Repositório de recursos e documentos com interesse para a Genealogia

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  • Primeiros passos em Genealogia: como começar, onde pesquisar, recursos disponíveis e outras informações.

  • Apelidos de família: de onde vêm, como se formaram.

  • Índices de passaportes, bilhetes de identidade, inquirições de genere e outros.

28 de agosto de 2014

28 de agosto de 2014 por Manuela Alves comentários
Foi criada uma nova estante na Biblioteca (ao fundo desta página),  chamada Anuários Académicos. Aí ficarão reunidas todas as ligações relativas aos anuários disponibilizados on  line pelas  respectivas Universidades.  A ligação remete apenas para sítio respeitante ao período cronológico indicado. Será dentro desse período que terá que ser depois aberto o ano que nos interessa.

Pátio das Escolas - U.C. Antiga Faculdade de Ciências e Reitoria U.P.

27 de agosto de 2014

27 de agosto de 2014 por Manuela Alves comentários
O Arquivo Distrital de Vila Real, santuário da  memória colectiva dos transmontanos e durienses, presta um conjunto diversificado de serviços, informações e conhecimentos relativos aos fundos documentais que custodia (paroquiais, notariais, judiciais, etc.), bem como a arquivos públicos e privados, da região, nomeadamente arquivos municipais, de misericórdias, arquivos de família, de associações, etc.


É verdadeiramente notável o acervo documental deste Arquivo em termos de registos de passaportes digitalizados e eles são facilmente encontrados através do tombo.pt. A partir de 1928 os registos de  passaportes incluem fotografias
kwADVilaReal
por MC Barros comentários
Ainda sobre a temática dos testamentos, partilhamos um estudo dos comportamentos demográficos e da transmissão de património, realizado a partir de dados recolhidos em testamentos, dotes e doações (1720 a 1809), na freguesia de Adaúfe, Braga. A autora chega a conclusões interessantes, como a constatação de que entre os lavradores minhotos o sexo do herdeiro não era importante, privilegiando estes a ordem de nascimento e contrariando, assim, as regras de sucessão da propriedade aforada.

Com a vantagem de ser um documento curto, contribuí para uma melhor compreensão das mentalidades e das estratégias encontradas, no sentido de garantir a todos os filhos meios de subsistência.

Herdeiros e Não Herdeiros
Nupcialidade e Celibato no Contexto da Propriedade Enfiteuta
Autora: Margarida Durães, 1988

kwADBraga

25 de agosto de 2014

25 de agosto de 2014 por MC Barros comentários
Os testamentos, fontes relevantes para a percepção do contexto sócio-económico em que se movimentavam os nossos antepassados, constituem também um repositório de informações que nos permite ter um vislumbre da personalidade dos testadores, de alguns acontecimentos que marcaram as suas vidas, bem como de conhecer outros membros da família. A par dos registos de óbitos, os testamentos possibilitam a reconstrução das suas histórias, indo mais além das datas de baptismo, casamento, e morte.

Esta documentação encontra-se nos diversos arquivos distritais, mas existem excepções. Pretende-se aqui reunir informação sobre a localização de livros de testamentos dispersos, ou seja, que se encontram depositados em arquivos diferentes daqueles onde estão os livros paroquiais das respectivas freguesias ou concelhos.

(Em actualização)

DISTRITO DE AVEIRO 

Oliveira de Azeméis  Deixava em banho-maria

No Arquivo Municipal, encontramos um índice de livros de testamentos, em formato PDF, cobrindo o período de Janeiro 1820 / Dezembro 1950.

Possuí ainda um livro de testamentos do Concelho Municipal da Bemposta,(pag.45) Janeiro 1834 / Dezembro 1855.

Não estão digitalizados.



DISTRITO DE BRAGA

Celorico de Basto com interesse

A Biblioteca Municipal disponibiliza, através da plataforma Scribd, digitalizações de índices de testamentos desde 1837 a 1939. (obrigada à Aida Caldeira por esta informação e link).


DISTRITO DE FARO

Albufeira  em banho-maria

No Arquivo Municipal encontramos apenas um livro de testamentos públicos, não digitalizado, 1857-01-01 a 1860-12-31.


DISTRITO DE LISBOA

Mafra  em banho maria

Arquivo Municipal 
1575 a 1879 ;  sem imagens

DISTRITO DO PORTO

Penafiel  Nao sei lidar com o Silver light

Arquivo Municipal - Livros de testamentos, alguns digitalizados, 1836 a 1839. Num post separado publicamos o índice Excel para os anos 1835/1837.

