Repositório de recursos e documentos com interesse para a Genealogia

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  • Primeiros passos em Genealogia: como começar, onde pesquisar, recursos disponíveis e outras informações.

  • Apelidos de família: de onde vêm, como se formaram.

  • Índices de passaportes, bilhetes de identidade, inquirições de genere e outros.

9 de novembro de 2017

9 de novembro de 2017 por MC Barros comentários
Da leitura de documentação antiga resultam, por vezes, algumas descobertas interessantes. É o caso da tomada de posse da igreja de S. João de Castelões pelo novo reitor Domingos de Sousa. Nele se descreve o ritual seguido nessa investidura. 

Missa de S. Gregório por Francisco de Campos - Séc. XVI (1560-1570) - Arquidiocese de Évora


Pela raridade deste tipo de testemunhos, achamos que seria de interesse para todos aqueles que têm antepassados que exerceram o mesmo cargo, e não só.

Aos vinte e dois dias de Março, domingo de paixão, dominica passion, do ano presente de seiscentos e quarenta e três na igreja paroquial de São João de Castelões do termo da vila de Guimarães, me foi entregue umas bulas apostólicas de Sua Santidade, as quais beijei e pus na coroa da cabeça como filho obediente aos mandados apostólicos, e as preguei na porta principal da dita igreja matriz, e as publiquei, estando presentes a maior parte dos fregueses, e por verdade delas dei posse a Domingos de Sousa reitor novo, e a seu requerimento fiz o seguinte, e das testemunhas abaixo nomeadas, e logo ele reitor disse missa na dita igreja, tomando a dita posse dela, pondo as mãos nos cálices e pedras de ara e corporais e vestimentas, e livros, e galhetas e tomou as chaves nas suas mãos e abriu as portas e as fechou, e tangeu o sino, sendo vigário na dita igreja o padre Francisco Jorge com seu título ad nutum, o qual disse que não punha dúvida alguma a ele dito reitor a tomar posse, mas que protestava não prejudicar seu direito que tinha de vigário com seus títulos que tem, assim desta dita igreja como da igreja de São Pedro de Queimadela e meeira a esta igreja de são João de Castelões. Testemunhas Domingos Fernandes de Varzielas e João Jorge e Pedro Francisco e António Francisco, Domingos Gaspar, todos fregueses desta igreja de Castelões, e eu Ciprião Machado, vigário de Santa Cristina de Agrela, que esta posse dei a requerimento do dito Domingos de Sousa reitor novo hoje era ut supra.

Não é difícil imaginar o ritual através das palavras de Ciprião Machado; os beijos, as bulas na cabeça, o abrir e fechar de portas, tanger o sino e tocar os objectos, todo um comportamento que não deixava dúvidas, a presentes e futuros, de que a reitoria era agora sua. Numa época em que ainda não eram seguidas regras rigorosas para a realização e arquivamento de inquirições de genere (os habilitandos ficavam com os processos, que acabavam por se perder), estes documentos serviam também de prova de sacerdócio. Neste caso específico, 50 anos mais tarde, ajudou a provar a pureza de sangue da geração de um habilitando. A braços com um impedimento que lhe resultara da fama de cristão-novo de que padecia, esgravatou arquivos à procura de provas da cristã velhice da sua família. Assim, com este documento, «donde se deixa ver as falsidades do impedimento», não deveria a diocese duvidar da sua limpeza, uma vez que, na percepção da altura, nunca teria Domingos de Sousa sido aprovado se fosse cristão-novo. Sabemos que muitos cristãos-novos foram de facto aprovados sob a capa de cristãos-velhos, mas isso é outra história...

kwADBraga
por MC Barros comentários
Publicados no Boletim de Trabalhos Históricos, estão online, mas dividido em vários pdf's. Os pdf's não são pesquisáveis e o português é o original, pelo que não é possível pesquisar dentro deles. Têm no entanto a vantagem de estarem ordenados cronologicamente.

Vol. XII, 1949-1950, p.160-192

1745 a 1746 - Revista: Vol. XII, 1949-1950, p.160-192
1746 a 1747 - Revista: Vol. XIV, 1952, p.73-96
1747 a 1749 - Revista: Vol. XIV, 1952, p.161-192
1749 a 1750 - Revista: Vol. XV, 1953, p.158-179
1751 a 1751 - Revista: Vol. XVI, 1954, p.97-104
1751 a 1752 - Revista: Vol. XVI, 1954, p.180-192
1752 a 1753 - Revista: Vol. XVIII, 1955, p.142-169







7 de novembro de 2017

7 de novembro de 2017 por MC Barros comentários
Documento muito interessante sobre a emigração portuguesa para o Brasil, sobretudo por abordar também o período colonial. Nele são listadas variadas fontes que poderão ser úteis para pesquisa de passaportes dessa época.



