Repositório de recursos e documentos com interesse para a Genealogia

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  • Primeiros passos em Genealogia: como começar, onde pesquisar, recursos disponíveis e outras informações.

  • Apelidos de família: de onde vêm, como se formaram.

  • Índices de passaportes, bilhetes de identidade, inquirições de genere e outros.

2 de março de 2015

2 de março de 2015 por Manuela Alves comentários
Já tivemos ensejo de publicar neste blog alguns instrumentos de investigação genealógica, disponíveis on line, com informação sobre os percursos académicos dos nossos antecessores.

O que agora aqui partilhamos é um trabalho da autoria de Ana Maria Leitão Bandeira,  intitulado Percurso académico na Universidade de Coimbra, nos séculos XVI a XX (orientações para pesquisa) e que pode ser descarregado no separador das Orientações de Pesquisa do Arquivo da Universidade de Coimbra.

Mesmo que a deslocação ao AUC , para consultar in loco a documentação,  não  esteja ao alcance de muitos de nós, este trabalho é muito interessante e rico de informações sobre a carreira universitária dos nossos antepassados, bem como das contribuições de carácter genealógico que integram o seu curriculum estudantil.


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1 de março de 2015

1 de março de 2015 por Manuela Alves comentários
Este artigo, sobre as particularidades femininas do parentesco português, aborda o lugar da mulher portuguesa na filiação, segundo os modos contrastados do registo civil e da prática rural tradicional. Tal, para evidenciar, por um lado, a diversidade portuguesa da filiação e, por outro, a persistência relativa da memória matronímica da mulher graças às diferentes práticas de outorga do seu nome aos filhos. Como elementos de sustentação destes modelos, o autor demonstra ainda o papel de interdependência entre aqueles e a representação rural da consanguinidade, do tipo de residência matrimonial e da inflexão matrilinear das relações parentais.

PARTICULARIDADES DO PARENTESCO PORTUGUÊS: A MEMÓRIA DO NOME DE FAMÍLIA FEMININO E A SUA OUTORGA AOS FILHOS

Autor: ARMINDO DOS SANTOS

Partilhado por Nuno Barbosa de Madureira, a quem agradecemos.

27 de fevereiro de 2015

27 de fevereiro de 2015 por Manuela Alves comentários
Da importância dos processos de inquirição de genere para a investigação genealógica já se falou   em comentários anteriores a propósito da disponibilização on line dos respectivos processos existentes no Arquivo Distrital de Braga ou no Arquivo Distrital do Porto. Infelizmente não podemos 
dizer o mesmo para outros Arquivos,  eclesiásticos ou não.

O artigo de Ana Margarida Dias da Silva,  que aqui partilhamos, sobre a origem geográfica dos membros do Cabido de Coimbra, tem uma importante contribuição para o conhecimento de processos de outras regiões do País. Como refere a autora:

O presente trabalho resulta da identificação, recolha e reunião de processos que se encontravam dispersos e por identificar entre um conjunto de documentação avulsa da mais variada tipologia, incluída nos maços provenientes da Câmara Eclesiástica de Coimbra, aquando da sua transferência em 1932, do Seminário Maior de Coimbra para o Arquivo da Universidade de Coimbra (AUC).
Foram localizados e reunidos 686 processos, situados cronologicamente entre 1521 e 1863, relativos à Sé de Coimbra, 5 processos que correram em Coimbra mas para outras Sés, nomeadamente, Elvas, Évora, Faro e Leiria, e 10 processos que correram pela Câmara Eclesiástica de Leiria. (...) No final se inclui um índice com a informação colhida nos processos.

PROCESSOS PARA DIGNIDADES E BENEFICIADOS DA SÉ DE COIMBRA: ORIGEM GEOGRÁFICA 
Autora Ana Margarida Dias da Silva,  a quem agradecemos a partilha on line.



kwADCoimbra
por Paula Peixoto comentários
Portugal antigo e moderno : Diccionario Geographico, Estatistico, Chorografico, Heraldico, Archeologico, Historico, Biographico e Etymologico de todas as cidades, villas e freguezias de Portugal e de grande numero de aldeias. Se estas são notaveis, por serem patria d’homens celebres, por batalhas ou noutros factos importantes que nellas tiveram logar, por serem solares de familias nobres, ou  por monumentos de qualquer natureza, alli existentes. Noticia de muitas cidades e outras povoações da Lusitania de que apenas restam vestígios ou somente a tradição.
Pinho Leal, Augusto Soares d'Azevedo Barbosa de

para visualizar os livros, clicar nos índices

Volume Índice por Letra
1 A-BUS
2 C-DUU
3 EBU-JUV
4 LAB-LUZ
5 MAÇ-MUX
6 N-PEZ
Volume Índice por Letra
7 PHE-PUS
8 QUA-SAN
9 SAO-TYU
10 UCA-VIE
11 VIL-VIL
12 VIM-ZUR

