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25 de fevereiro de 2016

25 de fevereiro de 2016 por MC Barros comentários
Partilhado pelo autor, estas "notas biográficas e genealógicas das religiosas do Convento de Santa Clara de Portalegre", com o sugestivo título "Ramos Secos", para além de abordarem vários aspectos do ingresso neste convento, contêm um índice das freiras no período entre 1654 e 1829.

Soror Isabel do Menino Jesus, abadessa de Santa Clara (fonte da imagem)



O fundo deste convento pode ser consultado no Arquivo Distrital de Portalegre. Sobre o seu interesse genealógico, deixamos a palavra ao autor:

Sendo certo que o percurso destas existências silenciosas se resume, ao nível das fontes mais consultadas, a um único registo de baptismo, não é, porém, menos verdade que a documentação dos cartórios conventuais, matéria pouco estudada e, por essa razão, menos consultada, se pode revelar um excelente manancial de informação para o genealógico frequentemente confrontado com o esgotamento dos assentos paroquiais.



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kwADPortalegre

18 de outubro de 2015

18 de outubro de 2015 por Manuela Alves comentários
Da Idade Moderna para a Contemporânea, a imagem da mulher veiculada pelas elites intelectuais passou da perversidade à patologia. Se no Barroco a mulher era encarada como  aliada do demónio que era necessário confinar, controlar, disciplinar nos seus actos e pensamentos, preservando os homens da sua influência maligna, no século XIX, quando, gradualmente, a influência dos médicos se sobrepõe à dos teólogos, a mulher é cada vez mais a doente, a histérica, o ser frágil dominado pelo irracional que necessita do homem tutelar, com este texto  inicia Maria Antónia Lopes, investigadora da Universidade de Coimbra, uma incursão no mundo dos recolhimentos femininos a que deu o sugestivo título de:

Dominando corpos e consciências em recolhimentos portugueses (séculos XVIII - XIX)

por Manuela Alves comentários
Situado extramuros da cidade do Porto, fora da Porta do Olival, o Recolhimento da Rainha Santa Isabel do Anjo foi fundado pela viúva D. Helena Pereira, em 1672, com o apoio dos poderes episcopal, municipal e régio. A instituição destinava-se ao acolhimento de mulheres desamparadas (orfãs, jovens donzelas, senhoras casadas e viúvas). O principal objectivo deste trabalho foi aferir a vocação assitencial do Recolhimento, a partir do estudo do seu universo social. Por conseguinte, depois de uma parte introdutória de delimitação do objecto de estudo, problemática, conceitos, fontes e metodologias, no primeiro capítulo analisam-se questões relacionadas com a fundação e com o suporte económico da comunidade. O segundo capítulo incide nas vivências do quotidiano da instituição, enquanto que o terceiro se centra na análise do universo das recolhidas e das suas redes familiares/sociais, sendo igualmente abordadas questões relacionadas com os conceitos de pobreza e fragilidade femininas.
 Fonte Sinopse de Elisabete Maria Soares de Jesus, ob. cit.
Legenda Apresentava, logo a seguir ao Cerco do Porto, o aspecto que o Barão de Forrester nos deixou e que (...) reproduzimos.O Recolhimento do Anjo é a habitação do lado esquerdo sendo a Igreja e o campanário, os edifícios mais altos do conjunto.
Fonte Imagem e texto legenda  https://marabo2012.wordpress.com/

Poder, caridade e honra : o Recolhimento do Anjo do Porto : 1672-1800 -  Jesus, Elisabete Maria Soares de
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