Repositório de recursos e documentos com interesse para a Genealogia

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20 de julho de 2017

20 de julho de 2017 por MC Barros comentários

Há anos, dei por mim a atravessar o Atlântico, para ir conhecer a casa onde nasceram a minha Mãe e minha Avó, em São Luís do Maranhão, e que eu desde criança ouvia falar, bem como da cidade. Quando me foram buscar ao aeroporto, uma das primeiras coisas que ouvi foi "Dêxô vê" (deixa ver) que eu ouvia desde que nasci e uso, mesmo sem querer; deu-me uma vontade de chorar...
Desde que a minha Mãe faleceu, nunca mais tinha ouvido essa expressão, tão maranhense. Ah, todas as mulheres, do lado da minha Mãe, são do Maranhão; os homens foram de Portugal para lá. A "corrente" quebrou com a minha Mãe, que veio para o Continente, onde conheceu o meu Pai.


Minha trisavó materna, Ana Joaquina Jansen da Silva Cardoso de Almeida (grávida, para variar) natural de Nª Sra da Conceição de Sta Maria de Icatú, Maranhão.

Na altura, os arquivos de São Luís estavam uma lástima, inexistentes, bem como os de Belém do Pará. Felizmente não tenho medo, até gosto de mexer em "papelada velha" (por gosto e por profissão) como me disseram em Belém: "se quiser pode ir para aquelas salas procurar...". Espero que as mentalidades mudem, porque é preciso um grande esforço conjunto para não perder todo um espólio muito valioso.
- Rosa Machado



(Apenas para ir colocando o nosso trabalho. No fim organiza-se)




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O grupo


27-05-2017 - 209 reacções - 74 comentários - link



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16-06-2017 - 97 reacções - 14 comentários - link

18 de julho de 2017

18 de julho de 2017 por MC Barros comentários
Informação recebida do nosso leitor Jorge Amado Rodrigues e que será, sem dúvida, útil a outras pessoas que pesquisam em Macau.

Fachada da igreja de S. Paulo em Macau, Wilhelm Heine 1854 - Fonte: Wikipedia


Os livros paroquiais de Macau estão em:

Centro Científico e Cultural de Macau, I.P.
(Ministério da Educação e Ciência)
Rua da Junqueira, nº5 e nº30
1300-343 Lisboa
Portugal
Telefone: +351213617570
Fax: +351213627859
geral@cccm.pt
http://www.cccm.pt/


Segundo informação do catálogo, as datas extremas são 1800-1907.

A consulta tem de ser presencial e não enviam cópias dos documentos, nem dados deles constantes, mas talvez indiquem o livro e a folha onde se encontra o registo, se lhes fornecerem datas e nomes que o ajudem a localizar. Possuem apenas um leitor de microfilmes, segundo informação no site, pelo que a consulta pode ser difícil caso haja mais utilizadores. 

As cópias de documentos têm de ser solicitadas presencialmente e são entregues na hora.

por MC Barros comentários
Publicam-se aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar, assim como outros disponíveis online. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.
O nosso muito obrigada à Ana Lima pelos índices da Fonte do Bastardo. e ao José Roberto do Rego pelo índice de Capelas.



Tabela
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Nesta página encontram também vários índices dos Açores. Clicar em Maps/Databases/Indexes no menu superior nessa página.

Originalmente publicado em 10/10/2014
kwADAçores

29 de junho de 2017

29 de junho de 2017 por MC Barros comentários


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23 de junho de 2017

23 de junho de 2017 por Manuela Alves comentários
O Regimento dos capitães-mores e mais capitães e oficiais das companhias da gente de cavalo e de pé e da ordem que terão para se exercitarem, de 10 de Dezembro de 1570, veio criar as Capitanias-Mores, que se subdividiam em Companhias de Ordenanças.
Segundo o artigo 1º, do referido regimento, a eleição dos capitães das companhias, alferes, sargentos e mais oficiais, era feita pelos oficiais da Câmara e pelas pessoas que “costumavam andar na governança da terra”.
A base da constituição das capitanias era a terra – cidade, vila, concelho, couto, honra, etc., – base da organização territorial do Portugal de Antigo Regime.
Os alcaides-mores, função de nomeação régia, nas terras que os tivessem, eram capitães-mores por inerência. No caso das outras terras de jurisdição real o rei delegava a escolha na Câmara.
Na Câmara, em livro próprio, ficavam registadas as eleições e o juramento aos Santos Evangelhos dos oficiais e sargentos que constituíam as Companhias de Ordenanças.
As capitanias agrupavam várias companhias de ordenanças, cada uma comandada por um capitão, coadjuvado por um alferes, um sargento, um meirinho e 10 cabos de esquadra. Cada cabo chefiava uma esquadra de 25 homens.

A partir da Guerra da Restauração, as Ordenanças passaram a constituir uma espécie de 3ª linha do Exército, servindo de fundo de recrutamento e de complemento à 2ª linha (tropas auxiliares ou milícias) e a 1ª linha (tropas pagas).


Novas mudanças na organização das Ordenanças foram introduzidas durante todo o século XVIII. Em 1709, o alvará de 18 de Outubro, tendo como objectivo impedir as crescentes irregularidades praticadas nas câmaras no processo de eleição dos postos, efectuou transformações com a finalidade de promover uma maior interferência da Coroa na escolha dos ocupantes dos cargos. Outros alvarás continuaram com a política de centralização e controlo das Ordenanças, assim como da militarização dos seus oficiais, mas aqui interessa-nos apenas salientar as informações de carácter genealógico que podemos extrair destas listas bem assim como complementar informações obtidas ou omitidas noutras fontes.
Estas listas encontram-se, normalmente, nos Arquivos Municipais, e são de fácil leitura. Infelizmente, poucas ou nenhumas se encontram on line. A organização de índices pode constituir um instrumento de acesso aos arquivos locais no sentido de solicitar a digitalização e envio da documentação que nos possam interessar. Será também forma de sensibilizar os Arquivos para o interesse desta documentação adormecida nas prateleiras …

Listas de Ordenanças no Arquivo Municipal do Porto

Ordenanças Santo Ildefonso

Ordenanças de Bemviver - 1764

[Registo dos fogos e moradores no distrito da 2ª? Companhia da Capitania-mor de Ordenanças da cidade do Porto]

Registo dos moradores na zona pertencente à 2ª(?) Companhia de Ordenanças da Cidade, indicando os nomes, moradas, naturalidade, profissões, idades, estado civil e outros dados.
Para saber  mais: Organização das Ordenanças na página do Arqnet


Actualizado em 08/03/2019
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