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29 de julho de 2019

29 de julho de 2019 por Manuela Alves comentários
Para memória futura, partilhamos aqui duas contribuições do Francisco Queiroz e da Maria Oliveira, a quem agradecemos. 
Escreveu Francisco Queiroz:
A notícia genealógica de hoje 



foi partilhada no nosso grupo e acompanhada por um excelente texto informativo que consta do blogue Genealogia sem Segredos e para o qual vos remetemos.

A esta informação, acrescentou a Maria Oliveira a seguinte ligação  https://dre.pt/legislacao-regia?

Boas pesquisas com estas duas ferramentas de investigação genealógica.

14 de julho de 2019

14 de julho de 2019 por Manuela Alves comentários
Memórias genealógicas, um trovador perpetuando uma memória portuense e uma dedicatória à dinâmica Rosário, que dirige a Biblioteca dos Assuntos Portuenses no AHMP e que de cuja amizade granjeada nos trabalhos no “nosso” Arquivo me honro - eis as razões para  este post.
Já tinha concluído há muito, o capítulo das minhas escrevinhices genealógicas dedicado aos Briteiros, meus avoengos trovadores paternos, quando no decorrer das investigações actuais, fui surpreendida pela existência de um pequeno cantar de índole trovadoresca relacionado com um deles e referências ao meu berço geográfico. Daqui foi um pulo até aos “domínios” da minha amiga Rosário a ver o que me trariam os artigos de O Tripeiro pela pena de José Carlos Ribeiro Miranda, professor da Faculdade de Letras da U.P.

E eu, cujos antepassados esgotaram a veia poética, nem me restando sequer uma gotinha de inspiração para alinhavar uma quadra para um mangerico de S. João, mas apenas uma admiração incondicional para os trovadores dos anos 60[1], limito-me a partilhar convosco a síntese de um artigo, publicado na revista “O Tripeiro” nº 6/7 (1995), p. 197-200, acrescentados com pequenas notas interpretativas.

Pois nom hei de Dona Elvira[2]
seu amor e hei sa ira,
esto farei, sem mentira:
pois me vou de Santa Vaia[3],
morarei cabo da Maia[4],
em Doiro, antr'o Porto e Gaia.
Se crevess'eu Martim Sira,
nunca m'eu dali partira
d'u m'el disse que a vira:
em Sam [J]oan'e em saia.
Morarei cabo da Maia,
em Doiro, antr'o Porto e Gaia.

Inicialmente atribuída por Carolina Michaëlis, embora com reservas, a Rui Gomes de Briteiros, meu 20º avô, foi depois atribuída a Martim Soares, autor de uma cantiga de escárnio,  Pois bõas donas som desemparadas, em que censura o “rapto” protagonizado pelo infanção Rui Gomes de Briteiros de uma neta do Conde D. Mem Gonçalves de Sousa, o Sousão, como forma de ascensão social. Mais recentemente foi revisitada como uma cantiga de amor, com características menos usuais e da autoria de Rui Gomes de Briteiros[5].

Diz Ribeiro Miranda no artigo de O Tripeiro :

Trata-se de um texto em que o enunciado é assumido por uma voz masculina, declarando a intenção de proceder a uma acção que visa propiciar o favor de uma mulher - Dona Elvira - que adoptara até então uma atitude hostil às iniciativas desse mesmo sujeito masculino. Esta acção em perspectiva que recebe a caução de uma terceira personagem - Martim Sira - que entretanto a aconselhara traduz-se na ideia expressa no refrão Morarei cabo da Maia,/em Doiro, antr'o Porto e Gaia.

E conclui, e com ele, eu também: 

Se é verdade que o cantar dos trovadores veio a consagrar por intermédio da linguagem da vassalagem amorosa uma conservador atitude de aceitação dos princípios do serviço vassálico e, sobretudo de resignação dos mais jovens perante a dificuldade da Imposição social por via do casamento hipergâmico*, tal não significa que a própria cultura trovadoresca não tenha sido capaz de dar forma a atitudes completamente opostas fossem elas no plano da idealidade, fossem na transposição literária de casos e situações do domínio concreto. Este texto é disso exemplo paradigmático. Embora o nosso trovador manobrasse também com destreza os modelos retóricos e temáticos da vassalagem de amor […] a sua opção é agora diversa porque bem diferente parece ser a sua atitude ao fixar a atenção no mundo feminino. Afinal estamos para por genuíno cantar de amor ao qual, no plano da realidade, venha corresponder um rapto, como se entre a ficção literária E essa mesma realidade houvesse uma insuspeitada continuidade narrativa.


