Repositório de recursos e documentos com interesse para a Genealogia

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  • Primeiros passos em Genealogia: como começar, onde pesquisar, recursos disponíveis e outras informações.

  • Apelidos de família: de onde vêm, como se formaram.

  • Índices de passaportes, bilhetes de identidade, inquirições de genere e outros.

21 de julho de 2020

21 de julho de 2020 por Manuela Alves comentários
Existe no blogue desde 2014 um ficheiro na biblioteca intitulado "Sistemas de Parentesco no Período Moderno" da autoria da Prof Helena Osswald . É um trabalho científico, de 16 pp., que lança luz sobre a questão das dispensas matrimoniais, muitas vezes evocadas nos registos paroquiais de casamentos.

3 de julho de 2020

3 de julho de 2020 por MC Barros comentários
Para acesso directo às tabelas dos índices de registos paroquiais de cada distrito de Portugal continental, ilhas e Brasil publicadas neste blog, clicar nos respectivso links:

16 de junho de 2020

16 de junho de 2020 por MC Barros comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.
O nosso agradecimento ao António Filipe Rebola Rosado, Levi Redondo Bolacha, Jorge Nunes, António Godinho de Carvalho e Ana Filomena da Silva Alves Roberto que disponibilizaram os seus índices, trabalhos que aqui se publicam. Alguns índices não estão completos, mas serão actualizados ao longo do tempo.



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kwADPortalegre
Originalmente publicado em 22/2/2015
por MC Barros comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar. Trata-se de índices de crismas, baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.
O nosso agradecimento à Eva Marques que disponibilizou os seus índices de Gondomar e Vila Nova de Gaia, a José António Reis pelos índices de Marco de Canaveses, a Álvaro Holstein e Marcelina Gama Leandro pelos índices de Santo Ildefonso, a Joaquim Martins pelo índice de Campanhã, Santa Marinha, Laundos e Estela, a Carlos Manuel Pinto da Costa pelos índices de Crestuma, Sandim, Lever, Olival e Pedroso, a Manuel Montenegro pelos índices de Junqueira e Arcos, a Margarida Ferreira pelo índice de óbitos de Santa Marinha/Vila Nova de Gaia; Ricardo Brochado pelo índice de São Cosme-Gondomar, a Jorge Pacheco pelo índice de baptismo de Vila Caiz; Fernando Ferreira Vilarinho pelo índice de baptismos de Azurara; a Paulo Almeida pelos índices de Abragão-Penafiel e de Vila Boa de Quires e ao PAulo Ferreira.




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  • 27/05/2018 - Adicionado índice de Casamentos da freguesia de Campanhã, concelho do Porto, 1588 a 1899 de autoria do Joaquim Martins.                                      
  • 06/01/2020 - Actualização do índice de Casamentos da freguesia de Campanhã, concelho do Porto. Foi acrescentado o índice de 1899 a 1911 de autoria do Joaquim Martins

Originalmente publicado em 10/10/2014
kwADPorto
por MC Barros comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.
O nosso muito obrigada ao António Filipe Rebola Rosado, Mariana Borralho e Henrique de Melo Banha, que disponibilizaram os seus índices, trabalhos que aqui se publicam. Estes índices não estão completos, mas serão actualizados ao longo do tempo.

Castelo de Evoramonte, Estremoz


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Originalmente publicado em 22/2/2015
kwADEvora
por MC Barros comentários

Colecção de assentos encontrados "aqui e ali" e que, pela sua invulgaridade, linguagem, ou simples nota de humor - ou ainda por abrirem uma janela para as mentes do passado - achamos por bem reunir. Outros mais se seguirão, na melhor oportunidade. (Clicar nas imagens para aumentar).


Obras de arte nos livros paroquiais

Algumas imagens enviadas pelo nosso leitor Alves dos Santos. 


