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5 de agosto de 2014

5 de agosto de 2014 por Maria do Céu Barros comentários
Disponibilizamos aqui ligações para algumas obras da autoria de Maria Adelaide Pereira de Moraes, investigadora e genealogista vimaranense. Tratam-se de documentos publicados no Boletim de Trabalhos Históricos (edição anual do Arquivo Municipal Alfredo Pimenta) desde 1964. São obras de grande interesse, pelo seu rigor e riqueza de linguagem. Mais do que dar-nos a conhecer a genealogia das diversas famílias que estudou, leva-nos mais longe, até aos cenários onde as suas vidas se desenrolaram, o que torna a sua leitura um verdadeiro prazer. 

Velhas Casas

  1. Título: Velhas Casas I: freguesia de S. João de Ponte, Casal da Ribeira de Cima. PDF
  2. Título: Velhas Casas II: freguesia de Fermentões, Casal de Minotes. PDF (inclui a Casa de Caneiros, a Quinta de Selho de Riba, Casa da Covilhã) - PDF
  3. Título: Velhas Casas III: freguesia de Creixomil, Casa do Costeado. PDF
  4. Título: Velhas Casas (rectificação). PDF
  5. Título: Velhas Casas IV: freguesia de Creixomil, Casa de Laços. PDF
  6. Título: Velhas Casas V: freguesia de Azurém, Casa de Pousada. PDF
  7. Título: Velhas Casas VI: freguesia de Azurém, Casa da Veiga. PDF
  8. Título: Velhas Casas VII: freguesia de Penselo, Casa de Aveleira. PDF
  9. Título: Velhas Casas VIII: Casa do Cano do Salvador. PDF
  10. Título: Velhas Casas (IX): Casa de Sezim (I). PDF
  11. Título: Velhas Casas (X): Casa de Sezim (II). PDF
  12. Título: Velhas Casas (X): o Paço e Honra de Gominhães. PDF
  13. Título: Velhas Casa XI: a do Arco, na rua de Santa Maria, em GuimarãesPDF
  14. Título: Velhas Casas XII Histórias do Palácio de Vila Flor ou Cavalinho - Parte 1 (2005) - PDF
  15. Título: Velhas Casas XII Histórias do Palácio de Vila Flor ou Cavalinho - Parte 2 (2006) - PDF
  16. Título: Velhas Casas A dos Navarros - Arquivo Municipal Alfredo Pimenta - PDF

13. Título: Desceram do monte, atravessaram o mar (Castros de Guimarães e seu termo). PDF
15. Título: «Desceram do monte, atravessaram o mar» - Aditamento. PDF

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19 de julho de 2014

19 de julho de 2014 por Maria do Céu Barros comentários
Estas IG têm especial interesse pela quantidade de dados genealógicos que possuem e pelas informações relativas a antepassados cristãos-novos. Por esse motivo, apesar de nem todos estes processos existirem online, optamos por listá-los na totalidade. As IG que podem ser consultadas no FamilySearch vão referidas na coluna com o mesmo nome.

IG com embargos & purgas

Ver também: O que são Inquirições de Genere

Nota: o ficheiro foi actualizado em 5/3/2015

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26 de dezembro de 2017

26 de dezembro de 2017 por Maria do Céu Barros comentários
A partir do Livro de Prazos do Cabido da Sé de Braga, António Losa, no seu Subsídios para o Estudo dos Judeus de Braga no Século XV,  dá-nos a conhecer a comunidade judaica de Braga no período precedente à expulsão. A maioria, se não a totalidade, seriam inquilinos do Cabido, tanto na Judiaria Velha como na Nova, tendo, por esse motivo, celebrado contractos que o autor transcreve. Na documentação compulsada vão surgindo os nomes hebraicos que a conversão forçada e a expulsão  lançariam no esquecimento.

Rua de Santo António (Judiaria Nova) e Rua do Poço ou de Santa Maria (Judiaria Velha), onde se situava a Sinagoga, em 1750.


A par dos nomes típicamente hebraicos, como Isaac, Jacob, Abraão, Salomão, Samuel, Yuda, Moisés, Mosse, Mouse, Mousém, Menahem, surgem também outros de origem peninsular. Encontram-se ainda nomes desconhecidos entre os apelidos portugueses, como Brafanez, Cema, Tamassas, etc., e outros de óbvia origem galega e castelhana. Uma curiosidade, assinalada pelo autor, é o facto de alguns prazos estarem assinados pelos arrendatários com caracteres hebraicos.