[1] Ver a versão integral do poema escrito em 1963 e incluído no livro _Praça da Canção (1965) escrito por Manuel Alegre . A versão cantada por Adriano Correia de Oliveira é musicada por António Portugal aqui
[2] Elvira Anes da Maia (ou de Sousa) - uma das netas do poderoso Conde D. Mem Gonçalves de Sousa, o Sousão. Nascida por volta de 1210, e desde 1226 à guarda da linhagem materna por morte do pai, terá sido raptada por Rui Gomes de Briteiros, talvez em 1230, com ele casando e dele tendo tido sete filhos. Leontina Ventura e Resende de Oliveira desconfiam da efectividade deste "rapto", que não é referido no Livro Velho, que refere apenas o casamento), mas apenas pelos dois seguintes (o Livro do Deão e o do Conde D. Pedro).
[3] Existia uma igreja de Santa Ovaia de Arouca, para além de duas povoações chamadas Santa Ovaia no distrito de Viseu, uma perto de Tondela e outra perto de Oliveira do Hospital
[4] Maia era o território do pai de D. Elvira, João Peres da Maia
[5] António Resende de Oliveira e José Carlos Ribeiro Miranda, Dois estudos trovadorescos, Porto, 1993.

* Nota minha: Hipergamia é um termo usado em Sociologia, para o acto ou prática de uma pessoa de uma determinada condição social se casar com outra de condição social superior.