Misto de Sandim (Parte dos óbitos)

Misto de S. Martinho de Aborim

Misto de S. Martinho de Aborim

Baptismos de Canedo 1699

Misto de Santo André de Gião 1738




13 de junho de 2020

13 de junho de 2020 por MC Barros comentários
Os sinais dos expostos constituíam um modo de identificar as crianças entregues à Santa Casa da Misericórdia, visando uma possível futura recuperação por parte dos seus pais. Trata-se de objectos deixados juntos com as crianças, marcando a sua origem e expressando o seu reconhecimento, ainda que sob anonimato (se bem que não todos pois alguns pais identificam-se), como elemento de uma família que esperava reunir-se com ela. 

N.º 306, marca de Rafael Cantido, exposto em 1805 (pág. 46)

Os motivos do abandono estão ligados sobretudo à pobreza que impossibilitava o seu sustento, mas também à censura moral e social imposta às famílias com filhos ilegítimos ou naturais. 

O documento que aqui partilhamos Sinais de Expostos - Exposição Histórico - Documental, trata da exposição realizada no Museu de S. Roque em Lisboa, por iniciativa da Santa Casa da Misericórdia, em 1987. A documentação faz parte do Núcleo dos Expostos e pertence ao Arquivo Histórico da Santa Casa de Lisboa cujo acervo é descrito no PDF. Incluí também um catálogo com fotografias dos sinais e transcrição das mensagens deixadas com as crianças. Na página do arquivo podem visualizar mais alguns sinais. A SCML possuí a maior colecção de sinais de expostos do mundo.

Imensas famílias têm um ou mais expostos na sua ascendência, frequentemente sem o saberem até iniciarem a pesquisa das suas Histórias de Família. O confronto com este passado, e a consciência de que nem todas estas pessoas terão sido bem tratadas, que tiveram de suportar, para além da pobreza, o estigma social - frequentemente eram classificados com o apelido Exposto - é doloroso. Visualizar estas imagens não o é menos, mas note-se que estes foram amados e, porventura, alguns voltaram aos seus progenitores.

N.º 18, marca de Gertrudes Tomásia, exposta em 1808 (pág. 52). Tecido e fita que seguram uma trança de cabelo escuro.


Sugerimos a leitura deste artigo na página da Misericórdia de Lisboa - Um bebé na roda, abençoado por Santo António e desta peça na página da TSF - A neta de Martim voltou à roda dos expostos para resgatá-lo.

O fundo não está digitalizado, mas pode ser consultado nas instalações do Arquivo Histórico.

Informação para contactos:
INFORMAÇÕES
Largo Trindade Coelho
1200-470 Lisboa
T: 213 235 741
arquivo.historico@scml.pt

Agradecemos à Manuela Ramos por nos ter indicado, e sugerido, a publicação deste Catálogo.

kwADLisboa

7 de junho de 2020

7 de junho de 2020 por MC Barros comentários

Por Ana Pires

Esta senhora de olhar sério, mas doce, nasceu a 28 de Outubro de 1807 e morreu a 11 de Abril de 1868. Do seu segundo casamento (12 de Dezembro de 1849) nasceu a minha bisavó Maria Libânia a 14 de Março de 1852, tinha minha trisavó 44 anos!


Dela conheço unicamente duas histórias qual delas a mais interessante e que não resisto a partilhar convosco.

No Outono de 1810 as tropas de Massena, logo depois da derrota do Buçaco, continuaram em direcção a Lisboa. O alvoroço e o medo que causaram varreu o centro de país como uma onda de destruição e abandono. As pessoas pegavam no que tinham de mais precioso, nalguma comida, e iam-se esconder em pedreiras, em grutas e furnas, nos vales mais distantes das grandes rotas propícias ao avanço do exército francês, enfim para qualquer lado onde se sentissem mais seguras.

Foi assim que na precipitação da fuga, em Paínho (Figueiros - Cadaval) a minha trisavó, então com 3 anos, foi deixada para trás. Quando a família se deu conta era impossível retroceder e a menina ficou entregue à sua sorte.

Quando as coisas acalmaram voltaram para casa onde a encontraram, limpa, estimada, sem fome. "Nem os brincos de ouro lhe tiraram"...