"Muitos portugueses chegaram no Brasil durante essa época, não apenas como colonos subsidiados, mas também como migrantes por conta própria. Livros de registo de passaportes do fim do século XVIII mostram que havia um pequeno, porém constante fluxo de pessoas que migravam para o Brasil independentemente. Estes não faziam parte de nenhuma iniciativa de colonização de um estado patrocinador, mas buscavam um futuro melhor." Note-se, no entanto, que a maioria seguia para o Brasil sem passaporte, sobretudo as mulheres.

Ainda assim, muitos desses recém-chegados (...) vieram para o Brasil sem passaporte e a sua chegada nunca foi registada. Em 1833, o chefe de polícia do Rio de Janeiro, Aureliano de Sousa Oliveira Coutinho, declarou que um grande número de portugueses haviam entrado no Brasil sem passaporte. Este afirmou:

  • ... milhares de portugueses, que atualmente nele (no império) estão residindo, é bem sabido que a maior parte deles veio sem trazer passaporte.
Um ano depois, o cônsul português João Baptista Moreira afirmou que a maioria dos portugueses vivendo no Rio de Janeiro tinham imigrado sem passaporte.   
A chegada de constantes e massivas ondas de portugueses no Brasil também é evidenciada por fontes qualitativas. Por exemplo, em 1826, o cônsul português no Rio de Janeiro Carlos Mathias Pereira, escreveu para o Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, o Conde do Porto Santo, dizendo que todos os navios de portugueses, particularmente vindos do Porto, chegaram ao Rio cheios de pessoas fugindo de Portugal.

  • Permita-me V. Exa. que eu tome a liberdade de apresentar que todas as embarcações que saem de Portugal vem cheias de gente fugida, particularmente as que vem do Porto. O “Danúbio” que chegou ultimamente, além de um grande número de pessoas que trouxe de mais na lista da tripulação, trouxe escondidos 38 rapazes; esta classe de gente que vindo para  o Brasil deve fazer falta a agricultura de Portugal.


5 de novembro de 2017

5 de novembro de 2017 por Gnealogiafb2 comentários
A revista Cadernos do Arquivo Municipal é editada semestralmente (junho e dezembro) pelo Arquivo Municipal de Lisboa, com o objetivo de divulgar o conhecimento do acervo à sua guarda. Publica artigos, sujeitos a arbitragem científica, sobre temas diversificados que tenham por base a documentação do Arquivo.
O conteúdo da revista é dirigido a investigadores, utilizadores do Arquivo e estudiosos da cidade de Lisboa. - in Arquivo Municipal de Lisboa

Abordando temáticas que vão desde a arquivística aos mais diversos aspectos da História de Lisboa, estes cadernos incluem, por exemplo, Histórias de Casas e quem lá viveu, entre outros assuntos interessantes para Genealogia.

HISTÓRIAS DE CASAS E DE QUEM LÁ VIVE(U) - VOLUME I

Os cadernos podem ser visualizados nos seguintes links:
Cadernos 1ª Série 
Cadernos 2ª Série


kwADLisboa

23 de outubro de 2017

23 de outubro de 2017 por MC Barros comentários
Os processos de dispensas matrimoniais são regulados pelas Constituições Sinodais do Arcebispo D. Sebastião de Matos e Noronha em 1637. Aí se estabeleciam que eram proibidos os casamentos entre pessoas com relações de consanguinidade/afinidade até ao grau estipulado pela legislação eclesiástica. Contudo, quando se verificassem motivos válidos e pertinentes para a realização desses casamentos era possível iniciar um processo que, verificando-se todas as exigências, era susceptível de conduzir à dispensa do grau de parentesco e consequente autorização para casar.

A série é composta por processos oriundos, geograficamente, de todo o território do Arcebispado de Braga. Cada processo apresenta diversos documentos, nomeadamente: requerimentos, breves apostólicos, declarações dos requerentes e de testemunhas, árvores genealógicas dos requerentes, penitências, transcrições de certidões de óbito, etc.
Fonte: ADB

La bénédiction du jeune couple avant le mariage - Pascal Dagnan


Esta documentação encontra-se digitalizada pelo FamilySearch, mas apenas uma parte está descrita na página do Arquivo Distrital de Braga, contendo os nomes dos nubentes, as suas naturalidades e a data da dispensa. Trata-se de uma série há muito aguardada, dado o seu interesse para Genealogia. O ficheiro Excel, contém essas descrições assim como os links para os respectivos processos no FamilySearch. 


Note bem: existem muito mais licenças para além destas, mas ainda não foram catalogadas pelo ADB. Se não encontram no ficheiro o que procuram, podem pesquisar no FamilySearch, onde existem os processos, mas não as descrições (terão de abrir os processos, um a um, até encontrarem o que procuram).

