Repositório de recursos e documentos com interesse para a Genealogia

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  • Primeiros passos em Genealogia: como começar, onde pesquisar, recursos disponíveis e outras informações.

  • Apelidos de família: de onde vêm, como se formaram.

  • Índices de passaportes, bilhetes de identidade, inquirições de genere e outros.

28 de abril de 2016

28 de abril de 2016 por Paula Peixoto comentários
A chancelaria régia era a repartição responsável pela redacção, validação (mediante a aposição do selo régio) e expedição de todos os actos escritos da autoria do próprio Rei. Os serviços da chancelaria régia podiam também reconhecer e conferir carácter público a documentos particulares que lhe fossem submetidos para validação. Presidia aos serviços da chancelaria o chanceler do Rei (cancellarius ou notarius curiae), ao qual estavam confiados os selos régios e que, desde a formação do Estado Português, é sempre referenciado como um dos mais próximos ministros do Soberano.
in ANTT

Nos Livros das Chancelarias podemos encontrar vários tipos de registos, entre os quais:  cartas de legitimações e de perdão, cartas de doações, ofícios, aforamentos, apresentações de igrejas, privilégios...

Na tabela que apresentamos,  cada excel contém duas folhas, uma com o índice geral e outra somente com as legitimações.







CHANCELARIA RÉGIA
CHANCELARIA DE DOM JOÃO II
LIVROS ÍNDICES LIVROS ÍNDICES LIVROS ÍNDICES
Livro 1 Excel Livro 10 Excel Livro 19 Excel
Livro 2 Excel Livro 11 Excel Livro 20 Excel
Livro 3 Excel Livro 12 Excel Livro 21 Excel
Livro 4 Excel Livro 13 Excel Livro 22 Excel
Livro 5 Excel Livro 14 Excel Livro 23 Excel
Livro 6 Excel Livro 15 Excel Livro 24 Excel
Livro 7 Excel Livro 16 Excel Livro 25 Excel
Livro 8 Excel Livro 17 Excel Livro 26 Excel
Livro 9 Excel Livro 18 Excel Livro 27 Excel
kwADLisboa

19 de abril de 2016

19 de abril de 2016 por Paula Peixoto comentários
A Irmandade dos Clérigos do Porto resultou da união de três confrarias de clérigos pré-existentes na cidade – Confraria dos Clérigos de São Pedro ad Vincula, Confraria dos Clérigos Pobres de Nossa Senhora da Misericórdia e Congregação de São Filipe Néri –, de forma a unirem esforços numa só instituição e evitarem assim a possibilidade de extinção de uma ou todas as confrarias. A união, em 1707, deu assim origem à Irmandade do Socorro dos Clérigos Pobres, erigida na Igreja da Santa Casa da Misericórdia, sob protecção dos padroeiros das confrarias anteriores. A criação da Irmandade dos Clérigos do Porto foi oficializada por Breve Pontifício de Clemente XI, de 6 de Outubro de 1710. Neste Breve, foi igualmente concedida à Irmandade a exclusividade de existência numa légua de circunferência da cidade, de forma a garantir o estabelecimento e progresso da mesma.


A missão base da Irmandade era o socorro dos clérigos pobres da cidade do Porto, independentemente de pertencerem ou não à Irmandade. A assistência praticada dirigia-se sobretudo aos clérigos doentes e moribundos, que necessitavam tanto de apoio material como espiritual. A assistência aos enfermos era praticada a nível domiciliário mas também no Hospital da Irmandade, fundado com esse objectivo específico e reforçado em 1786, pela criação de um fundo próprio. A par deste carácter assistencial, a Irmandade dos Clérigos demonstrou desde o início uma grande preocupação com o culto, engrandecida a partir de 1762, com a criação do Coro, instituído por legado do Irmão António Rodrigues Souto.
Como referido, a Irmandade dos Clérigos funcionou inicialmente na Igreja da Santa Casa da Misericórdia, no entanto, rapidamente se tornou necessário erigir uma Igreja própria. Este projecto tornou-se possível em 1731, com a doação de um terreno para construção do edifício e Igreja da Irmandade. As obras, iniciadas em 23 de Abril de 1732, deram lugar ao icónico edifício e torre dos Clérigos, projectados por Nicolau Nasoni.
...
Este fundo é composto por 4 secções, com livros digitalizados e disponíveis para consulta :