(gosto de imaginar aquela menina, provavelmente bem vestida, talvez com algum brinquedo, adormecida num qualquer canto da sua casa, e a ser encontrada pelos soldados que nela reencontraram a sua humanidade, e a trataram bem, alimentando-a, talvez mesmo embalando-a e certificando-se de que não tinha frio enquanto dormia...)


A minha trisavó, Maria Libânia de Almeida, filha de Teotónio José Baptista da Mota
 e de 
Doroteia Libânia de Almeida Morais e Cunha d’Abreu Oliveira

A menina fez-se senhora e casou. Desse casamento teve três filhas. Tinha a mais velha 16 anos quando ficou viúva.

Passado um tempo, um moço bonito, bacharel em leis, começou a rondar e a fazer-se encontrado com a viúva e as suas três filhas. Qualquer uma daquelas meninas, já bem herdadas, eram um objectivo a considerar para um jovem ambicioso, voluntarista e com pouco dinheiro.

A viúva, percebendo a situação - o rapaz não tinha fortuna, mas era doutor e muito capaz - começou a insistir, sobretudo junto da mais velha, para que considerasse as atenções do Dr. Julião. A moça, nada. "É muito velho minha Mãe". Mas a Mãe não desarmava. E porque isto e porque aquilo, tão bem apessoado... e a rapariga, fartinha daqueles sermões, lá lhe atira: "Minha mãe, se o acha tão a seu gosto, case a minha mãe com ele!"

E foi o que ela fez , aos 42 anos tinha o noivo 28!!!

(adoro saber que tenho esta história inscrita nos meus genes!)


Este texto foi escrito e partilhado pela nossa amiga, Ana Pires, no grupo do Facebook associado a este blogue. Estas duas histórias da sua História de Família fizeram as delícias da nossa comunidade. Não poderíamos deixar de publicar também aqui. Agradecemos à Ana Pires pela simpatia com que nos autorizou a partilhar o seu texto com os nossos leitores.

4 de junho de 2020

4 de junho de 2020 por MC Barros comentários
O tombo.pt lançou uma aplicação, para ser instalada no Chrome, cuja funcionalidade é melhorar a visualização das imagens dos arquivos. Achamos a extensão muito útil, sobretudo nos arquivos que ainda não permitem a visualização de ecrã inteiro. Se está farto de ter de ler imagens através de um "postigo" com um zoom limitado, esta extensão é para si.



Instruções:

1 - Podem instalar esta extensão a partir da Web Store do Google. Nessa página clique no botão "Adicionar ao Chrome".

Após a instalação será adicionado um ícone no canto superior direito do Chrome.





2 - Abra um livro de um arquivo, por exemplo, este.

3 - Na tab onde tem o livro aberto, clique no ícone do tombo.pt com o botão direito do rato e, depois, clique em "Permite alterar os dados do site". No sub-menu escolha a opção que mais lhe convém.




4 - Irá ver a mesma imagem, mas agora em ecrã inteiro. 
Na parte superior tem uma barra de ferramentas com algumas funções apenas disponíveis na versão paga (as 4 primeiras), mas pode rodar, imprimir e descarregar a imagem na versão grátis. 
Na parte inferior tem os botões de navegação e o zoom.



Para mudar de página, também pode clicar nas extremidades esquerda ou direita da aplicação. 
Também pode aumentar ou diminuir a imagem rolando a rodinha do rato.
Para avançar várias páginas, use a barra de deslocamento que aparece por baixo dos botões de navegação.

A versão paga custa 5,99 Euros por ano, o que é um preço fantástico, permitindo-lhe manipular a imagem directamente, sem precisar de a transferir para o fazer.

No vídeo pode ver como funcionam os botões de manipulação da imagem.



5 - Para fechar a extensão, basta clicar no X.

Qualquer problema, diriga-se à web store, clique em Suporte e coloque a sua questão.

Parabéns e obrigada ao João Ventura por mais uma ferramenta que irá, sem dúvida, ser muito útil a todos os utilizadores dos arquivos.