O estudo permite perceber como são ilusórias  as listas de apelidos sefarditas portugueses que se multiplicam online, julgando alguns incautos, baseados somente nos seus apelidos, terem raízes judaicas. Vejamos um exemplo: um ramo da família Brafanez converteu-se, tendo adoptado o sobrenome Barros, nome de origem toponímica e comum a muitos portugueses. Vamos, assim, encontrar um Gabriel de Barros a residir em Ponte de Lima, precisamente num dos prazos transcritos pelo autor.

Prazo de duas casas na rua da Judiaria que até agora era hua só morada, que tinha sido emprazada a Isac Brafanes, que ao depois se chamou Gabriel de Barros morador em Ponte de Lima e a sua mulher Villida, que ao depois se chamou Branca Pereira, feito de hua a Fernam Bravo, e a duas pessoas; e da outra casa a Águeda Anes irmãa do dito Fernam Bravo e a duas pessoas. Não falla em Laudemio. 14 de Fevereiro de 1500.

Logo a iniciar o estudo, refere o autor que, «contrariamente ao que acontece com os de outras terras minhotas - Guimarães e Barcelos, por exemplo - os judeus de Braga não têm história». Não têm história porque não deram que falar, não existiu entre eles «nenhuma sumidade, quer no campo das letras, quer no das ciências, quer em qualquer outro domínio», nem tão pouco nos chegaram ecos «das calamidades que se abateram sobre os filhos de Israel, sobretudo no decorrer so séc. XV». No entanto eles não escaparam à perseguição e exílio. Frei Pantaleão de Aveiro, no seu Itenerário da Terra Santa e suas particularidades, refere que não teriam ainda  «passado vinte casas quando de uma delas saem cinco, ou seis Judeus Portugueses, dizendo com grande alvoroço um deles: Padre Fr. Pantaleão, quem vos trouxe cá, quem havia de cuidar que viríeis a esta terra? (...) acudiram logo outros das suas lojas com muita alegria, e com eles um moço de bem pouca idade, que por me dizer, não haver dois anos, que saíra de Portugal, lhe perguntei donde era, e porque se ausentara. Disse-me ser natural de Braga, e que fugira, porque queimaram seu pai e tinham presa sua mãe».

Losa, António, Subsídios para o Estudo dos Judeus de Braga no Século XV (pdf)
I Congresso Histórico de Guimarães e sua Colegiada (1980), Volume V

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25 de junho de 2019

25 de junho de 2019 por Maria do Céu Barros comentários
Dissertação de Maria da Conceição Costa Carneiro, onde vêm referidas muitas pessoas moradoras em Braga, como denunciantes ou denunciados, as suas profissões, moradas, crimes, etc. Contém ainda algumas árvores genealógicas. O PDF é pesquisável.

Árvore da família Saraiva



Resumo
A visitação inquisitorial, estabelecida pela primeira vez de forma sistemática no Regimento do Santo Ofício de 1552, foi de uma extraordinária importância e as implicações a ela inerentes tornaram-se sinais reveladores do poder concentrado nas mãos dos tribunais que, através delas inspeccionavam o estado espiritual / moral da população sob a sua jurisdição com vista a uma correcção dos desvios encontrados isto é a uma reforma a nível temporal e espiritual.

A visita tomava-se importante pelo medo e pela pressão psicológica a ela inerentes, pelas penas impostas e pelo objectivo de terminar com qualquer foco de heresia.

Veremos que apesar da importância dos cristãos-novos que constituíam, sem dúvida, o foco de incidência da acção inquisitorial, veremos ainda, a Inquisição julgar outros casos - Sodomia, solicitação, proposições reveladoras de desrespeito pelo Santo Ofício, feitiçaria , bigamia e outros delitos que estão patentes nos livros de confissão, no próprio livro da visitação, nos livros de autos-de-fé, nos processos inquisitoriais desencadeados e num conjunto de informações que nos são dadas a conhecer quer através da análise de documentos referentes à Inquisição de Coimbra quer de documentos relativos à Inquisição de Lisboa.