  1. Mesa da Irmandade dos Clérigos do Porto - Documentação referente a casas e quintal na Rua de Redemoinhos, Prazo de casas na Rua de Redemoinhos, Documentação relativa a legados instituídos à Irmandade dos Clérigos e dívidas, Sentença civel de formal de Partilhas e entrega de bens de Baptista Maria de Olanda mulher de Manoel Pereira Soarez, Lançamento do dinheiro da venda e sorteio de fazendas e administração de legado, Documentos sobre assuntos diversos, Testamentos...
  2. Igreja e Sacristia da Irmandade dos Clérigos do Porto - Certidões de Missas 1884 a 1892, Esmolas da Lapa e tombo do que pertence à mesma Capella, Livro do rol das missas celebradas na Colegiada de São Martinho de Cedofeita, pelas almas dos Irmãos falecidos da Irmandade dos Clérigos do Porto, Livro das Sepulturas da Capela de Nossa Senhora da Lapa...
  3. Hospital da Irmandade dos Clérigos do Porto - Enfermaria entradas e óbitos, recibos do médico e cirurgião, despesa da enfermaria,  Livro para se assentarem as receitas dos Senhores Médicos, recibo dos enfermeiros, inventário da enfermaria, Livro do Fundo do Nosso Hospital
  4. Coro da Irmandade dos Clérigos do Porto - Livro das Missas do Côro Egreja dos Clerigos, Ofícios, Esquadras e Círculos...


Fonte: http://portal.cehr.ft.lisboa.ucp.pt/arquivos/index.php/irmandade-dos-clerigos-do-porto

kwADPorto

18 de abril de 2016

18 de abril de 2016 por Paula Peixoto comentários

REQUERIMENTOS DE PASSAPORTES
GOVERNO CIVIL DE LISBOA
CAIXA DATAS ÍNDICE
Caixa 1 07-05-1859 / 30-10-1886 Excel
Caixa 2 04-10-1866 / 30-06-1886 Excel
Caixa 3 07-01-1870 / 30-03-1889 Excel
Caixa 4 20-09-1861 / 03-06-1889 Excel
Caixa 5 24-11-1871 / 31-07-1889 Excel
Caixa 6 10-11-1865 / 31-05-1889 Excel
Caixa 7 07-03-1863 / 31-12-1890 Excel
Caixa 8 26-12-1875 / 30-07-1890 Excel
Caixa 9 30-03-1875 / 30-09-1890 Excel
Caixa 10 01-02-1890 / 28-02-1890 Excel
Caixa 13 08-02-1869 / 31-05-1890 Excel
Caixa 14 30-06-1875 / 31-10-1890 Excel
Caixa 15 15-09-1874 / 30-07-1891 Excel
Caixa 16 20-02-1874 / 31-03-1891 Excel
Caixa 17 07-08-1865 / 29-06-1891 Excel
Caixa 18 18-08-1871 / 23-06-1891 Excel
Caixa 19 21-02-1873 / 31-01-1891 Excel
Caixa 20 01-02-1860 / 23-04-1891 Excel
Caixa 21 28-08-1869 / 30-11-1891 Excel
Caixa 22 10-06-1869 / 29-11-1892 Excel
Caixa 23 22-03-1874 / 31-12-1892 Excel
Caixa 24 14-07-1859 / 31-10-1892 Excel
Caixa 25 30-10-1863 / 28-05-1897 Excel
Caixa 26 13-12-1876 / 31-08-1892 Excel
Caixa 27   23-01-1871 / 30-07-1892 Excel
kwADLisboa