10 de julho de 2019

10 de julho de 2019 por Manuela Alves comentários


As cantigas trovadorescas galego-portuguesas são um dos patrimónios mais ricos da Idade Média peninsular. Produzidas durante o período, de cerca de 150 anos, que vai, genericamente, de finais do século XII a meados do século XIV, as cantigas medievais situam-se, historicamente, nas alvores das nacionalidades ibéricas, sendo, em grande parte contemporâneas da chamada Reconquista cristã, que nelas deixa, aliás, numerosas marcas. [...]
Nas origens da arte trovadoresca galego-portuguesa está, indiscutivelmente, a arte dos trovadores provençais, movimento artístico nascido no sul de França em inícios do século XII, e que rapidamente se estende pela Europa cristã. Compondo e cantando já em língua falada (no caso, o ocitânico) e não mais em latim, os trovadores provençais, [...] definiram os modelos e padrões artísticos, mas também genericamente culturais, que se irão tornar dominantes nas cortes e casas aristocráticas europeias durante os séculos seguintes. Acompanhando, pois, sem dúvida, um movimento europeu mais vasto [...], a arte trovadoresca galego-portuguesa assume, no entanto, características muito próprias, [...] e que a distinguem de forma assinalável da sua congénere provençal, desde logo pela criação de um género próprio, a cantiga de amigo.
No total, e recolhidas em três grandes cancioneiros (o Cancioneiro da Ajuda, o Cancioneiro da Biblioteca Nacional e o Cancioneiro da Biblioteca Vaticana), chegaram até nós cerca de 1680 cantigas profanas ou de corte, pertencentes a três géneros maiores (cantiga de amor, cantiga de amigo e cantiga de escárnio e maldizer), e da autoria de cerca de 187 trovadores e jograis. [...]
O Galego-Português era a língua falada na faixa ocidental da Península Ibérica até meados do XIV. Derivado do Latim, surgiu progressivamente como uma língua distinta anteriormente ao século IX, no noroeste peninsular. Neste sentido, poderemos dizer que, mais do que designar uma língua, a expressão Galego-Português designa concretamente uma fase dessa evolução, cujo posterior desenvolvimento irá conduzir à diferenciação entre o Galego e o Português actuais. Entre os séculos IX e XIV, no entanto, e com algumas pequenas diferenças entre modos de falar locais, a língua falada ao norte e ao sul do rio Minho era sensivelmente a mesma. E nem mesmo as fronteiras políticas que por meados do século XII se foram desenhando, e que conduziram à formação de um reino português independente ao sul, parecem ter afectado imediatamente esta unidade linguística e cultural, cujas origens remontam à antiga Galiza romano-gótica. Da mesma forma, a extensão do novo reino português até ao extremo sudoeste da Península (que se desenrola, até 1250, ainda no movimento da chamada reconquista cristã), é um processo que pode ser entendido, nesta primeira fase, como um alargamento natural desse espaço linguístico e cultural único. [...]
O período que medeia entre os séculos X e XIV constitui, pois, a época por excelência do Galego-Português. É, no entanto, a partir de finais do século XII que a língua falada se afirma e desenvolve como língua literária por excelência, num processo que se estende até cerca de 1350, e que, muito embora inclua também manifestações em prosa, alcança a sua mais notável expressão na poesia que um conjunto alargado de trovadores e jograis, galegos, portugueses, mas também castelhanos e leoneses, nos legou. [...]
De forma retoricamente elaborada, a cantiga de amor apresenta-nos, assim, uma voz masculina essencialmente sentimental, que canta a beleza e as qualidades de uma senhora inatingível e imaterial, e a correlativa coita (sofrimento) do poeta face à sua indiferença ou face à sua própria incapacidade para lhe expressar o seu amor. Se bem que decididamente influenciada pela canso provençal, como se disse, a cantiga de amor galego-portuguesa assume, no entanto, algumas características distintas, desde logo o facto de ser em geral mais curta e de frequentemente (em mais de metade dos casos conservados) incluir um refrão (quando a norma provençal é a cantiga de mestria, ou seja, sem refrão).
Num registo bem mais popular ou burguês, a cantiga de amigo é um género autóctone, cujas origens parecem remontar a uma vasta e arcaica tradição da canção em voz feminina, tradição que os trovadores e jograis galego-portugueses terão seguido, muito embora adaptando-a ao universo cortês e palaciano que era o seu. Desta forma, a voz feminina que os trovadores e jograis fazem cantar nestas composições remete para um universo definido quase sempre pelo corpo erotizado da mulher, que não é agora a senhor mas a jovem enamorada, que canta, por vezes num espaço aberto e natural, o momento da iniciação erótica ao amor. Desta forma a velida (bela), a bem-talhada (de corpo bem feito) exterioriza e materializa de formas várias, formas essas enquadradas numa vivência quotidiana e popular, os sentimentos amorosos que a animam: de alegria pela vinda próxima do seu amigo, de tristeza ou de saudade pela sua partida, de ira pelos seus enganos – os sentimentos que o trovador ou o jogral lhe faz cantar, bem entendido. Compostas e geralmente cantadas por um homem (se bem que possa ter havido igualmente vozes femininas a cantá-las), as cantigas de amigo põem em cena um universo feminino alargado, do qual fazem ainda parte, como interlocutoras da donzela, a mãe, as irmãs ou as amigas. Formalmente, as cantigas de amigo recorrem frequentemente a uma técnica arcaica de construção estrófica conhecida como “paralelismo”, a apresentação da mesma ideia em versos alternados, com pequenas variações verbais nos finais desses mesmos versos, e são quase sempre (em 88% das cantigas conservadas) de refrão.
O terceiro grande género cultivado pelos trovadores e jograis galego-portugueses é o satírico, ou seja, as cantigas de escárnio e maldizer, que representam mais de um quarto do total das cantigas que chegaram até nós. No já referido pequeno tratado sobre a Arte de Trovar que abre o Cancioneiro da Biblioteca Nacional, o seu anónimo autor define-as, genericamente, como cantigas que os trovadores fazem quando querem “dizer mal” de alguém, estabelecendo em seguida uma diferença no que diz respeito ao modo: assim enquanto que nas cantigas de maldizer a crítica seria directa e ostensiva, nas cantigas de escárnio a crítica seria feita de modo mais subtil, “por palavras cobertas que hajam dous entendimentos” (ou seja, num registo de dupla leitura, o "equívoco", ou hequivocatium, nas palavras do mesmo anónimo autor. Ainda que estes dois modos sejam, de facto, detectáveis nas cantigas conservadas, a nível terminológico esta distinção pode considerar-se, no entanto, mais teórica do que prática [...].Tematicamente, as cantigas de escárnio e maldizer abarcam um vastíssimo leque de motivos, personagens e acontecimentos, em áreas que vão dos comportamentos quotidianos (sexuais, morais) aos comportamentos políticos, devendo muitas delas ser entendidas como armas de combate entre os vários grupos e interesses em presença.

Fonte Lopes, Graça Videira; Ferreira, Manuel Pedro et al. (2011-), Cantigas Medievais Galego Portuguesas [base de dados online]. Lisboa: Instituto de Estudos Medievais, FCSH/NOVA. [Consulta em 7.7.2019] Disponível em: <http://cantigas.fcsh.unl.pt>.

1 de julho de 2019

1 de julho de 2019 por MC Barros comentários
São conhecidas as tentativas, frequentemente bem sucedidas, por parte dos cristãos-novos, ou dos seus descendentes. de acederem a cargos que lhes estavam interditos, quer na vida eclesiástica quer administrativa. Como medida contra esta infiltração, a 12 de Julho de 1636 o papa Urbano VIII proíbe a entrada no Capítulo da Real Colegiada a todos os que não tivessem provado a limpeza do seu sangue. Em cumprimento desse Breve, a Colegiada passou a conduzir interrogatórios a testemunhas conhecedoras da geração dos habilitandos, a fim de inquirir sobre a existência, ou não, de sangue judeu, mouro, ou de outra reprovada nação.