Os casamentos consanguíneos constituíam, muitas vezes, um mecanismo de manutenção ou aquisição de bens, sobretudo de  natureza fundiária. Sugerimos, assim,  a leitura do artigo Propriedade agrária e arranjos matrimoniais: uma análise comparada entre São Paulo do Muriahé e Minho, no século XIX, de Vitória Fernanda Schettini de Andrade, onde esta relação casamento/terra é analisada.

kwADBraga
Originalmente publicado em 31/03/2017

19 de outubro de 2017

19 de outubro de 2017 por MC Barros comentários
Já aqui temos falado das Habilitações do Santo Ofício como fontes muito importantes na pesquisa genealógica. Se é certo que os paroquiais, de longe a longe, nos permitem apreender alguns vislumbres da realidade daqueles tempos, é nas habilitações que encontramos as fatalidades, os embaraços pelos antepassados de infecta nação, a ambição a par do desespero perante o desvendar  de vergônteas inconvenientes, as deslocações e ausências da terra natal, ecos de um império impossível, a ilegitimidade, a amizade e a rivalidade... enfim, todo um escrutinar de vidas, cujo propósito, com fins nada honrosos aos olhos de hoje, gerou resmas de folhas que nos ajudam a escrever a história das nossas famílias para lá do mero acumular de nomes e parentescos.

Serve esta pequena reflexão de introdução à carta que aqui se partilha, do ano de 1695, transcrita de uma habilitação (com alguns arranjos para maior facilidade de leitura) onde nos é dada notícia das andanças de Sebastião Gonçalves e de sua mulher Verónica Dias, bisavós do remetente, vítimas da peste e exemplos de luta pela sobrevivência e da dos filhos. Nela encontram também a explicação da origem de um apelido.



Meu primo (…) 

Já creio saberá V. Mercê como o Reverendo Dr. Provisor nas inquirições da habilitação (...), saiu com seu despacho pedindo faça declaração da origem do avô materno chamado Sebastião Gonçalves, e tirando informações (…) me informaram ser filho de Salvador Gonçalves e de sua mulher Verónica Dias moradores que foram (…) nas casas que ficam por cima das de Jerónimo de Magalhães na esquina da viela ou travessa que vai para a rua de Trás o Terreiro dos Padres Loios que são as que ficam contíguas às casas do dito Jerónimo de Magalhães e que nelas ficaram vivendo o dito Salvador Gonçalves pelo seu ofício de cabeiro, e que aí nascera o dito meu avô, e outra sua irmã Maria Ferreira que foi a mãe de Maria Carneira (…) isto antes que houvesse a peste nesta cidade que parece foi no ano de 1581 conforme o que achei nas sepulturas que estão fora do postigo de Santo António desta cidade, aonde dizem estão enterradas as pessoas que morreram de peste, e não consta houvesse desde então semelhante mal nesta cidade. O que suposto dizem que quando Salvador Gonçalves, antes que houvesse a peste e sendo então o dito Sebastião meu avô criança, o mandaram (…) para casa de seus irmãos que dizem eram sete irmãos moradores na rua do Bairro da dita freguesia (…), dos quais V. Mercê também procede, e a um dos ditos irmãos se chamava Cabeça de Leitão, donde procederam ao depois os Leitões ou Leitoas suas filhas. E que o motivo que houve para se chamarem ao depois de apelido dos Leitões foi porque como estivesse o dito irmão de Salvador Gonçalves doente de doença que foi necessário cortar o cabelo, indo à dita igreja rapado, lhe chamaram então as moças daquela freguesia Cabeça de Leitão. E que, como nesta cidade apertasse o dito mal da peste, se foram o dito Salvador Gonçalves e a dita Verónica Dias dela fugindo e levaram em sua companhia a dita Maria sua filha que ainda então criavam ao peito por ser criança; e que chegando à dita freguesia donde era natural, o dito seu irmão o não quis recolher com o pretexto e receio de que iam ferrados da peste e lhe fizeram uma barraca ou cabana no monte pegado à dita freguesia para lá viverem e lhe levavam de comer, e com efeito, indo o dito Salvador Gonçalves com sua mulher e filha para a dita cabana, sucedeu daí a dias morrer nela o dito Salvador Gonçalves, o qual sua mulher enterrou e para isso lhe deram mortalha acochada, e ficou a dita sua mulher vivendo alguns dias criando ao peito a dita sua filha Maria, até que sucedeu chegar aos termos de morrer e, sentindo-se desta sorte, pediu mortalha e se enterrou a si própria até aos peitos que deixou de fora para a dita criança neles mamar enquanto pudesse. E que sabendo-se desse desespero, fora o juiz, ou ouvidor, daquela terra e freguesia e tiraram a dita criança e, para se acabar de criar, apenaram e constrangeram uma mulher de leite a qual mandaram pôr em outra barraca ou cabana que para isso fizeram, e sucedeu escapar do dito mal a criança e mulher, e que a dita criança se criou ao depois na dita freguesia em casa dos ditos parentes, aonde era tratada por a menina do milagre em razão de ter escapado do dito mal de peste, até que veio a ser enamorada do morgado (…) que teve a dita filha (…) que veio a falecer religiosa no convento de Santa Clara desta cidade. E que tendo notícia disso o dito Sebastião Gonçalves, seu irmão e meu avô, que nesta cidade estava trabalhando de cabeiro, se foi à dita freguesia a buscar a dita irmã para a matar por se haver desonestado com o dito morgado que saiu com seus criados a impedi-lo, de que resultou brigas e pancadarias e houveram feridos e por essa causa a não tratou mais por irmã… 


