de sua Ordem em Tomar.
Frei Diogo  é especialmente conhecido dos historiadores dos Descobrimentos por via do seu epitáfio (em S. Francisco da Covilhã) assim transcrito por Braamcamp Freire e outros, e que revela o empenho do Infante D. Henrique o Navegador e de seus homens em intervir nas ilhas Canárias: "Aqui jaz ho muyto honrado Cavaleiro Frey Diegalves da Cunha Comendador que foy de Castelejo e de Castelnovo ho qual foy na tomada de Cepta com o muyto alto e com o muyto excellente e muyto virtuoso Senhor Rey Dom Ioham da boa memoria & foi nas Ilhas de Canaria por mandado do muito honrado principe & muito virtuoso Senhor o Infante D. Henrique seu filho: o qual se finou na Era de 1460 annos."

Era filho de ÁLVARO VAZ DA CUNHA, filho único do 1º casamento de D.LEONOR TELES com JOÃO LOURENÇO DA CUNHA, 2º senhor de Pombeiro, e sua mulher D. BRITES DE MELO
Segundo Fernão Lopes, até à morte de D. Fernando, Álvaro da Cunha teve de usar o apelido Sousa, sendo apresentado na corte como um bastardo do mestre de Cristo, Lopo Dias de Sousa. Só a partir de 1384 recuperou a sua identidade e licença do mestre de Avis para herdar os bens do pai. Esteve ao lado do mestre de Avis na crise de 1383-85, tendo morrido de peste durante o regresso de Ceuta (1415).
LEONOR TELES DE MENESES, sobrinha do influente  João Afonso Telo de Meneses, conde de Barcelos, descendia por seu pai MARTIM AFONSO TELO DE MENESES do rei Fruela II das Astúrias e Leão e, por sua mãe ALDONÇA ANES DE VASCONCELOS, de Teresa Sanches, filha bastarda do rei Sancho I de Portugal.
Ainda muito jovem, Leonor casou com JOÃO LOURENÇO DA CUNHA, filho do 1º senhor de Pombeiro (da Beira, no concelho de Arganil) por doação de D. Afonso IV em 1355, com quem teve um filho, Álvaro da Cunha.
Narra Fernão Lopes Elrei D. Fernando. como era muito costumado de ir ver amiúde a infanta sua irmã, quando viu D. Leonor em sua casa. louçã e aposta e de bom corpo, pero que a de antes houvesse bem conhecida, por então mui afincadamente esguardou suas fermosas feições e graça: entanto que deixada toda benquerença e contentamento que de outra mulher poderia haver, desta se começou a namorar maravilhosamente.     
 João Lourenço da Cunha , ciente da situação, optou por abandonar sua mulher, preferindo o divórcio aos perigos que poderia correr, sujeitando-se à cólera do rei, e refugiou-se em Castela[1].

Assim, depois de anulado o primeiro matrimónio por motivos de consanguinidade, a 15 de Maio de 1372.  casou-se D. Leonor Teles com o rei D. Fernando I de Portugal., em Leça do Balio, às escondidas do Reino.
E como o meu objectivo não é dar-vos uma lição de Historia mas de vos transmitir as minhas memórias das investigações a que me entreguei de alma e coração sobre as nossas raízes familiares em tempos de aposentação, tentando despertar o vosso interesse vou terminar esta breve apresentação da minha 19ª avó, D. Leonor Teles, colocando na sua boca as palavras de uma autora contemporânea que a biografou:


É justo que me apresente. O meu nome é Leonor Teles de Meneses, conhecida por Flor de Altura por aqueles que, feridos pelos meus cantos de sereia, ficaram presos na rede das minhas palavras e da minha beleza. Para as sombras justiceiras que me visitaram nos meus anos de prisão fui a Dama Maldita. Ainda mais cruéis e certeiras, asseguraram-me que ninguém me recordaria no futuro e que se o fizesse me contemplaria debaixo do estigma da desonra. Cumpriram-se os seus presságios. Certo é que fui adúltera, traí, intriguei e até manejei as adagas de outros… era esse o negócio das cortes. O meu rei e marido, D. Fernando I de Portugal, carecia de coragem e ambição. Justo o que sobrava ao meu amado João Fernandes, conde de Andeiro. Tive então que actuar por minha conta e risco e agora é altura de me justificar. Volto pois agora, para vos explicar o porquê do meu destino. Tudo me foi dado. Tudo me foi tirado. É hora da História me fazer justiça. Por isso quis contar a minha verdade. De uma mulher que quis alcançar os céus e acabou por se perder neles. Lisboa, no ano do Senhor de dois mil seis Leonor Teles, Rainha de Portugal [2]
 
[1] Segundo Fernão Lopes, João Lourenço da Cunha foi dos que ajudaram o mestre de Avis (embora de forma ambígua), tendo falecido de doença durante o cerco de Lisboa de 1384.
[2]  Eu, Leonor Teles A Dama Maldita , HIERRO, MARIA PILAR QUERALT,  A Esfera dos Livros
por Manuela Alves comentários