A Igreja da Colegiada e o Padrão da Oliveira, gravura de Pedroso sobre desenho de Nogueira da Silva.
Arquivo Pitoresco, 1863. p. 353. 


Sob o título «Inquirições sobre a pureza do sangue», foram publicadas no Boletim de Trabalhos Históricos (BTH), entre 1933 e 1980, as transcrições das Inquirições de Genere realizadas pela Colegiada de Guimarães. A documentação original encontra-se no Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Os pdf's com os traslados, que se encontravam na antiga página da Casa de Sarmento, estão desde início deste ano também no AMAP.

As inquirições cobrem o período 1639 a 1848. A indexação que se segue, que fiz para uso próprio e aqui partilho, destina-se a facilitar a localização das transcrições. O AMAP ainda não tem a série digitalizada, mas os interessados podem facilmente localizar a documentação no arquivo, seguindo o link na coluna AMAP. Cada pdf pode conter transcrições de várias Inquirições. Os nomes a vermelho referem-se a transcrições de processos que não encontrei na página do AMAP.


AMAPAnoDescriçãoTranscrição
C-726-0000091709Agostinho Ferreira de Novais, sucessor do Cónego Jerónimo de Sá 1709-07-02/1709-07-02bth1945_6.pdf
C-726-0000211720António da Costa Pereira, coadjuctor do Cónego Pedro Barroso 1720-01-15/1720-01-15bth1951_6.pdf
C-727-0000121759António David Cardoso, sucessor do Cónego Francisco José Faião 1759-10-21/1759-10-21bth1958_1.pdf
C-725-0000281689António de Araújo, sucessor do Cónego Diogo Tinoco da Silva 1689-02-07/1689-02-07bth1943_4.pdf
C-726-0000101709António de Castro, sucessor do Cónego Custódio de Faria Cunha 1709-09-04/1709-09-04bth1945_6.pdf
C-726-0000381733António de Eça de Castro Arcediago de Vila Cova sucessor do Cónego José de Carvalho da Cunha 1733-12-23/1733-12-23bth1954_1.pdf
C-725-0000031668António de Faria por resignação do Cónego João de Figueiredo Barbosa 1668-03-20/1668-03-20bth1941_5.pdf
C-724-0000031639António de Mesquita de Sousa, para suceder na Conezia de seu tio o Cónego Pedro de Mesquita 1639-01-28/1639-01-28bth1935_2_3.pdf
C-725-0000301692António de Sousa Mesquita, coadjuctor de seu tio o Cónego João de Sousa Mesquita 1692-08-20/1692-08-20bth1943_4.pdf
C-724-0000091646António Dias Pimenta 1646-11-20/1646-11-20bth1937_10.pdf
C-726-0000081708António dos Santos de Carvalho por renúncia de seu irmão Salvador dos Santos Carvalho 1708-01-07/1708-01-07bth1945_2.pdf
1743António Ferreirabth1956_2.pdf
C-725-0000321697António Gomes Ribeiro 1697-03-16/1697-03-16bth1944_3.pdf
C-724-0000121649António Gonçalves Mourão 1649-09-09/1649-09-09bth1937_13.pdf
C-725-0000241686António Guedes Alcoforado, coadjuctor do Cónego Pedro Guedes de Morais 1686-10-02/1686-10-02
C-727-0000231743António Pereira, coadjuctor do Cónego Manuel António Mendes 1743-10-18/1743-10-18
C-726-0000371733António Rodrigues da Silva Mendes, codjuctor do Cónego Domingos Rodrigues seu tio 1733-11-19/1733-11-19bth1953_4.pdf
C-727-0000171744Bartolomeu Pinheiro da Costa, coadjuctor do Cónego Gaspar Pinheiro da Costa seu tio 1744-10-13/1744-10-13bth1957_1.pdf
C-725-0000171682Bartolomeu Tinoco 1682-09-19/1682-09-19bth1943_1.pdf
C-726-0000341732Belchior Mendes de Vasconcelos, coadjuctor do Tesoureiro Mor António Pinto Barbosa 1732-11-14/1732-11-14bth1953_1.pdf
C-725-0000131679Bento de Sousa de Almeida, sucessor do Cónego João de Sousa 1679-08-28/1679-08-28bth1942_4.pdf
