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17 de novembro de 2020

17 de novembro de 2020 por Manuela Alves comentários


Agradecemos a vossa colaboração no preenchimento destas tabelas  - a continuar

BRAGANÇA

Denominação

Acervo documental

Alfandega da Fé

 

Arquivo Municipal de Bragança

Fundos documentais

 

Carrazeda de Ansiães

 

Arquivo Municipal Histórico Freixo de Espada à Cinta

 

Mail enviado

Macedo de Cavaleiros

 

Arquivo Municipal de Miranda do Douro

 

Mail enviado

Arquivo Municipal de Mirandela

Inventário Arquivo Histórico

Mogadouro

 

Arquivo Histórico Torre de Moncorvo

 Fundos e colecções

Archeevo

Vila Flor

 

 

Vimioso

 

 

Vinhais

 

 

 

CASTELO BRANCO

 

Denominação

Acervo documental

 

Arquivo Municipal Belmonte

 

Mail enviado

Castelo Branco

 

Mail enviado

Covilhã

 

 

Fundão

 

 

Idanha-a-Nova

 

 

Oleiros

 

 

Arquivo Municipal de Penamacor

Inventário do Arquivo Municipal de Penamacor

 

Proença-a-Nova

Câmara Municipal de Proença-a-Nova

Administração do Concelho de Proença-a-Nova

Extinto Concelho de Sobreira Formosa

Mail enviado

Sertã

 

 

Vila de Rei

 

 

Vila Velha de Rodão

 


ÉVORA

Denominação

Acervo documental

 

Alandroal

 

 

Arquivo Histórico Municipal Arraiolos

Inventário do AHMA

 

Arquivo Histórico Municipal Borba

ÂMBITO E CONTEÚDO

 

Arquivo Municipal Estremoz

Inventário do Património Cultural Móvel

 

Arquivo Histórico Municipal Évora

Descrições Arquivísticas do Fundo Documental

 

Arquivo Municipal Montemor-o-Novo

Fundos Documentais

 

Mora

 

 

Mourão

 

 

Portel

 

 

Arquivo Histórico Municipal Redondo

DOCUMENTOS ASSOCIADOS

 

Arquivo Municipal Reguengos Monsaraz

Fundos e Coleções

Vendas Novas

 

 

Arquivo Histórico Municipal Viana do Alentejo

Inventário

 

Vila Viçosa

Inventário do Património Cultural Móvel

 

 

FARO  

Denominação

Acervo documental

 

Arquivo Municipal Albufeira

 

 

Arquivo Histórico Alcoutim

 

 

Aljezur

 

 

Arquivo Castro Marim

 

 

Arquivo Histórico Municipal Faro

Fundos Documentais

 

Arquivo Municipal Lagoa

Acervo Documental

 

Arquivo Histórico Municipal Lagos

 

expediente.geral@cm-lagos.pt

Arquivo Municipal Loulé

Inventários

 

Monchique

 

 

Arquivo Histórico Municipal Olhão

 

 

Arquivo Histórico Municipal Portimão

 

 

São Brás de Alportel

 

 

Arquivo Histórico Municipal Silves

FUNDOS DOCUMENTAIS

 

Arquivo Municipal Tavira

Fundos Documentais

 

Arquivo Histórico Vila do Bispo

Pesquisa de Documentação

 

Arquivo Histórico Municipal Vila Real Santo António.

 

arquivomunicipal@cm-vrsa.pt

 

GUARDA

Denominação

Acervo documental

 

Aguiar da Beira

Nada consta

 

Almeida

Nada consta

 

Celorico da Beira

Nada consta

 

Arquivo Municipal Figueira de Castelo Rodrigo

Instrumentos de Descrição e Pesquisa

 

Fornos de Algodres

Nada consta

 

Gouveia

Nada consta

 

Guarda

Nada consta

 

Arquivo Municipal Meda

O Arquivo Municipal de Meda, detém a documentação produzida e acumulada pela Câmara Municipal e respectivos órgãos municipais, desde 1519 a 2005. Para além desta, existe documentação relativa a: Administração do Concelho de Mêda [1853-1938], Câmara Municipal de Aveloso [1818-1838], Câmara Municipal de Casteição [1772-1836], Câmara Municipal de Longroiva [1510-1838], Câmara Municipal de Ranhados [1799-1836].