Porto  Reformulado 

No Arquivo Histórico Municipal do Porto existem 68 livros de testamentos anteriores a 1834 que integram um conjunto de documentação  referente ao Porto e seu Termo Este designação de Termo englobava os actuais concelhos de Matosinhos, Vila Nova de Gaia, Maia, Gondomar, Paredes, Penafiel e Santo Tirso, sobre os quais o município do Porto teve jurisdição em áreas como a nomeação de funcionários locais, o controlo das actividades económicas, o lançamento e recolha de impostos, a defesa militar e a administração dos serviços de saúde, por exemplo
Embora esses testamentos  não se encontrem digitalizados, e ainda em processo de descrição arquivística,  podemos aceder on line a essas descrições,  onde constam dados com interesse genealógico,  que poderão ser ampliados mediante a solicitação  de  reproduções digitais, que são previamente orçamentadas e pagas através do Multibanco, para quem não quiser ou puder deslocar-se ao Arquivo.

Dicas de pesquisa:

Em gisaweb.cm-porto.pt/ escolha a opção  Pesquisa Avançada e depois digite em Título Registo  do testamento e em Ano de início de produção de 1800 até 1803 ( datas à sua escolha). Termine clicando em Pesquisar no fundo da página.
A pesquisa exemplificada acima devolveu-nos 154 resultados, distribuídos por 8 páginas.

No Arquivo Histórico Municipal do Porto encontram-se ainda  os livros  de registo de testamentos cerrados apresentados nas Administrações dos dois  Bairros em que a cidade foi dividida com a reforma liberal de 1834. Nestes registos são transcritos os testamentos dos falecidos e confirmada a legalidade dos mesmos.

 Registo de testamentos da Administração do Bairro Ocidental 1834/05/01 – 1949/12/30


 Registo de testamentos da Administração do Bairro Oriental  1869/02/10 – 1950/10/20

Para aceder aos registos individuais, basta clicar no separador Subordinados  para ver os documentos individuais, 6853 no Bairro Ocidental, 6307 no Bairro Oriental N
Dica de pesquisa:
Para localizar mais rapidamente um testamento, entre na Pesquisa Avançada, e na caixa Título tecle Testamento + o nome que procura. Se pretende pesquisar apenas nos testamentos digitalizados, marque a opção "Somente documentos com objectos digitais" e clique o botão Pesquisar.


Póvoa de Varzim  Tenciono ir à Povoa ver in loco

Arquivo Municipal - Encontramos apenas um inventário que pode ser consultado neste documento (pag. 6) cobrindo as datas 1788 a 1931.


Vila Nova de Gaia  Aguarda resposta da MC e P para ser reformulado

Arquivo Municipal Sophia de Melo Breyner - Estão descritos (nome e data) cerca de 3000 registos de testamentos, sem digitalização.


DISTRITO DE SANTARÉM

Constância  REFORMULADO

Eram atribuições do Administrador do Concelho abrir e registar os testamentos e receber as escusas dos testamentos e tomar conta do cumprimento dos legados destinados a aplicações pias ou de utilidades públicas.
O  Arquivo Municipal  de Constância disponibiliza on line 18 livros de testamentos entre 1840 e 1932. Em cada um dos livros, a respectiva descrição arquivística do âmbito e conteúdo dá-nos um sumário que facilita a pesquisa do que nos interessa.
por Manuela Alves comentários
Encontram-se disponíveis on line 1267 testamentos, provenientes do Fundo da Provedoria da Comarca de Portalegre.
E, como o saber não ocupa lugar, aqui transcrevemos o que sobre o referido Fundo, o Arquivo Distrital de Portalegre nos informa:
História administrativa/biográfica/familiar
Os provedores cuja existência se encontra documentada a partir do séc. XV, exerciam as suas funções em circunscrições - as provedorias - cuja área coincidia, de modo geral, com a área das comarcas. Funcionários superiores da administração periférica da coroa, os provedores tinham duas grandes áreas de competência: a primeira era a da tutela dos interesses das pessoas singulares que não estivessem em condições de os administrar por si nem de controlar a administração que deles fosse feita (defuntos, ausentes, órfãos e cativos) e, ainda, a das pessoas colectivas (confrarias, capelas, hospitais e concelhos) que não fossem directamente administradas pelo rei ou pela autoridade eclesiástica, competindo-lhe, neste particular, a execução dos respectivos tombos de bens. A segunda área de actuação dos provedores incorporava as matérias relativas às finanças.