C-726-0000141716Boaventura Martins Couto 1716-09-12/1716-09-12bth1949_1.pdf
C-725-0000091671Constantino Taveira de Faria sucessor do Cónego João de Sousa de Mesquita 1671-02-21/1671-02-21bth1942_2.pdf
C-725-0000011666Cosme de Sá Peixoto 1666-02-08/1666-02-08bth1941_2.pdf
C-727-0000101759Cristóvão Dias de Crasto, sucessor do Cónego João Barbosa Ribeiro 1759-12-18/1759-12-18bth1962_6.pdf
C-726-0000201719Cristóvão Ribeiro Ferreira, sucessor do Cónego António dos Santos de Carvalho 1719-12-12/1719-12-12bth1951_6.pdf
C-726-0000021703Custódio da Cunha e Faria, coadjuctor do Cónego António de Faria 1703-01-30/1703-01-30bth1944_3.pdf
C-725-0000181683Diogo da Silva por resignação do Cónego Bento de Sousa Almeida 1683-02-10/1683-02-10bth1943_1.pdf
C-724-0000221658Diogo do Vale por morte do Cónego Paulo Barroso Coelho 1658-09-18/1658-09-18bth1939_11.pdf
C-725-0000121679Diogo Tinoco por resignação de Pedro Fernandes de Castro 1679-08-01/1679-08-01bth1942_4.pdf
C-725-0000141680Domingos Alves Camelo 1680-06-30/1680-06-30bth1942_6.pdf
C-725-0000331698Domingos de Freitas Silveira, coadjuctor do Cónego Miguel Roiz Ferrão 1698-01-27/1698-01-27bth1944_3.pdf
C-725-0000101671Domingos Pinto de Araújo que pretende ser Mestre Escola 1671-07-08/1671-07-08bth1942_2.pdf
C-726-0000261721Domingos Rodrigues, sucessor do Cónego António de Araújo da Maia 1721-06-22/1721-06-22bth1952_6.pdf
C-724-0000191656Duarte Ribeiro Pinto, Cónego por resignação de seu tio Cónego Peres Vieira 1656-12-05/1656-12-05bth1939_2.pdf
C-725-0000221685Fernão Machado, sucessor do Cónego Bartolomeu Tinoco 1685-03-19/1685-03-19
C-724-0000171655Fernão Martins de Aragão, Cónego por morte do Cónego Manuel Fernandes Pinheiro 1655-01-25/1655-01-25bth1938_10.pdf
C-726-0000421735Francisco Alves Ribeiro, coadjuctor do Cónego Joseph de Araújo de Távora 1735-07-24/1735-07-24bth1955_1.pdf
C-724-0000261661Francisco Cunha de Freitas por morte do Cónego Paulo Machado da Maia 1661-01-17/1661-01-17bth1940_7.pdf
C-726-0000231720Francisco da Cunha Rebelo, sucessor do Cónego Nicolau de Brito Machado 1720-02-23/1720-02-23bth1952_2.pdf
C-726-0000071707Francisco de Castro de Eça por renúncia do D. José de Sousa 1707-11-18/1707-11-18bth1945_2.pdf
C-725-0000231685Francisco de Oliveira por resignação do Cónego Constantino Taveira de Faria 1685-12-22/1685-12-22
C-724-0000181656Francisco de Sá Ferraz 1656-08-20/1656-08-20bth1938_10.pdf
C-726-0000431737Francisco de Távora e Vasconcelos, coadjuctor de seu tio o cónego Cristóvão Ribeiro Ferreira 1737-02-18/1737-02-18bth1955_1.pdf
C-726-0000171717Francisco do Vale Cardoso, coadjuctor do Cónego João Vaz da Silva 1717-08-14/1717-08-14bth1951_2.pdf
C-726-0000161717Francisco Ferreira Camelo, coadjutor de seu tio o Cónego João Araújo 1717-06-29/1717-06-29bth1951_2.pdf
C-726-0000411734Francisco José Faião, coadjuctor do Cónego Boaventura Martins Coelho 1734-12-13/1734-12-13bth1954_6.pdf
1748Francisco José Vieira de Pinabth1957_1.pdf
C-724-0000211657Francisco Peixoto de Sá 1657-05-25/1657-05-25bth1939_6.pdf
C-726-0000121712Francisco Teixeira 1712-01-17/1712-01-17bth1949_1.pdf
C-727-0000131756Francisco Ventura Pereira Mourão, coadjutor do Cónego Manuel José da Silva 1756-11-16/1756-11-16bth1958_1.pdf
C-727-0000071778Francisco Xavier de Araújo, sucessor do Cónego Bartolomeu Pinheiro da Costa 1778-07-21/1778-07-21bth1965_4.pdf