18 de outubro de 2017

18 de outubro de 2017 por Paula Peixoto comentários
Há mais de 15 anos que compilo informação sobre história, tradições e curiosidades das Forças Armadas Portuguesas. O resultado deste trabalho foi organizado num projeto para publicação mas que, por indisponibilidade das instituições que contatei e falta de interesse das editoras, estaria condenado a "morrer" numa das minhas gavetas.
Pensando melhor, decidi disponibilizá-lo neste espaço para que possa ser utilizado para estudo, tirar dúvidas ou como simples leitura curiosa...
Divulguem por todos os vossos amigos para que chegue ao maior número possível de pessoas, mostrando desta forma que as Forças Armadas também são cultura, também são património e, naturalmente, são uma das raízes do Portugal de hoje!
O autor, José Alves dos Santos

10 de outubro de 2017

10 de outubro de 2017 por Paula Peixoto comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.
O nosso agradecimento ao Rafael Baker Botelho e ao Joaquim Martins pela disponibilização dos seus índices que aqui também se partilham.



Dica: Clique no nome do livro para o abrir; clique em Excel para abrir o índice.


Tabela
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Soito, Sabugal
Soitogenea - É objectivo do autor, dar a conhecer os assentos paroquiais do Soito, Sabugal. Para já perto de 2000 mil resumos de assentos de casamento, de 1735 a 1945 e óbitos, de 1901 a 1910.
No blog Soito Imagens, encontram-se também alguns índices de registos paroquiais.

Freixedas, Pinhel
Através de José António Reis, tomamos conhecimento da existência destas "súmulas de um livro de óbitos perdido, da freguesia de Freixedas do tempo das invasões francesas. As fotocópias integrais deste livro estão no Arquivo Distrital da Guarda (oferecidas pelo autor) e provavelmente poderão ser consultadas". 

Nas palavras do autor, Lívio Correia, extraídas do preâmbulo deste livro:

Muitas são as causas apontadas para a ausência dos livros nos arquivos oficiais. Todavia, antes de admitir a sua perda total, atitude positiva consiste em colocar a hipótese otimista de que eles podem encontrar-se ainda na posse de outras entidades. Isso permite manter a esperança de os podermos consultar algum dia. Procurá-los e divulgá-los é portanto a ação prioritária, já que a sua perda, por efeito de guerras, de catástrofes naturais, da natureza perecível dos materiais utilizados, ou da incúria dos homens, essa sim é um facto irreversível.
(...)
E assim encontrei no arquivo paroquial de Freixedas um "Livro de Necrologia" que nada mais é que um livro de óbitos de um dos períodos em falta. Tive a maior satisfação de receber do pároco à época, o Rev. Delfim Pires, a melhor cooperação para a sua consulta e fotocópia. A ele quero por isso manifestar o meu vivo agradecimento.
Este "Livro de Necrologia" é um livro de óbitos de 10.7.1794 a 31.5.1806 e, com um salto de 16 anos, continua em 5.3.1822 e termina em 2.8.1858. Abrange por isso muitas décadas.

kwADGuarda

Originalmente publicado em 02/11/2014

9 de outubro de 2017

9 de outubro de 2017 por GenealogiaFB comentários
A fim de facilitar a pesquisa de habilitações a cargos no Santo Ofício, em 2016 elaborámos índices de todos os processos existentes no ANTT, aqui publicados. Existem muitos erros de transcrição e até de ortografia nas descrições da DGLAB, um dos motivos pelos quais a pesquisa no Digitarq é pouco produtiva. Para verificar e corrigir tudo gastaríamos imenso tempo (somos apenas três pessoas), pelo que optámos por não mexer. O facto de estar tudo no índice permitiria a cada um localizar mais facilmente as pessoas que procuravam, ainda que os seus nomes não estivessem totalmente correctos.

Agora, em colaboração com o Repositório Histórico, foi criada uma base de dados para estes processos. Qualquer utilizador pode aí pesquisar a partir da página de índice, e pode também, simultaneamente, indexar o processo, ou processos, que consulta. Estará, assim, a contribuir para o enriquecimento da base de dados, seja pela adição de informações em falta (naturalidades, pais, avós, etc), seja pelo envio de correções a possíveis erros que detectem. 

Clique na imagem para aceder à base de dados
Uma das grandes vantagens desta base de dados é permitir ainda a indexação de cônjuges, ou futuros cônjuges, também habilitados pelo Santo Ofício, o que aumenta imenso as possibilidades de pesquisa.