8 de abril de 2016

8 de abril de 2016 por Paula Peixoto comentários
Albergaria de Penela teve a sua origem num julgado medieval, em Riba de Lima, o qual compreendia uma grande quantidade de honras e coutos de Gaifar, Cabaços, Lavradas, Serzedelo, Queijada e Boalhosa, entre muitos outros, pertencentes a fidalgos, à Sé Bracarense e à Ordem do Hospital ou mesmo a mosteiros como o de Bravães e Serzedelo.
...
Em 8 de Abril de 1408, o seu território viria a ser repartido pelos concelhos de Albergaria de Penela e Portela das Cabras, integrando-se o primeiro na comarca de Viana e o segundo na ouvidoria de Barcelos. Não obstante a divisão, o juiz e escrivão dos órfãos continuaram a ser comuns aos dois concelhos.
O rei D. Manuel I deu foral a Albergaria de Penela em 20 de Junho de 1514 (Livros dos Forais Novos do Minho, fl. 43v, col. II). A freguesia de Anais (Santa Marinha) viria a tornar-se sede deste concelho, do qual fizeram parte as freguesias de Calvelo, Duas Igrejas, Azões, Anais, Fojo Lobal, Mato, S. Diães, Friastelas e Gaifar.
...
Com a extinção do concelho, que viria a ocorrer a 24 de Outubro de 1855, as suas freguesias foram distribuídas pelos concelhos de Ponte de Lima e Barcelos, recebendo o primeiro, Anais, Fojo Lobal e Friastelas.
in Arquivo Municipal de Ponte de Lima




CÂMARA MUNICIPAL ALBERGARIA DE PENELA
REGISTO DE TESTAMENTOS
LIVRO ÍNDICE
01/10/1834 a 11/02/1836 EXCEL
kwADVianadoCastelo

4 de abril de 2016

4 de abril de 2016 por Manuela Alves comentários
Sofrimentos das populações na terceira invasão francesa. De Gouveia a Pombal é um texto de 28 páginas da autoria de Maria Antónia Lopes, investigadora da Faculdade de Letras e Centro de História da Sociedade e da Cultura da Universidade de Coimbra, que a Ana Caldeira, a quem agradecemos, nos deu a conhecer e que se integra nesta série dedicada aos sofrimentos das populações civis nas Invasões Francesas.
Assente  na solidez da investigação em fontes directas, Maria Antónia Lopes procura esclarecer , com a exactidão possível, a dimensão dos massacres cometidos pelos invasores numa vasta região da zona Centro do nosso país e avaliar os sacrifícios impostos a essas populações.


A contextualização dos acontecimentos do ponto de vista histórico e a indicação de fontes, com referências individuais e geográficas,  constituem um instrumento, que consideramos de grande interesse para todos aqueles que procuram construir "com vida" a sua genealogia familiar, desta vez na zona Centro de Portugal.
por Paula Peixoto comentários
O Direito Canónico referenciava impedimento como “todo e qualquer elemento que impossibilitasse a realização do casamento entre certas pessoas, invalidando-o ou tornando-o válido, embora ilícito.” [can. 51]

A respeito dos impedimentos matrimoniais, o Direito Canônico os dividia em duas categorias: os dirimentes e os proibitivos. Os dirimentes eram aqueles que anulavam o casamento; os proibitivos tornavam o casamento ilícito, mas não o anulavam. No caso dos impedimentos dirimentes, o juízo Eclesiástico determinava a nulidade do casamento, havendo a separação do casal de forma temporária ou definitiva.

Os Impedimentos proibitivos [grifo meu]: aqui se encaixam a omissão de Banhos e a clandestinidade do casamento. Ainda a não observância do Advento e quaresma, período esse considerado de mortificação.

Os Impedimentos dirimentes [grifo meu]: estes acarretam a anulação do casamento. Nesse caso tem-se a divisão em incapacidades absolutas ou relativas.