C-727-0000061779Francisco Xavier de Veiga, sucessor do Cónego Francisco José Vieira de Pina 1779-02-03/1779-02-03bth1967_4.pdf
C-726-0000361733Gaspar António Cardoso de Carvalho, por renúncia de seu tio o Cónego Francisco Ferreira Camelo 1733-09-10/1733-09-10
1733Gaspar Cardoso de Carvalhobth1953_4.pdf
C-724-0000061644Gaspar de Freitas 1644-12-29/1644-12-29bth1936_2_3.pdf
C-726-0000221720Gaspar Pinheiro da Costa, sucessor do Cónego Francisco Teixeira 1720-01-29/1720-01-29bth1952_2.pdf
C-727-0000111759Jacinto Lopes da Cunha Velho, coadjutor do Cónego António Pereira de Araújo 1759-12-04/1759-12-04bth1958_1.pdf
C-725-0000251687Jerónimo de Sá, sucessor do Rº António Pereira de Vasconcelos 1687-03-12/1687-03-12
C-724-0000111648Jerónimo Dias Pimenta 1648-12-07/1648-12-07bth1937_13.pdf
1693Jerónimo Vaz Vieirabth1944_3.pdf
C-724-0000141651João Alvares de Oliveira 1651-07-26/1651-07-26bth1938_1.pdf
C-724-0000231658João Baptista de Sousa 1658-09-17/1658-09-17bth1939_16.pdf
C-726-0000461739João Barbosa Ribeiro, coadjutor do Cónego Francisco do Vale Cardoso 1739-09-25/1739-09-25bth1955_1.pdf
C-726-0000301724João da Costa Soares por renúncia do Cónego Fernão Machado de Freitas 1724-02-21/1724-02-21bth1953_1.pdf
C-726-0000291724João da Costa Soares por renúncia do Cónego Fernão Machado de Freitas 1724-02-21/1724-02-21
C-725-0000201684João de Araújo Coadjutor do Cónego Simão de Magalhães 1684-03-06/1684-03-06
C-727-0000041781João de Barros de Leiva, por renúncia de seu tio o Cónego Pedro Ferreira de Leiva 1781-01-06/1781-01-06bth1975_4.pdf
C-724-0000071644João de Figueiredo Barbosa 1644-12-31/1644-12-31bth1937_1.pdf
C-724-0000201657João de Oliveira por resignação do Cónego Luís de Faria Correia 1657-01-16/1657-01-16bth1939_6.pdf
C-725-0000021666João de Sousa Mesquita 1666-09-21/1666-09-21bth1941_2.pdf
C-727-0000031781João de Vasconcelos de Meneses por renúncia do Cónego José Ricardo Pereira de Castro 1781-03-16/1781-03-16bth1979_8.pdf
C-724-0000281662João dos Guimarães Ferraz na Conezia de seu tio o Cónego Cristóvão Ferraz dos Guimarães 1662-06-17/1662-06-17bth1940_7.pdf
C-727-0000191743João Lopes Martins, coadjuctor do Cónego Miguel Lopes Brandão 1743-11-18/1743-11-18bth1957_1.pdf
C-727-0000181744João Machado d’Eça, sucessor do Cónego Gaspar Cardoso de Carvalho 1744-03-30/1744-03-30
1689João Machado de Mirandabth1943_4.pdf
C-727-0000221743João Manuel Lopes de Araújo, sucessor do Cónego Agostinho Ferreira de Novais 1743-03-30/1743-03-30bth1956_2.pdf
C-725-0000081670João Peixoto de Sá por resignação do seu Irmão o Cónego Cosme Sá Peixoto 1670-11-17/1670-11-17bth1942_2.pdf
João Pinto de Castro provido a Mestre-Escola por renúncia do seu tio o Reverendo Manuel Pinto de Castrobth1966_3.pdf
C-725-0000111675João Tinoco coadjuctor do Cónego Tomaz Bocarro da Costa 1675-12-02/1675-12-02bth1942_2.pdf
C-724-0000021663João Vaz Silveira por resignação do Cónego Manuel Barbosa Finza 1663-06-19/1663-06-19bth1941_2.pdf
C-726-0000401734José António Rebelo, coadjuctor do Cónego Dr. Francisco da Cunha Rebelo 1734-09-08/1734-09-08bth1954_6.pdf
C-727-0000091761José Bento da Rocha Brito e Aguião, sucessor do Cónego João da Costa Soares 1761-07-05/1761-07-05bth1963_2.pdf
C-726-0000391734José Bernardo de Carvalho, coadjuctor do Cónego Francisco de Castro de Eça, seu tio 1734-03-05/1734-03-05bth1954_1.pdf