No domínio dos resíduos, os provedores controlavam o cumprimento das deixas testamentárias, função que partilhavam, em regime de alternância mensal, com o Juízo Eclesiástico, em virtude do disposto na concordata inclusa na lei de 3 de Novembro de 1622. Ainda dentro deste âmbito viriam a acumular, após a publicação da lei de 4 de Dezembro de 1775, as funções anteriormente cometidas aos mamposteiros dos bispados.

No domínio dos órfãos, o provedor superintendia a administração da sua fazenda e a actividade dos juízes competentes.

Quanto aos bens dos ausentes, competia ao provedor administrá-los até à sua eventual reclamação.

Em matéria da fazenda era da sua competência verificar as contas dos concelhos, tomar as terças e entregá-las aos recebedores, cuidar do arrendamento das rendas reais e tomar contas aos almoxarifes e recebedores.

Paralelamente, proviam ainda na reparação das fortificações e no lançamento de fintas para obras em igrejas.

Finalmente, no concernente aos direitos reais, competia ao provedor a elaboração dos tombos dos bens da coroa e a supervisão da cobrança dos reais d´água.

Após a sua extinção, as suas competências transitaram, entre outros, para os Juizes de Direito, Juizes dos Órfãos e Provedores do Concelho.

kwADPortalegre

24 de agosto de 2014

24 de agosto de 2014 por MC Barros comentários
O Novo Diccionário da Língua Portuguesa, de Cândido de Figueiredo, teve a sua primeira edição em 1899, tendo sido alvo de múltiplas reedições. A sua segunda edição, datada de 1913, foi transcrita no Distributed Proofreaders sob supervisão de Rita Farinha, com o objectivo de integrar o Projecto Gutenberg. Esta transcrição possibilitou a criação do Dicionário Aberto que também pode ser consultado a partir deste blogue, na barra lateral direita.


Cândido de Figueiredo publicou também escritos de ficção e crítica e também traduziu numerosas obras de filologia e linguística. Foi um dos fundadores da Sociedade de Geografia de Lisboa e sócio correspondente da Academia Brasileira de Letras.

23 de agosto de 2014

23 de agosto de 2014 por Manuela Alves comentários
Relação dos emigrantes açorianos para os Estados do Brasil (1771 - 1774) realizada por Raimundo Belo e extraída do Livro de Registos de Passaportes da Capitania Geral dos Açores (BPARAH),  publicada no Boletim do Instituto Histórico da Ilha Terceira, (1947 a 1950 e 1954), vol. V - vol. VI - vol. VII - vol. VIII - vol. IX - vol. XII foi reunida num  único ficheiro PDF, para maior comodidade. 

Ilha Terceira Gravura, 1670-1700
http://purl.pt/5915
por Manuela Alves comentários

Arquivo Distrital de Leiria

 Fonte ADLeiria

O Arquivo Distrital de Leiria, assim designado desde 1997, está instalado desde Junho de 1997 no actual edífio, situado  na zona histórica da cidade de Leiria. É um arquivo de âmbito regional, com a natureza de unidade orgânica fléxivel na dependência da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB).

Fundos
O Arquivo Distrital de Leiria contém documentos a partir de 1391, embora com maior extensão a partir do século XVI. Os fundos documentais encontram-se distribuídos por vãrios Grupos de Fundos. Mas como a nossa visita  é virtual, aqui fica o caminho de acesso aos documentos digitalizados.

Um dos objectivos deste périplo pelos Arquivos Distritais é ficar a conhecer os fundos documentais que albergam, com especial ênfase nos que são acessiveis on line privilegiando fontes menos conhecidas, mas que tèm  interesse genealógico.

Está neste caso a Hemeroteca do Arquivo Distrital de Leiria. Vão encontrar digitalizadas 104 publicações periódicas, os denominados documentos compostos ( o mesmo é dizer que cada registo é desdobrável em vários documentos simples, correspondendo cada um a determinado  exemplar da publicação periódica). Ordenamos  a nossa lista por ordem cronológica e, assim , poderemos ler jornais de 1854 a 1945.