As incapacidades absolutas [grifo meu] são o período antes da puberdade, com idade inferior a 14 anos para os meninos e 12 para as meninas, conforme assim decretado no direito romano; impotência provada por peritos ou a existência de votos de castidade; casamento anterior não desfeito pela morte do companheiro; ao ainda caso um dos contraentes ou ambos não fossem pertencentes à fé cristã, pois o casamento de um infiel não pode ter a característica sacramental. Já as incapacidades relativa [grifo meu], essas podem ser anuladas por uma dispensa; impedimento na honestidade pública - após a ruptura do noivado, o noivo não podia contrair casamento com parente da noiva; impedimentos de consangüinidade - de sétimo grau; impedimentos de parentesco espiritual - casamentos entre padrinhos e madrinhas de batismo.
in Arquivo Distrital de Beja


in wikimedia.org

AUTOS CÍVEIS DE DISPENSA MATRIMONIAL
CÂMARA ECLESIÁSTICA DE BEJA
ADBeja DATAS ÍNDICE
Link 1771 - 1899 Excel
kwADBeja
por Manuela Alves comentários


“E se eles voltam!” era o dilema português, após Junot ser expulso em Agosto de 1808. Um dilema centrado em preocupações militares, onde sobressaía a ausência de um exército regularmente organizado e preparado para enfrentar de novo os franceses.
Eles voltaram! E o resultado foi a mais curta invasão napoleónica, quer no tempo quer no espaço, em que a violência do confronto foi característica dominante. Invadir Portugal pelo Norte, tendo o Porto como objectivo intermédio, revelou-se um erro, só possível de explicar pela ignorância relativamente ao temperamento das suas gentes, o apego à terra e a relutância em colaborar ou acomodar-se perante intrusos ostensivos; ignorância que se estende à orografia, ao clima e aos recursos alimentares e de alojamento da região, agrestes nos dois primeiros casos e escassos nos dois últimos.
Consequentemente, o fracasso da invasão, mais que uma fatalidade francesa, constitui uma realidade prognosticada, de tal forma que o Exército «galego» de Soult, que tinha Lisboa como objectivo final, não foi sequer capaz de se sustentar no Douro.

 Estas palavras do Tenente-coronel Abílio Pires Lousada, numa conferência em Chaves, a 31 de Março de 2009, no âmbito das comemorações do bicentenário da reconquista da vila aos franceses, evocam os sofrimentos civis que acompanharam a curta, mas mortífera,  invasão francesa no Norte do País.
Se o Desastre da Ponte das Barcas, a 29 de Março de 1809, que causou cerca de 4000 mortos, talvez seja  o episódio mais conhecido, os livros paroquiais das regiões atravessadas pelos invasores recordam as vítimas civis da violência da guerra. 
Fica aqui um convite: deixem nos comentários as ligações das fontes documentais dos relatos que conhecem, de modo a construirmos um repositório colaborativo sobre o tema. Conhecer e dar a conhecer a história das gentes anónimas, agora sob este aspecto,  insere-se num dos objectivos deste blog.



Adenda:
Em resposta ao nosso convite, recebemos as seguintes contribuições:

☆Braga,  Este(S. Pedro) - 20.3.1809 -UM-ADB/PRQ/PBRG46/003/0034- fl. 164/165, tif 37/38
-  Pesquisa de António José Mendes
☆Braga, Aveleda - 20.3.1809 -UM-ADB/PRQ/PBRG04/003/0030- fl. 101vº/102, tif 101
-Pesquisa de António José Mendes
☆V.N. Famalicão, Lousado - 24-26.3.1809 -UM-ADB/PRQ/PVNF24/003/0012- fl. 137/137v   tif 40/41
- Pesquisa de Teresa Silva
☆Porto, Lordelo do Ouro - 29.3.1809 -ADPRT/PRQ/PPRT06/003/0006- fl. 21/23, tif 89/91
- Pesquisa de José António Reis
☆Penafiel, Fonte Arcada - 16.4.1809 -ADPRT/PRQ/PPNF12/003/0007- fl. 204/205, tif 778/779
- Pesquisa de António José Mendes