Assim, o trabalho teve como ponto de partida o Livro N° 666 de Coimbra referente à visitação de Entre Douro e Minho cujo itinerário começou em Aveiro em 16 de Fevereiro de 1618, seguindo o Porto, Vila do Conde, Barcelos, Braga , Viana do Castelo, Caminha, Valença, Monção, Ponte de Lima, Guimarães, sendo interrompida a 10 de Dezembro de 1618 quando o inquisidor foi chamado a Madrid. Esta só recomeçou a 28 de Fevereiro de 1620 em Amarante, depois Vila Real e por fim Lamego a 9 de Maio de 1620.  

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7 de janeiro de 2016

7 de janeiro de 2016 por Paula Peixoto comentários

Registo Passaportes - ADB

Nota- as palavras encontram-se sem qualquer acentuação, tal como são apresentadas no Arquivo Distrital de Braga.


LIVROS DE REGISTO DE PASSAPORTES
Arquivo Distrital de Braga
DATA ÍNDICE
07/12/1868 A 11/04/1871 Excel
30/10/1873 A 20/11/1881 Excel
26/05/1877 A 04/07/1882 Excel
04/07/1882 A 31/05/1886 Excel
01/06/1886 A 23/10/1888 Excel
24/10/1888 A 20/11/1890 Excel
20/11/1890 A 02/11/1892 Excel
03/10/1893 A 01/02/1896 Excel
01/02/1896 A 06/02/1899 Excel
07/02/1899 A 27/10/1902 Excel
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24 de julho de 2014

24 de julho de 2014 por Manuela Alves comentários
Índice Livros Mistos Concelho Barcelos FS

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15 de janeiro de 2019

15 de janeiro de 2019 por Maria do Céu Barros comentários
Continuando a publicação daquilo que vamos encontrando relativo a Prazos, fontes indispensáveis em Genealogia, trazemos aqui mais uma série, sobretudo dirigida aos que pesquisam no Entre Douro e Minho, mas não só.
Antigo Paço Episcopal Bracarense


O ofício do Registo Geral da Mitra Arquiepiscopal de Braga foi criado pelo Arcebispo Dom Frei Agostinho de Jesus no ano de 1590. Nele se encontram os livros onde se registavam as bulas apostólicas, cartas de ordens, títulos de prazos, tombos das igrejas, licenças de curas, dispensações, demissórias, sentenças e demais papéis mandados passar pelo Arcebispo.

O índice que aqui disponibilizamos foi elaborado a partir do que já se encontra descrito no Arquivo Distrital de Braga, resultado de uma pesquisa no Registo Geral pelo termo "prazo". Não fizemos quaisquer actualizações ou correções, apenas completámos alguns dados em falta, pelo que:
  1. Os nomes das freguesias e concelhos não contêm cedilhas, acentos, nem as preposições de, do, da, etc. Assim, se pretenderem pesquisar, por exemplo, Valpaços, usem Valpacos; Viana do Castelo usem Viana Castelo, etc. Para facilitar, o índice vai ordenado por concelho/freguesia/data, mas podem ordenar por qualquer outra coluna
  2. Note-se, ainda, que na documentação manuscrita nem sempre é fácil identificar correctamente os topónimos, sobretudo os que se referem a lugares dentro das freguesias, como são os nomes de Casais. Caso não se encontre o topónimo pesquisado, é aconselhável procurar dentro da freguesia toda, uma vez que poderá estar mal identificado.


Armas do Arcebispo Primaz

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24 de julho de 2014

24 de julho de 2014 por Manuela Alves comentários
Índice Livros Mistos Concelho Braga

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9 de novembro de 2017

9 de novembro de 2017 por Maria do Céu Barros comentários
Publicada no Boletim de Trabalhos Históricos, está online, na página do Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, mas dividido em vários pdf's, uma lista de crianças expostas. O trabalho não tem indicação de autor, nem da fonte primária.

Os pdf's não são pesquisáveis e a ortografia é a da época, pelo que não é possível pesquisar dentro deles. Têm no entanto a vantagem de estarem ordenados cronologicamente.