 

Arquivo Municipal Pinhel

Arquivo Municipal

 

Sabugal

Nada consta

 

Arquivo Municipal Seia

Tipologia documental (organização e classificação)

 

Trancoso

Nada consta

 

Vila Nova de Foz Coa

 

 


por Manuela Alves comentários

 Em 2014 publicamos o nosso primeiro post sobre os Arquivos Históricos Municipais que fomos actualizando. Chegou agora a oportunidade de fazer um balanço destes seis anos no momento de procedermos  a uma nova  actualização. O primeiro distrito na ordem alfabética deixou-nos muito animadas graças ao precioso trabalho do Arquivo Distrital de Aveiro que decidiu divulgar na sua página os acervos municipais.  Seguimos para Beja onde procuramos "imitar" o trabalho institucional do Arquivo Distrital de Aveiro. Passamos a Braga , que não depende da DGLAB e entramos em contacto com os arquivos municipais solicitando a sua colaboração na especificação dos fundos existentes e ainda aguardamos respostas.

Solicitamos agora a colaboração dos nossos leitores e membros do fupo Genealogia FB de localmente acederem aos instrumentos de descrição arquivistica que podem ser consultados, solicitados  nos respectivos arquisvos para que os possamos divulgar junto de todos os interessados onde quer que residam.

Em relação ao que fizemos, agradecemos sugestões para a sua melhoria, pois muitas cabeças a pensar conduzem a melhores resultados. Obrigadas.


 AVEIRO

Denominação

Acervo documental

Arquivo Municipal de Águeda

Inventário do Património Digital Móvel

Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha

Inventário do Património Digital Móvel

 

Arquivo Municipal de Anadia

Inventário do Património Digital Móvel

Arquivo Municipal de Arouca

Inventário do Património Digital Móvel

Arquivo Histórico Municipal de Aveiro

Arquivo Municipal de Castelo de Paiva

Inventário do Património Digital Móvel

Arquivo Municipal de Espinho

Inventário do Património Digital Móvel

Arquivo Municipal de Estarreja

Inventário do Património Digital Móvel

 

Arquivo Municipal de Ílhavo

Inventário do Património Digital Móvel

 

Arquivo Municipal de Mealhada

Inventário do Património Digital Móvel

 

Arquivo Municipal de Murtosa

Inventário do Património Digital Móvel

 

Arquivo Municipal de Oliveira de Azeméis

Inventário do Património Digital Móvel

 

Arquivo Municipal de Oliveira do Bairro

Inventário do Património Digital Móvel

 

Arquivo Municipal de Ovar

Inventário do Património Digital Móvel

Arquivo Municipal de Santa Maria da Feira

Inventário do Património Digital Móvel

 

Arquivo Municipal de São João da Madeira

Inventário do Património Digital Móvel

Arquivo Municipal Sever do Vouga

Inventário do Património Digital Móvel

 

Arquivo Municipal de Vagos

Inventário do Património Digital Móvel

 

Arquivo Municipal de Vale de Cambra

Inventário do Património Digital Móvel

 BEJA

 

Denominação

Acervo documental

Arquivo Histórico Municipal de Aljustrel

Relação dos Fundos

Almodôvar

 

 

Arquivo Municipal de Alvito

Inventário do Arquivo Municipal

Barrancos

 

Arquivo Histórico Municipal de Beja

Relação dos Fundos

Arquivo Municipal de Castro Verde

 

Cuba

 

Arquivo Municipal de Ferreira do Alentejo

 

Arquivo Municipal de Mértola

Acervo Arquivistico

 

Arquivo Municipal de Moura

Fundos e colecções

 

Arquivo Histórico Municipal de Odemira

Catálogo  do Arquivo Histórico 2012

 

Arquivo Municipal de Ourique

Fundo  Câmara Municipal de Ourique

 

Arquivo Municipal de Serpa

Fundos e colecções

 

Arquivo Municipal de Vidigueira

 Câmara Municipal  - Actas das Vereações

 


 BRAGA

Denominação

Acervo documental

Amares

 

Arquivo Municipal de Barcelos

 

 

Arquivo Municipal de Braga

 

Arquivo Municipal de Cabeceiras de Basto

 

Arquivo Municipal de Celorico de Basto

 