Inicialmente publicado em 31.3.2016

3 de abril de 2016

3 de abril de 2016 por MC Barros comentários
Livros de registo de cédulas pessoais produzidos pela Conservatória do Registo Civil de Portalegre entre os anos de 1924 e 1927. A documentação contém informações relativas ao nome, data de nascimento, naturalidade, filiação e estado civil dos registados e, na maioria dos casos, fotografias dos mesmos.
Fonte




CÉDULAS PESSOAIS
Conservatória do Registo Civil de Portalegre
LIVRO DATAS ÍNDICE
Livro 1 15/06/1924 a 28/07/1924 Excel
Livro 2 01/08/1924 a 20/09/1924 Excel
Livro 3 20/09/1924 a 14/10/1924 Excel
Livro 4 Abril 1924 a 22/3/1927 Excel
kwADPortalegre

Inicialmente publicado a 15 Maio 2015

1 de abril de 2016

1 de abril de 2016 por Manuela Alves comentários

Frei Manuel do Cenáculo Villas Boas foi uma importante figura da cultura portuguesa do século XVIII. Era Arcebispo de Évora, quando os franceses invadiram Portugal em 1807.
Em 13 de Julho de 1808, Évora, seguindo o exemplo de outras cidades portuguesas, subleva-se contra a dominação francesa.
Mas uma divisão francesa comandada pelo general Loison ( o célebre "maneta" cuja crueldade o povo do Porto consagrou tristemente na expressão "ir para o maneta" como sinónimo de "morrer")  derrota as forças aliadas regulares portuguesas e espanholas. Como represália,  o exército francês saqueia a cidade, provocando uma chacina.  D. Frei Manuel do Cenáculo, já com 85 anos, não escapou à fúria dos invasores e foi levado preso para Beja. Restituído à liberdade e ao seu Arcebispado, após a expulsão dos franceses morre em 26 de janeiro de 1814. 


Do “Diário” de Frei Manuel do Cenáculo, constituído por cinco códices com folhas soltas, que está digitalizado on line pela Biblioteca Nacional do Alentejo, salientamos a Relação das pessoas mortas na entrada dos franceses na cidade de Évora nos dias 28, 29 e 30 de Julho de 1808 pelo seu interesse genealógico.

 kwADEvora

30 de março de 2016

30 de março de 2016 por Paula Peixoto comentários
“Banho de casamento” era, Pregão que o Pároco lança na citação, para ver se há que ponha impedimento ao casamento. Chamasse pregão, porque se apregoa.Esses banhos são ditos em três dias santos.
...
Os proclamas corriam na paróquia dos contraentes, ou em ambas as paróquias no caso de residências diversas. O pároco, primeiramente, anunciava a intenção de contrair matrimonio dos noivos. Este anúncio era feito três vezes sucessivas durante a missa - após terminado o Evangelho e antes da prática ou homilia, aos domingos e nos dias santos de guarda. Após anunciar a futura união, o sacerdote conclamava os fiéis a que denunciassem qualquer impedimento para a realização do casamento.
No que competia aos Banhos, dispõe-se ainda nas constituições o que explicita o artigo número 269:
Os que pretenderem casar, o farão saber a seu pároco, antes de se celebrar o matrimonio de presente, para os denunciar, o qual, antes que faça as denunciações se informará se há entre os contraentes algum impedimento, e estando certo que o não há, fará as denunciações em três domingos ou dias santos de guarda contínuos [...].
in Arquivo Distrital de Beja




PROCESSOS DE PROCLAMAS OU BANHOS MATRIMONIAIS
CÂMARA ECLESIÁSTICA DE BEJA
ADBeja DATAS ÍNDICE
Link 11.02.1701 / 29.05.1888 Excel
kwADBeja