20 de maio de 2020

20 de maio de 2020 por Paula Peixoto comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.
O nosso agradecimento ao Rafael Baker Botelho, Nuno Marques Garrido e ao Joaquim Martins pela disponibilização dos seus índices que aqui também se partilham.



Dica: Clique no nome do livro para o abrir; clique em Excel para abrir o índice.


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Soito, Sabugal
Soitogenea - É objectivo do autor, dar a conhecer os assentos paroquiais do Soito, Sabugal. Para já perto de 2000 mil resumos de assentos de casamento, de 1735 a 1945 e óbitos, de 1901 a 1910.
No blog Soito Imagens, encontram-se também alguns índices de registos paroquiais.

Freixedas, Pinhel
Através de José António Reis, tomamos conhecimento da existência destas "súmulas de um livro de óbitos perdido, da freguesia de Freixedas do tempo das invasões francesas. As fotocópias integrais deste livro estão no Arquivo Distrital da Guarda (oferecidas pelo autor) e provavelmente poderão ser consultadas". 

Nas palavras do autor, Lívio Correia, extraídas do preâmbulo deste livro:

Muitas são as causas apontadas para a ausência dos livros nos arquivos oficiais. Todavia, antes de admitir a sua perda total, atitude positiva consiste em colocar a hipótese otimista de que eles podem encontrar-se ainda na posse de outras entidades. Isso permite manter a esperança de os podermos consultar algum dia. Procurá-los e divulgá-los é portanto a ação prioritária, já que a sua perda, por efeito de guerras, de catástrofes naturais, da natureza perecível dos materiais utilizados, ou da incúria dos homens, essa sim é um facto irreversível.
(...)
E assim encontrei no arquivo paroquial de Freixedas um "Livro de Necrologia" que nada mais é que um livro de óbitos de um dos períodos em falta. Tive a maior satisfação de receber do pároco à época, o Rev. Delfim Pires, a melhor cooperação para a sua consulta e fotocópia. A ele quero por isso manifestar o meu vivo agradecimento.
Este "Livro de Necrologia" é um livro de óbitos de 10.7.1794 a 31.5.1806 e, com um salto de 16 anos, continua em 5.3.1822 e termina em 2.8.1858. Abrange por isso muitas décadas.

kwADGuarda

Originalmente publicado em 02/11/2014
por MC Barros comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.
Agradecemos ao Edmundo Vieira Simões e à Laura Santos, pelos índices de Chancelaria e de Mata Antiga, assim como a José Fernando Maltez pelo índice da Golegã.
Agradecemos à Ana Paula Neves pelo índice de Dornes

Cerco ao castelo de Torres Novas


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(1) Livro de Casamentos 1, existente na Torre do Tombo, mas ainda não descrito no site.
(2) Livros não estão online.

Originalmente publicado em 19/4/2015
kwADSantarem

16 de abril de 2020

16 de abril de 2020 por Manuela Alves comentários

Ficheiros enviados pelo António Filipe Rebola Rosado, a quem agradecemos.




por MC Barros comentários
José Lopes Viera (1887 Caíde de Rei, Lousada - 1951, Porto), jornalista, começou a trabalhar para “O Primeiro de Janeiro” no início do século passado, para o qual mais tarde veio a ser eleito chefe da redacção, funções que desempenhou durante 28 anos. Foi contemporâneo e amigo dos escritores e de muitas individualidades relevantes da sociedade portuguesa da época. Referência no jornalismo português, colaborou em diversos jornais, nomeadamente a «Voz Pública», «O Norte» e «A Tarde», de que foi director. Redigiu, primeiro em colaboração e depois sozinho, o «Almanaque de O Primeiro de Janeiro» e foi vice-presidente e presidente da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto.