Arquivo Municipal de Esposende

 

Arquivo Municipal de Fafe

 

Arquivo Municipal Alfredo Pimenta

 Guimarães - Indice Arquivos

Archeevo

Arquivo Municipal de Póvoa de Lanhoso

 Pesquisa e pontos de acesso rápidos

Archeevo

Arquivo Municipal de Terras de Bouro

Inventário do Arquivo Municipal

 PDF

Vieira do Minho

 

 

Arquivo Municipal Alberto Sampaio -

V.ª Nª Famalicão  - Pesquisa/Pontos de acesso rápidos

Archeevo

Vila Verde

 

 

Vizela

 

 


14 de julho de 2019

14 de julho de 2019 por Manuela Alves comentários
Memórias genealógicas, um trovador perpetuando uma memória portuense e uma dedicatória à dinâmica Rosário, que dirige a Biblioteca dos Assuntos Portuenses no AHMP e que de cuja amizade granjeada nos trabalhos no “nosso” Arquivo me honro - eis as razões para  este post.
Já tinha concluído há muito, o capítulo das minhas escrevinhices genealógicas dedicado aos Briteiros, meus avoengos trovadores paternos, quando no decorrer das investigações actuais, fui surpreendida pela existência de um pequeno cantar de índole trovadoresca relacionado com um deles e referências ao meu berço geográfico. Daqui foi um pulo até aos “domínios” da minha amiga Rosário a ver o que me trariam os artigos de O Tripeiro pela pena de José Carlos Ribeiro Miranda, professor da Faculdade de Letras da U.P.

E eu, cujos antepassados esgotaram a veia poética, nem me restando sequer uma gotinha de inspiração para alinhavar uma quadra para um mangerico de S. João, mas apenas uma admiração incondicional para os trovadores dos anos 60[1], limito-me a partilhar convosco a síntese de um artigo, publicado na revista “O Tripeiro” nº 6/7 (1995), p. 197-200, acrescentados com pequenas notas interpretativas.

Pois nom hei de Dona Elvira[2]
seu amor e hei sa ira,
esto farei, sem mentira:
pois me vou de Santa Vaia[3],
morarei cabo da Maia[4],
em Doiro, antr'o Porto e Gaia.
Se crevess'eu Martim Sira,
nunca m'eu dali partira
d'u m'el disse que a vira:
em Sam [J]oan'e em saia.
Morarei cabo da Maia,
em Doiro, antr'o Porto e Gaia.

Inicialmente atribuída por Carolina Michaëlis, embora com reservas, a Rui Gomes de Briteiros, meu 20º avô, foi depois atribuída a Martim Soares, autor de uma cantiga de escárnio,  Pois bõas donas som desemparadas, em que censura o “rapto” protagonizado pelo infanção Rui Gomes de Briteiros de uma neta do Conde D. Mem Gonçalves de Sousa, o Sousão, como forma de ascensão social. Mais recentemente foi revisitada como uma cantiga de amor, com características menos usuais e da autoria de Rui Gomes de Briteiros[5].

Diz Ribeiro Miranda no artigo de O Tripeiro :

Trata-se de um texto em que o enunciado é assumido por uma voz masculina, declarando a intenção de proceder a uma acção que visa propiciar o favor de uma mulher - Dona Elvira - que adoptara até então uma atitude hostil às iniciativas desse mesmo sujeito masculino. Esta acção em perspectiva que recebe a caução de uma terceira personagem - Martim Sira - que entretanto a aconselhara traduz-se na ideia expressa no refrão Morarei cabo da Maia,/em Doiro, antr'o Porto e Gaia.

E conclui, e com ele, eu também: 

Se é verdade que o cantar dos trovadores veio a consagrar por intermédio da linguagem da vassalagem amorosa uma conservador atitude de aceitação dos princípios do serviço vassálico e, sobretudo de resignação dos mais jovens perante a dificuldade da Imposição social por via do casamento hipergâmico*, tal não significa que a própria cultura trovadoresca não tenha sido capaz de dar forma a atitudes completamente opostas fossem elas no plano da idealidade, fossem na transposição literária de casos e situações do domínio concreto. Este texto é disso exemplo paradigmático. Embora o nosso trovador manobrasse também com destreza os modelos retóricos e temáticos da vassalagem de amor […] a sua opção é agora diversa porque bem diferente parece ser a sua atitude ao fixar a atenção no mundo feminino. Afinal estamos para por genuíno cantar de amor ao qual, no plano da realidade, venha corresponder um rapto, como se entre a ficção literária E essa mesma realidade houvesse uma insuspeitada continuidade narrativa.