A pesquisa é livre, mas contamos com a colaboração de todos. Caso se verifique uma elevada desproporção entre consultas e indexação,  a pesquisa na base de dados poderá, eventualmente, ser restringida àqueles que para ela contribuem, continuando, no entanto, a ser gratuita.

Há projectos que são, e serão sempre, gratuitos. É o caso do Repositório Histórico, com quem o GenealogiaFB colabora activamente, participando também na sua gestão, e um leque crescente de colaboradores que fazem isto exclusivamente por gostarem de o fazer, porque acreditam nas vantagens da livre circulação da informação, porque acham que estão a contribuir para o desenvolvimento cultural da sua região e do país, assim como da Genealogia em particular.
A parte informática do projecto é desenvolvida gratuitamente por uma empresa da área. Porque o faz pro bono, faz todo o sentido que o Repositório Histórico faça a respectiva atribuição na sua página, tal como o faz para todos os colaboradores.

Agradecemos à M Eduarda Fernandes, à Cláudia Gil, ao Manuel Silva Lopes, ao Fernando Correia, ao João Carrilho, à Conceição Oliveira e ao Carlos Maia, a disponibilidade e simpatia com que responderam ao nosso pedido de ajuda na fase de testes desta nova ferramenta, assim como toda a colaboração prestada.

Os ficheiros Excel continuam disponíveis aqui, mas não serão actualizados. Recomendamos, por isso, vivamente a utilização da base de dados no Repositório Histórico.


Série ANTT
Índice
Descrição
Habilitações
15[?]-18[?]
Diligências de habilitandos a diversos cargos do Tribunal do Santo Ofício, predominantemente para o de familiar.
Habilitações Incompletas
1588-1820
Tribunal do Santo Ofício, Conselho Geral, Habilitações Incompletas
Habilitações de Mulheres
1606-1818
Tribunal do Santo Ofício, Conselho Geral, Habilitações de Mulheres



8 de outubro de 2017

8 de outubro de 2017 por Manuela Alves comentários
Actualmente, o Bispado de Lamego é constituído por 14  arciprestados com 223 paróquias. Como característica única na organização eclesiástica portuguesa. é o facto  da sua sede, a cidade de Lamego, não ser capital de um Distrito.

Dada a organização eclesiástica ser muitas vezes a referência usada pelos párocos nos registos vitais, é importante para as nossas pesquisas conhecer essa organização.

Já aqui falamos da evolução da divisão administrativa de Portugal, com destaque para o fabuloso Atlas Histórico, ferramenta online que permite a pesquisa de paróquias, municípios, bispados, comarcas, mostrando também as alterações que essas divisões foram sofrendo ao longo do tempo.


Bispado de Lamego em 1758 e 1801 (clicar nas imagens para aumentar)

Revimos e actualizamos, com mapas relativos aos concelhos/arciprestados deste bispado, uma lista de 2006 publicada por Victor Ferreira no Forum Geneall, que podem consultar aqui.

Sobre a diocese:
Desde a fundação da diocese, formalizada  cerca do ano 570, por influência de S. Martinho de Dume que a submeteu naturalmente à metrópole bracarense, o bispado estendeu-se pela área que hoje ocupa, acrescentada dos concelhos de Arouca e Castelo de Paiva, desanexados mais tarde aquando da criação e depois restauração da diocese de Aveiro. Desde 4 de Julho de 1403 até 1770, ano da erecção da diocese de Pinhel, Lamego integrou também o vasto território de Riba-Côa, desde o rio Douro ao Sabugal, num total de 60 freguesias; desde 1882 até à criação do bispado de Vila Real, em 1922, estendeu-se para além-Douro, pelos concelhos de Alijó, Régua, Santa Marta de Penaguião, Mesão Frio, Sabrosa e Murça (Fonte: Diocese de Lamego)


5 de outubro de 2017

5 de outubro de 2017 por Manuela Alves comentários

28 de setembro de 2017

28 de setembro de 2017 por MC Barros comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicam-se aqui Índices de baptismos, casamentos ou óbitos, do distrito de Viseu, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas. Abrimos este distrito com alguns índices de baptismos da freguesia de S. Cristóvão de Nogueira, Cinfães, elaborado por Cândida Vasconcelos Ferraz, que generosamente aqui os partilha. Os nossos agradecimentos também à Isabel Andrade pelo índice de Almacave, ao António José Mendes pelo índice de Ferreiros de Tendais e ao Nuno Rebelo pelos índices de Destriz.





Tabela
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Originalmente publicado em 29/08/2016
kwADViseu

19 de setembro de 2017

19 de setembro de 2017 por MC Barros comentários
Para ajudar no cálculo e demonstração de graus de parentesco, que por vezes aparecem mencionados nos registos de casamento, fizemos uma tabela numa folha Excel que aqui partilhamos.

Para saber mais sobre graus de parentesco sugerimos a leitura do texto do João Ventura no tombo.pt.