José Lopes Vieira

Com antepassados nos “de França” de São Cosme, era sobrinho por afinidade da cunhada mais nova de Camilo Castelo Branco, Rosa, irmã de Joaquina Pereira de França cuja genealogia foi já publicada neste blogue. Ainda que comprovável apenas por indícios, Rosa, a mais jovem cunhada de Camilo Castelo Branco e, possivelmente sua admiradora, terá acompanhado os estudos e influenciado este sobrinho com respeito à sua inclinação literária. Tinha treze anos quando surgiu a notícia da morte dramática do escritor, a idade em que as sensibilidades despertam e as vocações começam a desenhar-se. José Lopes Vieira não terá de modo algum atingido a notabilidade de Camilo, mas foi pelo menos notório como poeta satírico, dramaturgo e, principalmente, jornalista, um tanto à imagem de Camilo.

José Lopes Vieira casou em 1904 com Amélia de Almeida Lopes (1877-1970), tia materna de Hernâni Maia, autor desta genealogia, que gentilmente aqui a publica, juntamente com um diagrama da árvore genealógica do jornalista. Estas publicações podem ser descarregadas clicando nas hiperligações seguintes:



kwADVilaReal
por GenealogiaFB comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui trabalhos, alguns elaborados por nós, outros por colaboradores que generosamente decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.
Agradecemos ao Joaquim Martins, à Vânia Viegas, ao Carlos Viana, ao Manuel Montenegro, ao Paulo Ferreira, à Manuela Castelãoe ao Fernando Vilarinho pela partilha dos seus índices.

Rua Nova de Sousa e Porta Nova, Braga

Dica: Clique na data para abrir o índice excel

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1 - Livro não está online
2 - Índice foi transcrito da base de dados do NEPS, realizado por Maria Norberta Amorim; à excepção de algumas correcções pontuais, o índice não foi revisto/completado pelo GenealogiaFB. Poderá conter alguns registos sem a filiação dos nubentes que, no entanto, se encontra nos respectivos assentos.
3 - Índice transcrito da base de dados do NEPS,  realizado por Rui Faria.


Originalmente publicado em 22/4/2015
kwADBraga

por MC Barros comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.

No blog Minha Parentela de Maria José Queiroz Meneses, encontram trabalhos por ela realizados, assim como imagens de assentos paroquiais, relativos à sua pesquisa, mas que poderão ser úteis para outras pessoas.

Agradecemos a Edmundo Vieira Simões que disponibilizou o índice de casamentos do livro 1 do Rio Grande, RS (neste índice a maioria dos nubentes são naturais dos Açores), e a Dom Jafther Nohan pelo índice de Santo António de Garanhus / PE.

Proclamação da Independência, 1844, François-René Moreaux, Museu Imperial, Petrópolis



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  • Actualização 26/10/2019
Registos partilhados por Cleber Coqueiro Passos a quem agradecemos.
Créditos: paróquia, cartório, Arquivo Municipal de Brumado e Elenice Portugal Ribas

Aracatu, Bahia, Brasil
Outros nomes: Gameleira dos Machados, São Pedro
Localidades relacionadas: Aracatu, Malhada de Pedras, Brumado, Caetité, Condeúba, Rio de Contas, Livramento de Nossa Senhora, Vitória da Conquista

Brumado, Bahia, Brasil
Outros nomes: Bom Jesus dos Meiras
Localidades relacionadas: Aracatu, Malhada de Pedras, Brumado, Caetité, Condeúba, Rio de Contas, Livramento de Nossa Senhora, Vitória da Conquista


  • Acutalização 24/03/2020 

Registos partilhados por Elenice Portugal Ribas a quem agradecemos
Rio Grande do Sul São Pedro


  • Actualização 04/04/2020
Registos partilhados por Elenice Portugal Ribas a quem agradecemos a partilha
Parte do livro 1 de casamentos de Viamão: 1747 a 1759 (fls. 1 a 76v.). O livro completo atinge o ano de 1785, com grandes lacunas, faltando os anos de1769, 1772 a 1776 e 1780 a 1782.
Folha 15: casamento em 20-03-1750. O registro está quase todo corroído, mas ao que parece trata-se de ESCRAVOS. Testemunhas: Manoel de Barros Pereira e João ----Pereira.
Folha 20v: o registro é feito pelo Pe. Tomas Clarque (1750-1753/4)




kwADAçores Inicialmente publicado em 10/04/2015
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