[1] Ver a versão integral do poema escrito em 1963 e incluído no livro _Praça da Canção (1965) escrito por Manuel Alegre . A versão cantada por Adriano Correia de Oliveira é musicada por António Portugal aqui
[2] Elvira Anes da Maia (ou de Sousa) - uma das netas do poderoso Conde D. Mem Gonçalves de Sousa, o Sousão. Nascida por volta de 1210, e desde 1226 à guarda da linhagem materna por morte do pai, terá sido raptada por Rui Gomes de Briteiros, talvez em 1230, com ele casando e dele tendo tido sete filhos. Leontina Ventura e Resende de Oliveira desconfiam da efectividade deste "rapto", que não é referido no Livro Velho, que refere apenas o casamento), mas apenas pelos dois seguintes (o Livro do Deão e o do Conde D. Pedro).
[3] Existia uma igreja de Santa Ovaia de Arouca, para além de duas povoações chamadas Santa Ovaia no distrito de Viseu, uma perto de Tondela e outra perto de Oliveira do Hospital
[4] Maia era o território do pai de D. Elvira, João Peres da Maia
[5] António Resende de Oliveira e José Carlos Ribeiro Miranda, Dois estudos trovadorescos, Porto, 1993.

* Nota minha: Hipergamia é um termo usado em Sociologia, para o acto ou prática de uma pessoa de uma determinada condição social se casar com outra de condição social superior.




28 de junho de 2019

28 de junho de 2019 por Manuela Alves comentários
O Arquivo Histórico Municipal do Porto iniciou a publicação on line , de forma sistemática, das actas das vereações camarárias Série, 1390 – 1926 . Esses livros incluem eleições dos funcionários municipais e do termo da cidade, títulos dos juízes de vários ofícios, cartas de exame de diferentes profissões, taxas e posturas, regimentos, pregões, ordens de pagamento, arrematações de obras, vistorias, escrituras de emprazamento e de fiança, autos ou termos de visitas de saúde a embarcações, registo de petições, traslados de cartas, provisões e outros documentos régios, etc...

27 de junho de 2019

27 de junho de 2019 por Manuela Alves comentários
Temos o prazer de anunciar que o Arquivo Histórico Municipal do Porto foi sensível aos nossos alertas sobre as dificuldades de consulta através do seu sistema informático Gisaweb, nada amigável para o cidadão comum, e introduziu melhorias no sentido de facilitar a sua consulta. Os nossos agradecimentos e, em especial, ao Manuel Fernando Mondina Ferreira que é o nosso elemento de ligação no "staff" do AHMP.

Casa do Infante

17 de agosto de 2018

17 de agosto de 2018 por Manuela Alves comentários
Poucos dias depois de Napoleão ter tido conhecimento da retirada para o Brasil da Corte portuguesa foi decretada a contribuição extraordinária de 40 milhões de cruzados que, segundo Acúrsio das Neves, foi o mais terrível de todos os decretos, o da devastação geral do reino, do saque aos templos e aos bens da Casa Real, do clero, das corporações e dos particulares.

Data de 1 de Fevereiro de 1808 o decreto de Junot Governador de Paris, Primeiro Ajudante de Campo de Sua Majestade, General em Chefe do Exército Francês em Portugal, tornado público por edital a 4 do mesmo mês. Conta José Caetano da Silva Coutinho na Memoria Historica da Invasão dos Francezes em Portugal no anno de 1807, publicada no Rio de Janeiro em 1808, que a lição deste edital fez desmaiar quase todas as pessoas que passavam pelas ruas e se juntavam nas esquinas a certificar-se por seus olhos daquilo que repugnava ao seu entendimento; quase todos voltavam embaçados e mudos, deixando ver na palidez do rosto a desolação de sua alma; e um pobre homem que se deixou soltar algumas palavras contra este edital, que acabava de ler no largo do Quintela, foi logo preso, e por ordem de Junot metido a ferros nas prisões do Castelo [de S. Jorge]. Mas com estes lances de rigorismo não se sufocava o rancor que havia entrado em todos os corações; começou cada um a perder de todo o ânimo e a esperança, detestando e amaldiçoando, pela boca pequena com os seus amigos, a vinda e a entrada de semelhante gente em Portugal.