C-726-0000111711José Carvalho de Araújo, coadjuctor de seu tio o Cónego António de Araújo da Maia 1711-07-02/1711-07-02bth1949_1.pdf
C-726-0000181718José de Araújo e Távora, sucessor do Cónego António de Sousa de Mesquita 1718-07-23/1718-07-23bth1951_6.pdf
C-726-0000061705José Domingos de Sousa, sucessor do Cónego João Vaz Silveira e irmã de D. João de Sousa Conde de Prado que foi Arcipreste da Colegiada 1705-10-16/1705-10-16bth1944_8.pdf
C-727-0000051780José Joaquim de Abreu, coadjuctor do Cónego Manuel dos Reis da Costa Pego 1780-07-31/1780-07-31bth1978_6.pdf
C-725-0000071670José Martins de Andrade por resignação do Cónego Pedro Vieira 1670-10-02/1670-10-02bth1942_2.pdf
C-726-0000131716José Moreira da Silva, coadjuctor do Cónego Miguel de Macedo Portugal 1716-08-28/1716-08-28bth1949_1.pdf
C-727-0000161747José Pereira Malheiro, por renúncia do Cónego Paulo de Melo Pereira de S. Paio 1747-07-24/1747-07-24bth1957_1.pdf
C-724-0000131650Leão Bravo, Cónego por morte do Cónego Cosme Fernandes 1650-12-07/1650-12-07bth1938_1.pdf
C-724-0000251660Lourenço Gonçalves Carneiro, por resignação de seu irmão Cónego Leão Bravo 1660-11-23/1660-11-23bth1940_7.pdf
C-724-0000161654Luís Alves do Canto 1654-03-27/1654-03-27bth1938_5.pdf
C-726-0000321728Luís Brandão Pereira de Lacerda por renúncia do Cónego Martinho Ferraz dos Guimarães 1728-04-30/1728-04-30bth1953_1.pdf
C-726-0000311728Luís Brandão Pereira, sucessor do Cónego Martinho Ferrazbth1953_1.pdf
C-724-0000151652Luís de Faria Correia, Cónego por morte do Cónego Gonçalo de Freitas 1652-05-19/1652-05-19bth1938_5.pdf
C-726-0000281722Luís de Magalhães Pereira, coadjuctor do Cónego António de Castro 1722-11-23/1722-11-23bth1952_6.pdf
C-726-0000351733Manuel António Mendes sucessor do Cónego Manuel Peixoto da Silva 1733-09-07/1733-09-07bth1953_4.pdf
C-726-0000471742Manuel António Teixeira, coadjutor do Cónego António Gomes Ribeiro seu tio 1742-02-02/1742-02-02bth1954_1.pdf
C-724-0000051640Manuel Coelho para suceder a seu tio António Coelho 1640-04-30/1640-04-30bth1937_7.pdf
1709Manuel da Costa Barrosobth1949_1.pdf
C-724-0000081646Manuel da Silva por resignação do Cónego Francisco Rebelo Valadares 1646-01-02/1646-01-02bth1937_10.pdf
C-725-0000291690Manuel de Brito Pimenta, coadjuctor do Cónego António Dias Pimenta 1690-12-09/1690-12-09bth1943_4.pdf
C-725-0000261688Manuel de Carvalho de Magalhães Arcediago de Vila Cova 1688-07-06/1688-07-06bth1943_4.pdf
C-725-0000271688Manuel de Carvalho de Magalhães, Arcediago de Vila Cova por renúncia de João Bandeira 1688-06-19/1688-06-19
C-727-0000201743Manuel dos Reis da Costa Pego, coadjuctor do Cónego Luís de Magalhães Pereira 1743-07-18/1743-07-18bth1956_2.pdf
C-726-0000331731Manuel José da Silva, sucessor do Cónego Francisco de Oliveira 1731-07-30/1731-07-30bth1953_1.pdf
C-727-0000081778Manuel José de N. Sr.a do Carmo por renúncia do Cónego José Bento de Brito da Rocha e Aguião 1778-07-16/1778-07-16bth1964_3.pdf
C-727-0000021782Manuel José Vaz Vieira, coadjuctor do Cónego Cristóvão Dias de Castro 1782-04-06/1782-04-06bth1980_8.pdf
C-725-0000311696Manuel Mendes, coadjuctor do Cónego António de Faria 1696-10-01/1696-10-01bth1944_3.pdf
C-726-0000251721Manuel Peixoto da Silva 1721-05-28/1721-05-28bth1952_6.pdf
C-726-0000271722Manuel Pinto de Araújo, sucessor do Cónego Mestre Escola Dr. Domingos Pinto de Araújo 1722-05-16/1722-05-16bth1952_6.pdf