23 de fevereiro de 2015

23 de fevereiro de 2015 por Manuela Alves comentários
A falta de consistência nas descrições arquivísticas foi motivo de dificuldades na indexação dos numerosos processos, que procuraremos ir melhorando com a prática.
Atendendo ao facto destas indexações serem encaradas fundamentalmente como instrumentos de investigação genealógica familiar levaram a outra opção, que iremos implementando à medida das nossas disponibilidades de tempo: referir as localidades em termos de freguesia e concelho (sempre que possível) em termos actuais, tais como as podemos encontrar nos Arquivos Distritais. Outra opção facilitadora da pesquisa será a inclusão da ordenação cronológica e da ordenação toponímica, nos livros completos por ordem alfabética.

Cada processo tem a respectiva hiperligação, pois as descrições do conteúdo, em muitos casos, são muito mais completas que o sumário dos índices. O índice geral (por maço) das Justificações Ultramarinas relativas ao Brasil pode ser consultado no ANTT.

Chegada de D.João VI ao Brasil

Letra
Documento Excel
Estado
A
Letra A JJU Brasil Completo
B C D
Letras B, C, D  Brasil Incompleto
E F G
H I
J
Letra J Brasil Incompleto
L
Letra L Brasil Incompleto
M
Letra M Brasil Incompleto
N O
P
Letra P Brasil Incompleto
Q R
Letras Q R JJU Brasil Completo
S T U V
Letras S T U V JJU Brasil Completo

Originalmente publicado em 8/9/2014

18 de fevereiro de 2015

18 de fevereiro de 2015 por Maria do Céu Barros comentários
Na página do Arquivo Distrital do Porto estão descritos os livros de prazos deste mosteiro, os quais ainda não foram digitalizados. Existem porém alguns índices, elaborados por José António Reis, a quem agradecemos a partilha, e que aqui se publicam.

Índices de prazos de Marco de Canaveses

Freguesia de Aliviada
Freguesia de Alpendurada
Freguesia de Ariz
Freguesia de Boelhe
Freguesia de Folhada
Freguesia de Matos
Freguesia de Paços de Gaiolo
Freguesia de Penha Longa
Freguesia de S. Pedro de Miragaia (novo)
Freguesia de Sande
Freguesia de Torrão
Freguesia de Vila Boa do Bispo
Freguesia de Vila Boa de Quires




«O Mosteiro de São João Baptista de Pendorada era masculino, pertencia à Ordem e à Congregação de São Bento. Em 1059, foi fundado no lugar da Pendorada (antigo concelho de Benviver), provavelmente pelo monge Velino, no contexto da renovação da vida eclesiástica e monástica a partir do concílio de Coyanza (1055), segundo modelo consignado nas obras de Frutuoso de Braga e de Isidoro de Sevilha.

Também era designado por Convento de São João de Alpendurada.

Por volta de 1080, adoptou os costumes cluniacenses e a Regra de São Bento. Até ao princípio do século XV, foi governado por abades perpétuos, depois por abades comendatários até 1569, data em que dele tomou posse a Congregação de São Bento. Como nesta data o comendatário ainda era vivo, foi governado por priores trienais eleitos até à data da sua morte, em 1588. Entre 1599 e 1611, devido ao facto de as rendas do mosteiro serem aplicadas ao de São Bento da Vitória, no Porto, e a comunidade passou a residência sem abade.

Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo.

Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.»

Obs: Mais sobre prazos, ou contratos enfitêuticos.

(originalmente publicado em 3/11/2014)
kwADPorto
por Maria do Céu Barros comentários
A limpeza de sangue e a escrita genealógica nos dois lados do Atlântico entre os séculos XVII e XVIII: Alguns aspectos.