O risco que correm é esquecerem -se das  pesquisas genealógicas e darem por vós entretido/as a ler os casos do dia daqueles tempos ou os folhetins que fizeram as delícias das vossas bisavós... Mas isso já são contas de outros rosários...

kwADLeiria
por Paula Peixoto comentários
Assunto:
Trata-se de dois cadernos onde foram averbadas as pensões de sangue a pagar aos herdeiros dos soldados mortos na 1.ª Grande Guerra. Além dos tipos de herdeiros (viúvas, filhos, pais, avós e irmãos), a listagem tem os nomes dos soldados falecidos, a graduação militar, causa de morte (mais propriamente, local da morte), data de falecimento, importâncias das pensões e os cofres pelos quais as mesmas foram abonadas. Faz-se ainda referência ao n.º dos processos individuais dos soldados, parte dos quais integra a série «Pensões» deste mesmo fundo.

http://purl.sgmf.pt/293771/1/293771_item1/index.html

Organização:
No 1.º caderno, a numeração das páginas é coerente e a ordem dos conteúdos segue uma lógica cujo significado desconhecemos. No 2.º caderno, a numeração das páginas não é tão coerente e a ordem dos conteúdos, detectada no 1.º caderno, não segue até ao fim; todavia, conseguiu-se restabelecer ambas.

Fonte: Secretaria Geral Ministério das Finanças

22 de agosto de 2014

22 de agosto de 2014 por Manuela Alves comentários
Para facilitar a pesquisa genealógica, foram indexados os Livros de Registos de Passaportes de 1881 a 1913 do Arquivo Distrital de Castelo Branco. Todos estão digitalizados e alguns incluem descrições que interessarão os seus descendentes, como podem comprovar neste exemplo.

kwADCasteloBranco
por Manuela Alves comentários

Arquivo Distrital de Castelo Branco

Foto CM Castelo Branco

«Criado pelo Dec.-Lei n.º 46.350 de 22 de Maio de 1965, passar-se-iam 24 anos até que no dia 28 de Março de 1989 a entrada em funcionamento do Arquivo Distrital de Castelo Branco o tornasse uma realidade.
Desde os finais de 1993 está instalado no edifício denominado CASA DOS MOTAS. Trata-se de um palacete construído no início da segunda metade do século XIX, um digno testemunho da importância de uma burguesia local, sito na Praça de Camões, em pleno Centro Histórico da cidade de Castelo Branco.
Este tardio instalar teve os seus custos na defesa, recolha, conservação e disponibilização do património da região, mas coincidiu com o momento em que no Distrito de Castelo Branco se desenvolviam a Universidade da Beira Interior e o Instituto Politécnico de Castelo Branco e se assistia ao crescimento do número de interessados na informação que protagonizamos. 
Por isso o Arquivo Distrital de Castelo Branco é hoje indispensável para um cada vez maior número de pessoas que, nos caminhos do Saber se encontram com a História ou simplesmente consigo.»

Fonte Arquivo Distrital de Castelo Branco


Instrumentos de Descrição disponibilizados em linha 
Aqui vão encontrar, para além dos paroquiais, outros tipos de registos, nomeadamente notariais.

E  deste Arquivo , fica como lembrança desta visita , a indexação dos Registos de Passaportes 1881-1913



kwADCasteloBranco
por Manuela Alves comentários

Arquivo Distrital da Guarda


Archeevo : http://digitarq.adgrd.arquivos.pt/

O Arquivo Distrital da Guarda começou a funcionar em Setembro de 1984, quase 20 anos depois da sua criação. Está instalado no edifício do antigo Convento de São Francisco, que também já fora quartel e sede do Regimento de Infantaria n.º 12.

Uma recuperação profunda das alas sul e poente do edifício dotou o Arquivo Distrital, a partir de 1993, de uma capacidade de depósito para cerca de três quilómetros de documentos, dispondo de uma ampla sala de leitura e de um espaço polivalente destinado a exposições e auditório.

Com o intuito de divulgar de forma clara e objectiva, junto de todos os que procuram os nossos serviços,  a missão e as atribuições do ADGRD, bem como a forma como este serviço está estruturado orgânica e funcionalmente, os serviços que presta e a forma como a tais serviços se pode ter acesso,foi criada uma brochura acessivel on line, Serviços e Património Arquivístico do Arquivo Distrital da Guarda.

«O ADG, reuniu um valioso e diversificado património arquivístico cuja informação é, indubitavelmente, essencial para o estudo da história e da cultura das diversas comunidades na área do Distrito da Guarda, desde o século XVII até à actualidade.
Este património riquíssimo, está também disperso pelos arquivos de numerosas entidades, públicas e privadas, sediadas por todo o Distrito da Guarda, que interessa também conservar, divulgar e tornar acessível.»