C-727-0000011742Manuel Pinto de Castro, coadjutor de seu tio o cónego Dr. Manuel Pinto de Araújo Mestre Escola da Colegiada 1742-05-07/1742-05-07bth1955_1.pdf
C-726-0000041704Manuel Vieira de Mesquita, coadjuctor do Cónego Jerónimo da Costa Pimenta 1704-04-27/1704-04-27bth1944_8.pdf
C-726-0000031703Manuel Vieira de Mesquita, coadjutor do Cónego António de Faria 1703-01-30/1703-01-30bth1944_3.pdf
C-724-0000101648Marcos Salgado coadjutor do Cónego Miguel da Fonseca Arrochela 1648-06-17/1648-06-17bth1937_13.pdf
C-725-0000161682Martinho Ferraz de Guimarães coadjutor do Cónego João de Guimarães Ferraz 1682-05-02/1682-05-02bth1943_1.pdf
C-726-0000191719Miguel de Freitas da Cunha, sucessor de seu tio o Cónego Miguel de Freitas 1719-11-23/1719-11-23bth1951_6.pdf
C-725-0000051669Miguel de Freitas sucessor de seu tio o Cónego Francisco da Cunha de Freitas 1669-02-20/1669-02-20bth1941_7.pdf
C-726-0000451738Miguel de Macedo Portugal, coadjutor de seu avô o Cónego Miguel de Macedo Portugal 1738-09-08/1738-09-08bth1955_1.pdf
C-726-0000241721Miguel Lopes Brandão, sucessor do Cónego João Monteiro Bravo 1721-05-09/1721-05-09bth1952_2.pdf
C-726-0000011705Miguel Rebelo de Macedo, por renúncia do Cónego Francisco Peixoto de Sá. 1705-12-09/1705-12-09bth1945_2.pdf
C-725-0000151680Miguel Roiz Ferraz 1680-08-01/1680-08-01bth1943_1.pdf
C-725-0000041668Nicolau Machado de Brito por renúncia do Cónego Sebastião de Almeida Sequeira 1668-05-28/1668-05-28bth1941_5.pdf
1709Nuno da Silva Telesbth1945_2.pdf
C-726-0000151717Paulo de Melo Pereira de S. Paio coadjuctor do Cónego João Machado de Miranda 1717-02-24/1717-02-24bth1951_2.pdf
C-724-0000041639Paulo Mendes de Freitas, para suceder na Conezia do falecido Cónego André Mesquita 1639-11-08/1639-11-08bth1936_1_2.pdf
C-727-0000151748Pedro António Pereira da Costa coadjuctor de seu tio o Cónego António da Costa Pereira 1748-01-25/1748-01-25bth1957_1.pdf
C-725-0000191684Pedro Barroso coadjutor do Cónego Tomaz Bocarro da Costa 1684-03-02/1684-03-02bth1943_1.pdf
C-724-0000011663Pedro de Guedes de Morais 1663-04-26/1663-04-26bth1941_2.pdf
C-726-0000051704Pedro Ferreira de Leiva, coadjuctor do Cónego Diogo da Silva 1704-08-11/1704-08-11bth1944_8.pdf
C-727-0000141848Pedro Ferreira de Leiva, coadjutor de seu avô o cónego Pedro Ferreira de Leiva, coadjutor de seu avô o Cónego Pedro Ferreira de Leiva 1848-12-01/1848-12-01bth1958_1.pdf
C-724-0000271661Pedro Gaspar Martins, por resignação do Cónego Dâmaso de Freitas Azevedo 1661-09-13/1661-09-13bth1940_7.pdf
C-725-0000211684Pedro Gomes Ribeiro, sucessor do Cónego Lourenço 1684-04-06/1684-04-06
C-725-0000341664Pedro Vieira da Maia 1664-04-02/1664-04-02bth1941_2.pdf
C-727-0000211743Plácido António de Carvalho, coadjutor do Cónego Miguel da Cunha de Freitas 1743-06-06/1743-06-06bth1956_2.pdf
C-726-0000481702Salvador dos Santos de Carvalho por renúncia de António Pinto Barbosa 1702-07-07/1702bth1944_3.pdf
C-724-0000291662Sebastião de Almeida Sequeira por morte do Cónego Diogo do Vale 1662-07-14/1662-07-14bth1940_7.pdf
C-726-0000441733Sebastião Leme Coutinho Guedes, coadjuctor de seu tio o Cónego António Guedes Alcoforado 1733-09-09/1733-09-09bth1953_4.pdf
C-725-0000061669Simão de Magalhães sucessor do Cónego Paulo Mendes de Freitas 1669-03-10/1669-03-10bth1942_2.pdf
C-724-0000241660Tomé Correia 1660-05-13/1660-05-13

Originalmente publicado em 08-11-2018
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