Entrada dos engeytados da villa de Guimarães e seu termo, desde 1745 a 1850*

1745 a 1746 - Revista: Vol. XII, 1949-1950, p.160-192
1746 a 1747 - Revista: Vol. XIV, 1952, p.73-96
1747 a 1749 - Revista: Vol. XIV, 1952, p.161-192
1749 a 1750 - Revista: Vol. XV, 1953, p.158-179
1751 a 1751 - Revista Vol. XVI, 1954, p. 71-84
1751 a 1752 - Revista: Vol. XVI, 1954, p.180-192
1752 a 1753 - Revista: Vol. XVII, 1955, p.142-169
1754 a 1754 - Revista: Vol. XVIII, 1956, p. 129-142
1755 a 1757 - Revista: Vol. XIX, 1957, p. 108-135
1758 a 1761 - Revista: Vol. XX, 1958, p. 149-191
1761 a 1762 - Revista: Vol. XXII, 1962, p. 128-150
1763 a 1763 - Revista: Vol. XXIII, 1963, p. 58-69
1764 a 1765 - Revista: Vol. XXIV, 1964, p. 74-99
1766 a 1767 - Revista: Vol. XXV, 1965, p. 122-146
1768 a 1768 - Revista: Vol. XXVI, 1966, p. 237-246
1769 a 1769 - Revista: Vol. XXVII, 1967, p. 183-197
1770 a 1770 - Revista: Vol. XXVIII, 1975-1977, p.254-266
1771 a 1771 - Revista: Vol. XXIX, 1978, p.157-166
1772 a 1772 - Revista: Vol. XXX, 1979, p.305-317
1773 a 1773 - Revista: Vol. XXXI, 1980, p.241-253
1774 a 1774 - Revista: Vol. XXXII, 1981, p.204-216
1774 a 1744 - Revista: Vol. XXXIV, 1983, p.297-309
1775 a 1775 - Revista: Vol. XXXV, 1984, p.259-271
1776 a 1776 - Revista: Vol. XXXVI, 1985, p.349-359
1777 a 1777 - Revista: Vol. XXXVII, 1986, p.251-264
1778 a 1778 - Revista: Vol. XXXVIII, 1987, p. 247-259
1779 a 1779 - Revista: Vol. XXXIX, 1988, p.339-357
1780 a 1780 - Revista: Vol. XL, 1989, p.289-306

* Não encontramos mais publicações desta série posteriores a 1780

Actualizado em 15-06-2020
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30 de outubro de 2014

30 de outubro de 2014 por Maria do Céu Barros comentários

Actualização: para pesquisa directa online nos nossos índices pode também utilizar-se a ferramenta que desenvolvemos para esse efeito em Pesquisa de Inquirições de Genere do ADB disponíveis no FamilySearch, a qual permite acesso directo aos documentos digitalizados. Os índices excel, mais abaixo, não contêm esses links e poderão estar desactualizados.

Ver também: O que são Inquirições de Genere

---------

Quando fizemos a primeira indexação dos processos de Inquirição de Genere do Arcebispado de Braga existentes no FamilySearch, apercebemo-nos de que nem sempre estavam correctamente arquivados na freguesia, concelho, e até mesmo distrito. Na última actualização, verificámos também que houve processos que foram transferidos de freguesia, em alguns casos de concelho. Estas discrepâncias dificultam a localização dos processos que nos interessam, para além de nos induzirem em erro, já que o documento pode de facto estar disponível para consulta, mas não o encontramos porque está no local errado.

Cabeceira da Sé Primaz

Por esse motivo, elaboramos um Índice Geral, com poucos dados para não sobrecarregar o ficheiro, a fim de tornar possível a rápida localização de um processo. Podem, por isso, a partir desta página, saber se o processo que procuram está ou não disponível para consulta online, e o local exacto onde se encontra. 

A estrutura do FamilySearch (FS) é: Localidade 1, Localidade 2, Localidade 3 e Pasta, correspondendo, respectivamente, a País ou Distrito, Concelho, Freguesia e Processo. 

Se o processo que procura estiver no índice que aqui disponibilizamos, pode consultar o respectivo documento dirigindo-se ao índice do FS. Se preferir obter mais dados antes de o fazer, pode consultar também os nossos índices pormenorizados, onde encontrará o nome dos pais e outras informações.

No caso de detectarem algum erro, agradecemos o favor de nos informarem para que possa ser rectificado.

Para os menos experientes no Excel, incluímos, mais abaixo, algumas dicas de pesquisa neste documento.