As instruções são simples: substituir os N pelos nomes dos contraentes, avós, bisavós e trisavós. A folha já vai formatada para impressão, caso desejem imprimir.
Clique aqui para aceder ao ficheiro.

Por vezes aparecem nos registos termos nem que nem sempre são fáceis de interpretar, tais como transversal, oblíquo, misto e outros. É mais fácil se seguirem estas regras:

1 - Grau igual: ambos os cônjuges são descendentes do tronco comum no mesmo número de gerações. Exemplo: sãos ambos netos dos mesmos ascendentes, ou ambos bisnetos ou trinetos. Por vezes aparece também o termo "simples" nestas situações.

2 - Grau desigual: os cônjuges são descendentes do tronco comum num número diferente de gerações. Exemplo: se um tio casa com uma sobrinha, ele é filho do tronco comum (1 geração) enquanto ela é neta do mesmo tronco (2 gerações).

3 - Misto: o mesmo que desigual. Refere-se às situações em que o parentesco ocorre em mais do que um grau, indicando-se os dois graus. Exemplo: 3º grau misto do 2º - um dos cônjuges é bisneto do tronco comum (3º grau) e o outro cônjuge é neto desse mesmo tronco (2º grau). Também pode aparecer o termo "atingente" em vez de misto.

4 - Transversal, oblíquo ou lateral: o mesmo que colateral. Significa que nenhum dos cônjuges é descendente do outro, o que constituí a grande maioria dos casamentos consanguíneos. Há casos em que um avô casa com uma neta, mas são situações muito raras.

5 - Duplicado ou múltiplo: significa que há mais do que um tronco comum.

Para ajudar, consultem a cábula seguinte. Lembrem-se que isto é para graus canónicos. Os civis são diferentes.




A nossa leitora, Isabella Baltar, traduziu a planilha acima para inglês, para que pessoas que não falam português a possam também utilizar. Clique aqui para descarregar.

For non Portuguese speakers, an English version of the above spreadsheet is available for download, courtesy of Isabella Baltar who translated it

A pedido de alguns leitores, fizemos outro esquema com 10 gerações. A visualização não é tão boa, mas tem a vantagem de também poder ser usada para vários fins.


Originalmente publicado em 5-8-2016

4 de setembro de 2017

4 de setembro de 2017 por Paula Peixoto comentários
Como é do conhecimento geral, a emissão de certidões do Registo Civil pode ser requisitada em qualquer conservatória. Na página do Instituto de Registos e Notariado, encontram as listas das conservatórias dos concelhos de Lisboa, Porto e Vila Nova de Gaia. Estas listas incluem as datas dos livros paroquiais que cada uma possuí.


Para mais informações sobre pedidos de certidões, consulte este artigo.

kwADLisboa, kwADPorto
por Manuela Alves comentários
A ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE GENEALOGIA é uma associação cultural sem fins lucrativos, e tem por principal MISSÃO: incentivar e apoiar a investigação, estudo e divulgação da Genealogia em Portugal, na sua inter-relação com a História, a Sociologia e a Demografia, e a defesa e conservação de patrimónios documentais públicos e privados.
Fonte http://www.genealogia-pt.com/pt02.htm 



A Revista Raízes & Memórias, é uma publicação da Associação Portuguesa de Genealogia, tem o  preço de 45, 00 € e encontra-se à venda na Livraria Férin, em Lisboa, e on line em  livrarias especializadas em genealogia. Pode ainda ser consultada em Bibliotecas Públicas.

Porque julgamos  muito útil a sua divulgação, depois de o termos publicado no grupo do Facebook, aqui divulgamos o Índice Geral das revistas 1 a 33, para memória presente e futura.


Índice Geral Revistas 1 a 29  (pdf)

Índice da Revista n.º 30 (a aguardar dados)

 Imagem gentilmente cedida pelo Nuno M. Barata-Figueira, a quem agradecemos.
