Há cerca de um ano fui confrontada com um surpreendente volte-face na minha genealogia, pelo lado paterno da minha Mãe, ao ler uma Inquirição de Genere  de Bento Machado de Sá Miranda, de Vermoim, Famalicão, datada de 1731.
 Logo nas primeira páginas caiu-me o coração aos pés quando li, preto no branco, que o habilitando era filho de António Machado Tinoco (primeira vez que vi os dois apelidos juntos) e neto paterno de Luís Machado de Miranda e Cunha, natural de Barcelos, residente em Figueiredo e de Catarina Tinoca, natural da Breia, Vermoim.
Há anos que eu tinha como “pai” de António Machado  (simplesmente  Machado) Luís Machado de Miranda, morador na Quinta da Breia, em Vermoim, e um genearca ( como o Carlos Silva apelida o seu parente João da Costa Azevedo, de Valmelhorado, Castelões também meu antepassado, por vias travessas) mas não das suas legítimas mulheres…
 A “poupança” nos apelidos, habitual nos párocos da zona, tinha levado à minha errada atribuição mas, como mais  tarde que nunca, tratei de refazer as pesquisas que me levaram até aos Machados Carmona de  que tinha registos na minha base de dados, sem grandes investigações,  pois não tinha neles interesse directo.
Eis senão quando me dou conta que estava a encontrar nomes conhecidos de outros ramos, mas da linha materna de minha Mãe Concretamente, fui parar a Rafael da Gama de Azevedo, meu 9º avô, filho de Domingos da Gama de Azevedo, natural do Engenho de S. Tiago, termo da Baía e de Maria de Castro Jácome Aranha ( outro Aranha para me assombrar, filha de um lente de Leis de Coimbra, gente fina é outra coisa para arranjar dados)) de Viana do Castelo. A jusante fui parar ao meu tetravô José Pinto Correia de Lacerda, de Sedielos,
 Provavelmente deixarei esta investigação, ainda por completar, para algum descendente meu,  a quem recomendo que previamente leie e medite o soneto do Abade de Jazente (1719-1789), antes de procurar ir além dos genealogistas…Presto-lhes a minha homenagem, mas não sou francamente “atenta, veneradora e muito menos obrigada” 

Segundo episódio   Janeiro de 2018
Como não gosto de ter pedras no sapato, acabei por  deitar mãos à obra  e ir aprofundar mais um pouco estes entrelaçamentos genealógicos…já que há anos andava na peugada do  meu antepassado Rafael da Gama, como puderam ver no primeiro episódio.
 Mas para memória futura e para que os meus descendentes futuros interessados pela genealogia nunca desanimem deixo aqui mais uns pormenores
Assim começava eu um post no fórum do Geneall em Julho de 2012:
 “Procuro informações sobre os antepassados de Maria de Azevedo da Gama, filha de Rafael da Gama (não consigo perceber qual a freguesia de naturalidade no registo de casamento ) que casou em Mesão Frio, Santa Cristina em 16.6.1712, com Manuel Pinto Monteiro.  Eu penso (mas não passa de um palpite) que ela é aparentada com a mulher de Diogo Guedes Osório, que consta da base de dados do Geneall, Ana Maria Pimenta.
 Diogo Guedes Osório foi padrinho da segunda filha do casal Manuel Pinto/Maria de Azevedo, e uma sua filha ilegítima casou com o filho mais velho do mesmo casal. Deixo a ligação para o registo de casamento, na esperança de alguém conseguir decifrar a naturalidade de Rafael da Gama”
 Pude contar com respostas de solícitos confrades mas o resultado saldou-se na decifração da naturalidade  Vetorino  e de uma preciosa lição sobre a sua grafia antiga Vitorino, ficando a duvida se seria das Donas ou de Piães, ambas localidades de Ponte de Lima e na descoberta do casamento de Diogo Guedes Osório com Ana Maria Pimenta em Viana do Castelo  e nos títulos de Felgueira Gayo aos nubentes ( tit. Azevedos §67 N26 tomo 3 imagem 145, ) tít "Costas" § 117 N9 (infelizmente a imagem 383 do tomo 12 onde se encontra este § e N está truncada e, por isso, não pude  prosseguir na busca), do Felgueiras Gaio on line. Do meu Rafael da Gama nem rasto… E sem registos on line de Ponte de Lima , tudo ficou parado neste ramo à espera de melhor oportunidade-
Em Junho de 2017 , mas agora no nosso grupo Genealogia FB, voltei ao assunto “Em busca de Rafael da Gama fins século XVII” e agora sim com resultados bastante satisfatórios que me dispenso de repetir, pois os amigos que se interessam por genealogia são todos membros desse grupo e podem acompanhar lá a conversa…
 E termino com esta engraçada coincidência :
 O meu 9º avô Rafael da Gama de Azevedo é tio materno do Capitão José Barreto da Gama e Castro, casado em Barcelos, em 1713, com D. Maria Miranda de Gusmão (1668-1731), irmã mais nova de meu 10º avô  Luís Machado de Miranda e Cunha, portanto, seu cunhado.

8 de outubro de 2018

8 de outubro de 2018 por MC Barros comentários

Por Rafael Ferrero-Aprato


Um trabalho que me parece de grande valor para quem pesquise antepassados das Caldas da Rainha no século XVI: "Uma vila que gravita em redor de uma instituição assistêncial: a recuperação do património urbanístico do Hospital das Caldas até 1533", dissertação de Mestrado de Miguel Duarte (2008), trabalho de uma qualidade excecional. 

Plano da vila das Caldas da Rainha


Apesar de também se focar noutros aspetos do desenvolvimento da cidade e do seu hospital termal, inclui uma detalhada reconstrução da sua ocupação nas primeiras décadas do século XVI, tendo o autor construído mapas com os nomes dos habitantes, as suas casas e profissões. Tudo a partir de fontes de arquivos locais que não estarão ao dispor de investigadores de outras terras. Falo em particular do Volume II, mas o Volume I também pode ser útil para entender a antiga distribuição de paróquias dos atuais concelhos de Caldas, Óbidos e outros em redor, que era bastante confusa. 

O trabalho pode ser descarregado aqui: https://repositorioaberto.uab.pt/handle/10400.2/695

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