Clicando no mapa, cuja cópia aqui reproduzimos, tem-se acesso aos diversos arquivos do Distrito.

A partir da página Fundos e Colecções e clicando nas diversas hiperligações o ADG proporciona o enquadramento histórico do respectivo fundo ou colecção, o que consideramos uma mais valia deste Arquivo.

Em jeito de despedida, deixamos aqui a disponibilização da maneira como podemos facilmente aceder ao conjunto documental do Arquivo Distrital da Guarda digitalizado e acessível on line. Basta clicar em Documentos Digitalizados.

Boas pesquisas!

kwADGuarda

21 de agosto de 2014

21 de agosto de 2014 por Manuela Alves comentários

Arquivo Distrital de Portalegre



O Arquivo Distrital de Portalegre é um arquivo de âmbito regional, com a natureza de unidade orgânica flexível da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB).

Desde Novembro de 1993 está instalado no Palácio Barahona, no centro histórico da cidade.


Fundos e Colecções
Os fundos documentais ocupam um espaço de cerca de 1600 m.l. e encontram-se, neste momento, distribuídos pelos seguintes Grupos de Fundos:

«A sua missão é preservar e valorizar, no âmbito do distrito, o património arquivístico de interesse histórico e cultural, bem como assegurar a defesa do interesse público garantindo acesso à documentação à sua guarda, promovendo o seu conhecimento e a sua divulgação cultural e educativa.»
Fonte :Arquivo Distrital de Portalegre


E desta breve visita ao Arquivo Distrital de Portalegre trouxemos, do fundo da Provedoria da Comarca de Portalegre1267 Testamentos Cerrados  digitalizados,  que poderão servir de base a frutuosas pesquisas.
kwADPortalegre
por Manuela Alves comentários

Arquivo Distrital de Beja

Fonte Arquivo Distrital de Beja

O Arquivo Distrital de Beja, é um arquivo de âmbito regional, com natureza de Serviço dependente da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB). 
O Arquivo Distrital de Beja custodia um universo diversificado de património arquivístico, cerca de 500 fundos documentais, incluindo documentos originais desde 1420 até aos dias de hoje, nos mais variados tipos de suporte, cumprindo a sua principal missão de salvaguarda, valorização e divulgação desse património. 

O Arquivo Distrital de Beja coloca à disposição dos seus utilizadores, a possibilidade de aceder directamente a este património arquivístico através do acesso ao repositório: http://digitarq.adbja.arquivos.pt/, em alternativa poderá aceder à página Fundos e Colecções.


E para quem não pode frequentar presencialmente este Arquivo, existe a possibilidade de visualizar on line 919 Inquirições de genere.
kwADBeja
por Manuela Alves comentários

Arquivo Distrital de Évora

O Arquivo Distrital de Évora é um arquivo de âmbito regional, com a natureza de unidade orgânica flexível, dotado de autonomia administrativa e na dependência da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB).
Procura principalmente promover a preservação, valorização, divulgação e acesso ao património arquivístico da sua área de intervenção, garantindo os direitos do Estado e dos Cidadãos e servindo como recurso probatório e informativo da actividade administrativa, bem como guardião da memória colectiva e individual.

Fundos e Coleções.
O Arquivo Distrital de Évora tem sob custódia actualmente quase 200 fundos, produzidos por diversas entidades públicas e privadas do distrito de Évora.



A documentação mais antiga é do séc. XIV e a mais recente do XXI, perfazendo um total superior a 3700 metros lineares. Essa informação está sistematizada no Guia_Fundos_ADEVR_04 sendo que será efectuada uma nova versão sempre que se considere necessário.
Quanto ao Guia de Fundos propriamente dito, permite ao utilizador a obtenção de uma visão de conjunto e de uma rápida percepção da riqueza, volume e diversidade da documentação custodiada pelo Arquivo Distrital de Évora.

Começa-se o Guia por um capítulo dedicado à entidade que detém a documentação, o Arquivo Distrital de Évora, para conhecimento da sua história,atribuições, serviços e condições de acesso.
Segue-se uma visão geral do acervo do Arquivo, em que se referem de um modo abreviado os diversos Fundos e colecções, integrando breves notas elucidativas sobre cada  um deles.

Fonte: Arquivo Distrital de Évora

kwADEvora
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