Do decreto de Junot salientamos os seguintes artigos, referentes à contribuição de guerra sobre todas as corporações de ofícios, quanto aos donos de loja aberta e lugares de venda nas praças públicas e fora delas.

Art. XX. O Juiz do Povo, debaixo das instruções e ordens do Senado, fará uma repartição de contribuição proporcional sobre todas as corporações de ofícios, quanto aos donos de loja aberta e lugares de venda nas praças públicas e fora delas; lançando e fazendo arrecadar por via de execução, e por esta vez, um imposto para a sobredita aplicação. Passar-se-ão recibos ou conhecimentos em forma autêntica a todos os que houverem de contribuir. O Senado fará entregar o produto deste imposto na caixa do Recebedor Geral das Contribuições e Rendas de Portugal, todos os oito dias até a sua inteira satisfação. O mesmo Senado expedirá ordens a todas as Câmaras das províncias da Estremadura, Alentejo e Algarve, para fazerem lançar e arrecadar o mesmo imposto, com esta diferença, que nas províncias os pagamentos serão feitos aos Recebedores Gerais das décimas, que farão as remessas todos os meses ao Recebedor Geral das Rendas e Contribuições até a inteira satisfação.

Art. XXI. O Senado do Porto fará lançar e arrecadar o mesmo imposto e da mesma maneira na cidade do Porto e seu termo; e fica encarregado de obrigar a fazer o mesmo em todas as outras Câmaras das províncias do norte, sobre as quais terá inspecção para este efeito somente.


O Arquivo Histórico Municipal do Porto, a quem agradecemos a colaboração, disponibilizou on line mais esta série documental com interesse genealógico:

Contribuição extraordinária de guerra sobre as corporações de ofícios


 kwADPorto

30 de dezembro de 2017

30 de dezembro de 2017 por Manuela Alves comentários
O Arquivo Histórico Municipal do Porto tem vindo a disponibilizar on line os róis das Décimas da cidade do Porto, que foram objecto de um post específico e outros com eles relacionados.
 Lançamento da Décima da Cidade (do Porto)
É  um trabalho moroso de bastidores, que exige tempo, disponibilidades materiais e humanas para que documentos há muito tempo arquivados, com critérios que hoje nos escapam, possam ser úteis a um público não especializado e com interesses de investigação diferenciados.
No sentido de obviar esta longa e necessária espera pela totalidade do espólio arquivístico existente no AHMP, resolvemos facultar neste blogue à medida das nossas disponibilidades temporais (enquanto outros voluntários não se juntam a nós no AHMP para estas tarefas) índices das Décimas do Termo do Porto,
Com esses índices, damos a conhecer um súmula dos documentos  existentes, facilitando aos interessados eventuais pedidos ao Arquivo Histórico Municipal do Porto das respectivas digitalizações ao preço tabelado.
  


   kwADPorto

5 de novembro de 2017

5 de novembro de 2017 por Gnealogiafb2 comentários
A revista Cadernos do Arquivo Municipal é editada semestralmente (junho e dezembro) pelo Arquivo Municipal de Lisboa, com o objetivo de divulgar o conhecimento do acervo à sua guarda. Publica artigos, sujeitos a arbitragem científica, sobre temas diversificados que tenham por base a documentação do Arquivo.
O conteúdo da revista é dirigido a investigadores, utilizadores do Arquivo e estudiosos da cidade de Lisboa. - in Arquivo Municipal de Lisboa

Abordando temáticas que vão desde a arquivística aos mais diversos aspectos da História de Lisboa, estes cadernos incluem, por exemplo, Histórias de Casas e quem lá viveu, entre outros assuntos interessantes para Genealogia.