Pesquisa de Processos de Inquirição de Genere


  Para ver esta aplicação numa janela maior, clique no ícone 


Dicas de pesquisa no documento Excel online


Não é necessário transferir o documento apenas para fazer uma pesquisa rápida. Pode ser feito directamente nesta página. Para saber se um determinado processo existe no FamilySearch, siga os passos no exemplo seguinte.

1- Supondo que sabe qual o número de processo que deseja procurar, clique nos elementos realçados a vermelho nesta imagem:

Para além de "É igual a..." existem outras opções que pode escolher.

2 - Tecle o número de processo e clique OK


Se o processo existir, aparecerá destacado no documento.

3 - Para voltar a mostrar a lista completa, limpe o filtro de coluna:


NOTA: Pode também procurar por nome, freguesia, ou concelho, escolhendo a respectiva coluna. O procedimento é idêntico para qualquer uma delas. Lembramos que nem todos os nomes aparecem com acentuação e cedilhas, e que não foram incluídas as preposições de, da, dos, das, etc.,tal como também não as inclui o ADB. Assim, se quiser procurar, por exemplo, um "António da Silva", tecle "António Silva". Se não obtiver resultados, tente com "Antonio Silva".

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28 de junho de 2015

28 de junho de 2015 por Paula Peixoto comentários
Índice de solicitações de passaportes,do ADB, cujo os processos se encontram online para consulta no Family Search em: http://goo.gl/5iKezN

Passaporte familiar, 1945

ANO ÍNDICE ÚLTIMA ACTUALIZAÇÂO
1890
ExcelNovembro 2014
1891
ExcelNovembro 2014
1892
ExcelNovembro 2014
1893
ExcelNovembro 2014
1894
ExcelNovembro 2014
1895
ExcelNovembro 2014
1896
ExcelNovembro 2014
1897
ExcelNovembro 2014
1898
ExcelNovembro 2014
1899
ExcelNovembro 2014
1900
ExcelNovembro 2014
1901
ExcelNovembro 2014
1902
ExcelNovembro 2014
1903
ExcelNovembro 2014
1904
ExcelNovembro 2014
1905
ExcelNovembro 2014
1906
Novembro 2014
1907
21.11.2014
1908
29.11.2014
1909
01.01.2015
1910
15.06.2015
1911
28.06.2015


originalmente publicado em 15/9/2014
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4 de dezembro de 2025

4 de dezembro de 2025 por GenealogiaFB comentários

A revista Bracara Augusta, periódico anual editado pela Câmara Municipal de Braga, está agora acessível online. Ao longo das suas edições, desde 1935, tem publicado inúmeros artigos versando sobre temas diversos nas áreas da História e da Arqueologia, maioritariamente respeitantes a Braga, ao Minho e região norte de Portugal. 

Capa do último número, publicado em 4 de dezembro 2025

Sob direção de Marta Lobo de Araújo, professora catedrática do Departamento de História do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, a revista modernizou a sua imagem gráfica num formato apelativo que convida à leitura, pautaudo-se pelo rigor científico, mas sem perder a sua matriz. 

Todas as publicações da revista podem ser consultadas na sua página online.

Saudamos esta iniciativa da Câmara Municipal de Braga. Ao disponibilizar todas as edições em formato digital, oferece um acesso mais alargado, cómodo e expedito a diversos artigos directa ou indirectamente relacionados com a Genealogia, uma vez que não esquece a história dos sujeitos e das famílias.


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5 de outubro de 2021

5 de outubro de 2021 por Maria do Céu Barros comentários
Tese de Mestrado de Sandra Martins,  que poderá interessar aos que pesquisam na zona de Braga, com a lista de cargos, a sua descrição e nomes da governança da cidade, no período em estudo. Chamamos a atenção para os anexos, onde encontram uma tabela dos prazos do Livro de Prazos da câmara entre 1428 a 1498, assim como a lista dos cargos concelhios e seus detentores 1469-1498.