Em boa verdade, se os processos de nobilitação foram, na prática e em diversos países europeus, elo de constante ligação entre poderes instituídos e clientelas emergentes, só o estudo destas últimas, numa perspectiva sociológica de história e mobilidade das elites, logrou concitar o interesse dos estudiosos. No geral pouca foi a atenção dispensada à própria trama processual, quer para o caso das habilitações, provas de nobreza e outras, quer quanto ao complexo universo das nuances literário-genealógicas que lhe serviam de enquadramento.
Isto, a despeito de todo o cortejo de incidências que, no quotidiano, as acompanhavam: cumplicidades, clientelismo e até má-fé e corrupção, já que as genealogias constituíam «terreno aberto de luta e de conflito»

Trabalho de João Figueirôa-Rego, partilhado pelo autor e adicionado à Biblioteca do blog.
e-DITTIP: Limpeza de Sangue

por Maria do Céu Barros comentários
Sobre a diáspora cristã-nova portuguesa no Peru, para quem quer saber mais.

Es muy grande la cantidad de portugueses que han entrado en este reino de Perú, [...] por Buenos Aires, el Brasil, Nueva España, Nuevo Reino y Puerto Belo [...] muchos casados y los más solteros, habían se hecho señores de el comercio; la calle que llaman de los mercaderes era casi suya; el callejón todo […]. El castellano que no tenía como compañero de tienda a portugués, le parecía no tener suceso bueno. 
(Texto de um papel anónimo dirigido ao Santo Ofício em 1636)

Trabalho de João Figueiroa-Rego, partilhado pelo autor e adicionado à Biblioteca deste blog.
NOTAS DE ERRÂNCIA E DIÁSPORA. A presença de cristãos-novos portugueses no Perú: Inquisição e tabaco (séculos XVI-XVII)

16 de fevereiro de 2015

16 de fevereiro de 2015 por Manuela Alves comentários
Extinto com a reforma de Mouzinho da Silveira, o Juízo das Justificações Ultramarinas funcionava na dependência do Juízo da Índia e Mina. Competia-lhe conhecer das causas de justificação e habilitação a heranças de pessoas falecidas no Ultramar ou com bens naqueles domínios e dívidas de pessoas aí falecidas.
Os processos são contituídos por:

- petição do justificante ou habilitante
Contém dados genealógicos. As relações de parentesco apresentadas são menos ou mais exaustivas consoante o número de herdeiros e a relação existente com o detentor dos bens, Nalguns casos a habilitação é a legados deixados por alguém a instituições e outras pessoas ou a legados dotais para casamento de jovens pobres. Refere também a naturalidade de onde são naturais os detentores dos bens.

- carta régia para se proceder à inquirição de testameunhas
Uma provisão régia determinava que as testemunhas fossem conhecidas do escrivão. Caso tal não acontecesse, o justificante era obrigado a apresentar mais duas, que, simultaneamente, sejam conhecidas do escrivão e conheçam as outras. Esta medida surgiu no sentido de evitar os “grandes e repetidos descaminhos que se fazem dos dinheiros que com justificações falsas se tiram dos cofres dos defuntos e ausentes”.

- inquirição de testemunhas.
- certidões de baptismo, casamento e óbito.
- despacho da Mesa da Consciência e Ordens
- sentença do juiz das Justificações Ultramarinas
- sentença da Mesa da Consciência e Ordens (começa, geralmente por, bem julgado foi ...).

As causas de justificação e habilitação por questões de herança tinham que ir à Mesa da Consciência e Ordens.
Fonte:  A.N.T.T.

Muitas dessas justificações estão digitalizadas e são preciosos instrumentos para o conhecimento ds genealogia familiar pois fornecem dados complementares relevantes para a emigração portuguesa do século XVIII até aos anos 30 de Oitocentos.
A falta de consistência nas descrições arquivisticas impediu que na indexação dos processos fosse seguido um critério uniforme,  mas considerou-se que esse seria um mal menor; mais importante seria disponibilizar um instrumento de pesquisa que constituisse uma mais valia para as nossas investigações genealógicas

Juízo das Justificações Ultramarinas - África  completo
Juízo das Justificações Ultramarinas - Ilhas  completo
Juízo das Justificações Ultramarinas - Oriente completo

Luanda, Angola - Fonte

10 de fevereiro de 2015

10 de fevereiro de 2015 por Paula Peixoto comentários
O Arquivo Distrital de Viseu possuí algumas Inquirições de Genere do Cabido da Sé de Viseu. A documentação não está digitalizada. Para maior facilidade de pesquisa, partilhamos aqui a lista Excel destas IG, dividida por distrito de origem do habilitando.

Clique aqui para abrir o ficheiro.