HISTÓRIAS DE CASAS E DE QUEM LÁ VIVE(U) - VOLUME I

Os cadernos podem ser visualizados nos seguintes links:
Cadernos 1ª Série 
Cadernos 2ª Série


kwADLisboa

23 de junho de 2017

23 de junho de 2017 por Manuela Alves comentários
O Regimento dos capitães-mores e mais capitães e oficiais das companhias da gente de cavalo e de pé e da ordem que terão para se exercitarem, de 10 de Dezembro de 1570, veio criar as Capitanias-Mores, que se subdividiam em Companhias de Ordenanças.
Segundo o artigo 1º, do referido regimento, a eleição dos capitães das companhias, alferes, sargentos e mais oficiais, era feita pelos oficiais da Câmara e pelas pessoas que “costumavam andar na governança da terra”.
A base da constituição das capitanias era a terra – cidade, vila, concelho, couto, honra, etc., – base da organização territorial do Portugal de Antigo Regime.
Os alcaides-mores, função de nomeação régia, nas terras que os tivessem, eram capitães-mores por inerência. No caso das outras terras de jurisdição real o rei delegava a escolha na Câmara.
Na Câmara, em livro próprio, ficavam registadas as eleições e o juramento aos Santos Evangelhos dos oficiais e sargentos que constituíam as Companhias de Ordenanças.
As capitanias agrupavam várias companhias de ordenanças, cada uma comandada por um capitão, coadjuvado por um alferes, um sargento, um meirinho e 10 cabos de esquadra. Cada cabo chefiava uma esquadra de 25 homens.

A partir da Guerra da Restauração, as Ordenanças passaram a constituir uma espécie de 3ª linha do Exército, servindo de fundo de recrutamento e de complemento à 2ª linha (tropas auxiliares ou milícias) e a 1ª linha (tropas pagas).


Novas mudanças na organização das Ordenanças foram introduzidas durante todo o século XVIII. Em 1709, o alvará de 18 de Outubro, tendo como objectivo impedir as crescentes irregularidades praticadas nas câmaras no processo de eleição dos postos, efectuou transformações com a finalidade de promover uma maior interferência da Coroa na escolha dos ocupantes dos cargos. Outros alvarás continuaram com a política de centralização e controlo das Ordenanças, assim como da militarização dos seus oficiais, mas aqui interessa-nos apenas salientar as informações de carácter genealógico que podemos extrair destas listas bem assim como complementar informações obtidas ou omitidas noutras fontes.
Estas listas encontram-se, normalmente, nos Arquivos Municipais, e são de fácil leitura. Infelizmente, poucas ou nenhumas se encontram on line. A organização de índices pode constituir um instrumento de acesso aos arquivos locais no sentido de solicitar a digitalização e envio da documentação que nos possam interessar. Será também forma de sensibilizar os Arquivos para o interesse desta documentação adormecida nas prateleiras …



Actualizado em 15/04/2020

11 de maio de 2017

11 de maio de 2017 por Manuela Alves comentários
Da autoria do Doutor António Barros Cardoso, Professor na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, encontramos  disponibilizada on line uma publicação que nos encheu de satisfação e que aqui partilhamos:  A função pública no Porto dos inícios do século XVIII. Trata-se de um capítulo de  Os Reinos ibéricos na Idade Média : livro de homenagem ao Professor Doutor Humberto Carlos Baquero Moreno (Universidade do Porto. Faculdade de Letras, 2003)  O autor,. a partir  do caderno do lançamento  da décima  de 1706 sobre os rendimentos de trabalho dos titulares de cargos e ofícios públicos na cidade do Porto, dá - nos preciosas informações sobre antepassados de alguns de nós.

Ao interesse genealógico deste tipo de documentação já dedicamos um post http://genealogiafb.blogspot.pt/2016/02/a-decima-um-imposto-pouco-explorado-mas.html e por isso. chamamos a vossa atenção para dois outros aspectos: a contextualização dos diversos cargos e ofícios do funcionalismo público nos inícios do século XVIII e respectiva hierarquização, tema pouco conhecido da maioria de nós e a transcrição do documento original que nos irá familiarizando com documentos similares relativos a outros anos, enquanto aguardamos a prometida disponibilização on line por parte do Arquivo Histórico Municipal do Porto (AHMP) da  documentação relativa às décimas da cidade e seu termo.  Há que aguardar, pois há muito trabalho de bastidores a fazer até lá.  “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos Por isso, pedi ao dono da messe que mande trabalhadores para a colheita." Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 10,1-9 são palavras  aplicáveis a  qualquer contexto e também a este.
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