Índice da Revista n.º 31

  • «Editorial – Da “Genealogia” à “História Local”»;
  • «”In Memoriam” – Duarte Nuno do Vale e Vasconcelos», por Fernando d’Abranches Tavares Correia da Silva;
  • «”In Memoriam” – Dr. Francisco António de Simas Alves de Azevedo», por José Filipe Menéndez;
  • «Uma Família Inglesa em Viana do Castelo – Os Norton de Dartmouth», por Nuno Miguel Marques Barata-Figueira e Luís Miguel Pulido Garccia Cardoso de Menezes;
  • «Herança de Família», por Lívio Correia;
  • «Sepulturas Armoriadas do Claustro do Convento de Nossa Senhora dos Remédios – Évora», por António Rei;
  • «A Origem dos Mendes Barata da Longra – A Provável Ligação duma Família Pampilhosense aos Baratas de Oleiros», por Pedro Amaro e Nuno M. Barata-Figueira;
  • «Sobre uma Tipologia de “Erros” nos Registos Paroquiais Relativos a Cristãos-Novos em Processo de Redefinição do Seu Estatuto Social – Um Caso Paradigmático na Vila de Redondo», por Luís Projecto Calhau;
  • «Uma Breve Abordagem à “Casa-Chefe” dos Araújo Cerveira – A Linhagem dos Primeiros Senhores do Prazo e Quinta da Pena na Minha Ascendência Paterna», por Maria Francisca Martins;
  • «A Quinta dos Aciprestes e o Pátio dos Giraldes», por Diogo de Azeredo Barata de Tovar;
  • «A Ascendência Açoriana de Eça de Queiroz», por António de Ornelas Mendes;
  • «Os Sousa Prego – Percursos duma Família: Das Origens Colarejas à Principalidade Sintrense», por José Filipe Menéndez;
  • «Pindela – Influências das Pessoas e do Tempo», por João Afonso Machado;
  • «SUSSURROS DA MEMÓRIA – Uma Teia de Cristãos-Novos: Percursos Labirínticos na Genealogia da Família Estrela (Diogo Mendes Pereira – Entendendo as Teias… Os Fios… Os Laços…)», por Maria David Eloy;
  • «Notas Genealógicas da Herdade de Alvares», por Nuno Miguel Marques Barata-Figueira;
  • «Um Episódio das Guerras Liberais em Lourosa (E Sua Extensão a Balocas, Vila Pouca e Avô), por Maria José Borges Valentim e António Alves Borges;
  • «A Origem dos Quintanilhas em Portugal», por Vasco Quintanilha Fernandes;
  • «Os Zuzarte Maldonado, do Alto Alentejo (II) – Velhas Raízes Genealógicas», por João Baptista Malta;
  • «O Vínculo da Capela de São Simão do Bunheiro e a Família Ruela do Concelho de Murtosa», por Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes;
  • «A Comenda de São Miguel de Coja na Ordem de Cristo, nos Séculos XVI e XVII – Laços e Nós, Genealógicos e Sociais»; por Fernando d’Abranches Tavares Correia da Silva;
  • «Relação das primeiras Alunas do Instituto de Odivelas (Infante Dom Afonso)», João Manuel P. Pessoa de Amorim; e
  • «”Ex Libris” de Sócios da A. P. G.», onde se dá conta da nova marca de posse do associado João Francisco Coelho da Fonseca Barata, da autoria do Mestre Segismundo Pinto.


Índice da Revista n.º 32

  • Editorial – Genealogia e Direito Nobiliárquico; José Carlos Soares Machado.
  • A família Duarte Rebelo de Sousa – Alguns Costados Inéditos; Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes & Nuno Miguel Marques Barata-Figueira.
  • Contributo para a genealogia do poeta palaciano Anrique da Mota; Luís Projecto Calhau.
  • Numeramentos na Idade Média em Portugal – Dificuldades na execução; João Silva de Sousa.
  • Uma varonia milenária: Os Souza Coutinho; Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes.
  • Melo Coutinho, de Darei – Clarificação genealógica; António Manuel d’Albuquerque Rocha Gonsalves.
  • Padre Teodoro Ferreira Jácome – Percursos de uma vida – Desde o Baixo Mondego a Terras de Vera Cruz; José Filipe Menéndez.
  • Antroponímia – Esboço de Estudo – Freguesia de Nossa Senhora das Areias, Distrito de Leiria – 1800-1850; Rui do Amaral Leitão.
  • Azevedos da Ponte de Sor; Alice Lázaro.
  • A família Homem-Telles da Beira; Pedro Teles.
  • A Carta de armas quinhentista de Fernando Maldonado: do Alto Alentejo a São Petersburgo; João Maldonado Correia.
  • O lugar do Burgueto na freguesia de Sousa; Lívio Correia.
  • Correia Ferreira Homem – Subsídios para o Estudo da Sociedade na Vila de Cabrela, no 5º Centenário do seu Foral – Cabrela – Montemor-o-Novo (séc. XVII / XIX); Luís Jaime Rodrigues Martins.
  • A comenda de São Miguel de Coja na Ordem de Cristo, nos séculos XVI e XVII – Laços e Nós, Genealógicos e Sociais; Fernando d’Abranches Tavares Correia da Silva.
  • Relação das primeiras alunas do Instituto de Odivelas (Infante D. Afonso); João Manuel P. Pessoa de Amorimm.
  • I Tertúlia Genealógica em Castelo Branco; FATCS:
  • O Arquivo Distrital de Castelo Branco – Quem somos e o que fazemos?; Maria Clara Baptista Beato Fevereiro.
  • Notas sobre a construção do Palácio de Rafael José da Cunha em Castelo Branco – O Palácio dos Cunhas; Leonel Azevedo.
  • Grandes vultos do distrito de Castelo Branco; António de Mattos e Silva.
  • Ligações familiares aos Cardoso de São Martinho de Mouros – Os Cardoso Frazão, os Barata de Castilho, os Barões de Castelo Novo, os Cunha Mota e os Viscondes de Oleiros; Nuno Miguel Marques Barata-Figueira.
  • Vice-Reis da Índia na Ascendência da Família dos Barões de Castelo Novo; Fernando d’Abranches Correia da Silva.
  • A complexidade do universo familiar cristão-novo – Teias, fios e laços genealógicos; Maria David Eloy.
  • TnT – Temas na Tertúlia: – 2015.
  • Notícias do ano de 2015.
  • Estante.
  • Movimento Associativo.
  • Índice geral de Raízes & Memórias até ao n.º 31.
  • Estatutos da A. P. G.
  • Lista de Sócios.
Índice da Revista n.º 33