16 de março de 2016

16 de março de 2016 por Paula Peixoto comentários
Aos grupos de operários portugueses que se destinavam a França eram emitidos passaportes coletivos gratuitos, aquando do seu regresso a Portugal tinham de apresentar o passaporte ao cônsul e este entregava gratuitamente cédulas pessoais de regresso. Devido à conjuntura da 1ª Guerra Mundial não podia ser concedida licença para sair da Portugal a nenhum cidadão português com mais de 16 anos e menos de 45. De acordo com os Decretos n.º2717 e n.º2305.
in ADP




PASSAPORTES A OPERÁRIOS CONTRATADOS PELO GOVERNO FRANCÊS
LIVRO DATAS ÍNDICE
Livro 1 13.4.1917 / 21.4.1917 Excel

kwADPorto

25 de fevereiro de 2016

25 de fevereiro de 2016 por MC Barros comentários
Partilhado pelo autor, estas "notas biográficas e genealógicas das religiosas do Convento de Santa Clara de Portalegre", com o sugestivo título "Ramos Secos", para além de abordarem vários aspectos do ingresso neste convento, contêm um índice das freiras no período entre 1654 e 1829.

Soror Isabel do Menino Jesus, abadessa de Santa Clara (fonte da imagem)



O fundo deste convento pode ser consultado no Arquivo Distrital de Portalegre. Sobre o seu interesse genealógico, deixamos a palavra ao autor:

Sendo certo que o percurso destas existências silenciosas se resume, ao nível das fontes mais consultadas, a um único registo de baptismo, não é, porém, menos verdade que a documentação dos cartórios conventuais, matéria pouco estudada e, por essa razão, menos consultada, se pode revelar um excelente manancial de informação para o genealógico frequentemente confrontado com o esgotamento dos assentos paroquiais.



Descarregar o pdf

kwADPortalegre

22 de fevereiro de 2016

22 de fevereiro de 2016 por MC Barros comentários
Para quem tem familiares farmacêuticos, o Centro de Documentação da Ordem dos Farmacêuticos (CDF-OF), disponibiliza o seu acervo online na plataforma Archeevo. Alguns documentos, tais como as carteiras profissionais, contêm fotografia.





«O CDF-OF foi inaugurado em 25 Setembro de 2012 e está aberto à comunidade em geral. Tem como missão fundamental a preservação de acervos documentais, fomentar a investigação, o conhecimento e a memória da História da Farmácia em Portugal, da profissão farmacêutica nas suas diversas áreas, e reservar, valorizar, recuperar e divulgar património cultural que contribua para a memória dos farmacêuticos portugueses.» 

19 de fevereiro de 2016

19 de fevereiro de 2016 por MC Barros comentários
Importante salientar o interesse genealógico desta publicação, que inventaria os processos de justificação, os pedidos de segundas vias de justificação e o registo de atestações da série "Justificações de passaportes" existente no Arquivo da Companhia do Alto Douro para o período de 1805-1832: 

Pela análise deste fundo documental, foi possível recolher o nome dos titulares de passaportes, sexo, naturalidade, idade, profissão, estado civil, nome do cônjuge, número e nome dos acompanhantes, e ainda uma ou outra observação que entendemos interessante recolher para melhor conhecermos a identificação e as motivações daqueles que pretendiam embarcar para o Brasil.
- "Portugueses do Norte de Portugal com Destino ao Brasil (1805-1832)" - Fernando de Sousa e Teresa Cirne.

O documento é pesquisável, e pode ser descarregado no Repositório Aberto da Universidade do Porto. Para maior facilidade de leitura, incluímos aqui uma cópia já com as páginas na orientação correcta.

10 de fevereiro de 2016

10 de fevereiro de 2016 por MC Barros comentários
Encontram-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT) vários livros de índices das diversas Chancelarias, alguns já digitalizados. Trata-se de índices manuscritos, ordenados pelo primeiro nome.

Todos os Índices da Chancelaria Índices Digitalizados

A listagem completa de todos os livros de índices existentes no ANTT tem a referência PT/TT/ID/1.
Biblioteca
Videoteca