Ver também: O que são Inquirições de Genere



kwADViseu

6 de fevereiro de 2015

6 de fevereiro de 2015 por GenealogiaFB comentários
O Cabido da Sé do Porto constituiu uma corporação ou comunidade de eclesiásticos que aconselhava o bispo no governo da diocese. Ao longo dos séculos variaram muito as funções atribuídas ao cabido, consignadas em diferentes Constituições Sinodais e nos vários Estatutos.
As Inquirições de Genere do Cabido da Diocese do Porto são constituídos por processos individuais de inquirição aos candidatos, a ingressar no estado clerical, ou a tomar posse de benefícios. Consistiam em autos contendo interrogatórios ao habilitante, e recolha de informações junto de testemunhas e entidades oficiais. Eram averiguados a legitimidade de nascimento e a linhagem, com vista a provar a condição de cristão-velho e a "limpeza de sangue". A inquirição era efectuada por uma comissão designada pelo Cabido, encabeçada por juizes.
Fonte: A. D. Porto



Publicamos aqui o índice em formato Excel das Inquirições do Cabido: o Índice Cronológico reune os 183 processos indexados que nas folhas seguintes aparecem separados pelas diversas unidades de instalação.   No índice geral basta clicar no nome do habilitante e nos outros casos, no código de referência, para aceder ao documento on line.

Para além deste acervo, existem ainda mais Inquirições de Genere no Arquivo Eclesiástico do Porto, sobre as quais fizemos um post separado.

Ver também: O que são Inquirições de Genere

kwADPorto
por Maria do Céu Barros comentários
A Venerável Ordem Terceira da Penitência de S. Francisco da Cidade de Coimbra, enquanto instituição que produz documentos no exercício da sua atividade, é detentora de um vasto e riquíssimo arquivo que remonta ao ano da sua fundação. De facto, a Ordem Terceira de Coimbra manteve, desde 1659 até hoje, sem alterações de maior, as suas funções e a sua orgânica, sabendo preservar e salvaguardar a documentação/informação por si produzida e recebida ao longo destes mais de três séculos e meio. Ainda que vicissitudes várias tenham levado esta instituição a deslocar-se entre vários espaços da cidade de Coimbra, (...), a massa documental que evidencia a sua existência, a sua história e a sua missão não se dispersou e em nada se perdeu.
- in Inventário do Arquivo da Venerável Ordem Terceira da Penitência de S. Francisco da Cidade de Coimbra (1659-2008)

inventário está editado em versão electrónica (pdf) e encontram-se também disponíveis online, na plataforma Scribd, 68 livros digitalizados, assim como um índice dos irmãos desta Ordem.

Primeiro livro dos Termos das Eleições da V. Ordem Terceira da Penitência de S. Francisco da Cidade de Coimbra, 1659-1773


1 de fevereiro de 2015

1 de fevereiro de 2015 por Paula Peixoto comentários
Os inventários obrigatórios, outrora designados por orfanológicos ou "de menores e incapazes", contam-se entre os processos cíveis especiais. Eram promovidos oficiosamente pelo Ministério Público, sempre que os interessados fossem menores ou interditos, sendo ou não total a interdição, em caso de demência, surdez-mudez ou prodigalidade de algum dos herdeiros, ou quando algum dos herdeiros estivesse ausente, em parte incerta, ou fosse mesmo desconhecido.

Os inventários facultativos, também designados "de maiores" ou "entre maiores" podiam ser requeridos por um ou mais interessados quando não chegassem a acordo em partilha amigável dos bens que constituiam a herança, sempre que não houvesse herdeiros a necessitar de tutela.
in ADVC



JUÍZO DOS ÓRFÃOS DE ALMADA
INVENTÁRIOS OBRIGATÓRIOS/MENORES
DATAS ÍNDICE
1679-1835 Excel
INVENTÁRIOS FACULTATIVOS/MAIORES
DATAS ÍNDICE
1757-1829 Excel
kwADSetubal
por Paula Peixoto comentários




TRIBUNAL MUNICIPAL DO JULGADO DE SESIMBRA
INVENTÁRIOS OBRIGATÓRIOS/MENORES
DATAS ÍNDICE
1886-1890 Excel
INVENTÁRIOS FACULTATIVOS/MAIORES
DATAS ÍNDICE
1889-1898 Excel
kwADSetubal
por Paula Peixoto comentários



TRIBUNAL MUNICIPAL DO JULGADO DO BARREIRO
INVENTÁRIOS ORFANOLÓGICOS/MENORES
DATAS ÍNDICE
1888-1908 Excel
INVENTÁRIOS FACULTATIVOS/MAIORES
DATAS ÍNDICE
1888-1899 Excel
kwADSetubal
Biblioteca
Videoteca