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Agradecemos ao Nuno M. Barata-Figueira, a partilha deste número que estava em falta nesta lista.
  • Editorial – 30 Anos de Vida Institucional – O Festejo da Existência ou da Realização? por José Carlos Soares Machado…p. 3
  • In Memoriam Eng.º João Francisco Coelho da Fonseca Barata por Fernando d’Abranches Correia da Silva…p. 5
  • Tavares de Pinho de Silva Escura – Em abono do Nobiliário de Luís da Gama por João da Fonseca Barata † & Fernando d’Abranches Correia da Silva…p. 9
  • Dois Trabalhos Inéditos de João da Fonseca Barata – Dos Açores à Beira Serra por Nuno Miguel Marques Barata-Figueira…p. 19
  • Cartas de Brasão de Armas dos Avoengos Açorianos de [por] João Francisco Coelho da Fonseca Barata †…p. 22
  • Habilitações De Genere de Padres do Termo de Alvares, Bispado de Coimbra por João Francisco Coelho da Fonseca Barata †…p. 25
  • Rebellos, da freguesia de São Miguel do Juncal, termo de Porto de Mós por Francisco Montanha Rebello…p. 33
  • D. Ximena Moniz, Mãe de D. Teresa, Condessa (Rainha) de Portugal por António Ilídio Lima Leite Lobo †…p. 87
  • Negreiros Metello por João Carlos Metello de Nápoles…p. 91
  • Os Almeida Vilhena, de Aveiro. A sua Ascensão durante a Monarquia e a 1.ª República por José Manuel Huet de Bacelar de Almeida…p. 99
  • Ligações Papais nas Famílias Portuguesas por Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes…p. 187
  • Mafra nas Memórias do Conde de Mafra - Genealogia e outras histórias por José Filipe Menéndez…p. 239
  • Quem era D. Estefânia Ponça? por Alice Lázaro…p. 253
  • A Casa e Capela de Santa Rita na Pampilhosa da Serra – a sua Antiguidade e os sucessivos proprietários por Ana Paula Loureiro Branco… p. 259
  • A Família Saavedra Rebelo Sebastião – Entre o Baixo Alentejo e o Alto Douro por Nuno Miguel Marques Barata-Figueira & Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes…p. 279
  • A Carta de Armas Quinhentista de Fernando Maldonado – Adenda por João Maldonado Correia…p. 309
  • Relação das Primeiras Alunas do Instituto de Odivelas (Infante D. Afonso) por João Manuel P. Pessoa de Amorim…p. 329
  • II Tertúlia Genealógica em Castelo Branco…p. 393
  • Francisco Tavares Proença Júnior e a 1ª década do século XX por Raquel Vilaça… p. 399
  • A Genealogia Paterna de Francisco Tavares de Almeida Proença Júnior por Fernando d’Abranches Correia da Silva…p. 411
  • TnT – Temas na Tertúlia e Outros Acontecimentos – 2016…p. 441
  • Memória da I Grande Guerra - Nos 100 anos da entrada de Portugal no conflito…p. 447
  • Memórias de Família - O médico que andou desaparecido na Flandres por Ricardo Charters d’Azevedo… p. 449
  • Aníbal de Azevedo, um dos Oficiais Mais Condecorados da I Grande Guerra por João Quintanilha de Mendonça…p. 451
  • Homenagem a um herói da Iª Grande Guerra – Dr. Manuel Hermenegildo Lourinho, médico presente em LA LYS e prisioneiro por José Carlos Lourinho Soares Machado…p. 453
  • Marechal Manuel Gomes da Costa - memória genealógica e biográfica por Fernando d’Abranches Correia da Silva…p. 457
  • Uma órfã da I Grande Guerra por João Pessoa de Amorim…p. 465
  • Notícias do ano de 2016 por Nuno M. Barata-Figueira & Fernando d’Abranches Correia da Silva…p. 467
  • Addenda Auctorum por Manuel Alfredo Cortez da Silva Lopes…p. 475
  • Estante…p. 476
  • Vida Associativa…p. 478
  • Índice Geral até ao N.º 32…p. 481
  • Listas de Sócios…p. 492
  • Índice…p. 505

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