Mapa de Braunio de finais do século XVI

Da Introdução da tese:
A presente dissertação de mestrado em História Medieval tem por objetivo apresentar o funcionamento do Concelho bracarense e simultaneamente proceder à caracterização sociológica, económica e política da elite governativa respetiva, na segunda metade do século XV. Em particular, pretendemos centrar-nos em questões como a periodicidade das vereações e o espaço físico onde se reuniam, mas também quais eram os principais cargos concelhios e quem eram os homens que os desempenhavam, que ligações havia entre eles (familiares, amizade, vassalidade), e até mesmo o tipo de relações que mantinha a instituição concelhia com outros poderes locais, nomeadamente com o Arcebispo e Cabido, bem como com o poder central.


O Concelho de Braga na segunda metade do século XV: O governo d’Os homrrados cidadaaos e Regedores - Dissertação de Mestrado de Sandra Raquel da Silva Oliveira Martins - Repositorium da Universidade do Minho, 2013.


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22 de julho de 2014

22 de julho de 2014 por Manuela Alves comentários
Índice dos Livros Mistos do Concelho de Famalicão
A reunião de vários Livros Mistos num ficheiro único do Family Search, aliada à frequente desordenação dos registos imputável aos párocos, levaram-me a criar, para uso próprio, indices que me facilitassem a procura dos que me interessavam. É o resultado desse trabalho que eu começo a partilhar aqui.
Seria muito bom e, todos ganharíamos com isso, que cada um dos membros deste grupo contribuísse com a sua quota-parte, por muito pequenina que fosse, um livro apenas, para  este projecto.
Em vez de procurar completar o concelho de Famalicão, optei por partir para outro concelho, onde tambem tenho antepassados, diversificando assim a oferta.
Conto convosco! Quanto à maneira de o fazerem, não dou palpites, pois a minha inexperiência nesta forma de comunicação e partilha não me permitem. Mas a Maria do Céu,ou outros membros do grupo,   certamente indicarão as melhores formas.

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16 de fevereiro de 2026

16 de fevereiro de 2026 por Maria do Céu Barros comentários


A nossa identidade familiar está estreitamente ligada à imagem que temos dos antepassados mais próximos, aqueles a quem a memória pessoal ainda permite alcançar (avós, bisavós, quando muito os trisavós). Assim, regra geral, revemo-nos nos tipos sociais, culturais, religiosos e geográficos que os definem ou definiram. No entanto, a nossa história é muito mais do que as três ou quatro gerações que nos precederam.

De facto, nas nossas árvores há uma diversidade que é central no fascínio que a Genealogia exerce sobre nós. As nossas perceções identitárias podem alterar-se, ou não, a partir do conhecimento que vamos tendo da nossa história de família. Para alguns é uma realidade, nomeadamente no que toca a descoberta de raízes cristã-novas, por vezes levando a um «retorno» ao judaísmo e à adoção de uma identidade judaica.

Felipe Bigarny - Batismo dos Mouros após a Conquista de Granada. 1522. Catedral de Granada

Essa raiz judaica, a menos que a família tenha mantido a sua memória presente ao longo das gerações, é difícil de provar no contexto ibérico por razões sobejamente conhecidas. Na maior parte dos casos apenas nos chegam rumores, quantas vezes levantados e explorados por terceiros empenhados em tornar essa linha desmerecedora dos cargos, estatutos e benesses que se propunha alcançar.

Investigar a origem desses rumores para avaliar a sua autenticidade é uma tarefa árdua, como já o era então, exigindo diversas competências e dedicação, qualidades amplamente demonstradas no estudo recentemente publicado pelo historiador Rui Faria, ao qual fomos buscar o título deste post.


Publicado na Revista de Guimarães [1], o artigo «Leonor Álvares de Passos: a busca de uma identidade cristã-nova» debruça-se sobre a ascendência e descendência desta matriarca dos séculos XVI/XVII. As provanças de «pureza de sangue» de vários dos seus descendentes imprimiram na burocracia muitas referências a essa identidade remota, sem, contudo, identificarem a sua origem. Através da análise de múltiplas fontes, Rui Faria estabelece a sua ligação à conhecida família Seia (também grafado Cea ou Sea), cristãos-novos processados pelo Santo Ofício e dispersos por diversas zonas geográficas, incluindo as Ilhas, a Índia e o Brasil.

Para além de traçar o perfil biográfico de Leonor Álvares de Passos e descrever a sua árvore e do seu marido, Francisco Martins da Rocha, «o Esquerdo» de alcunha, Rui Faria, centrando-se no contexto vimaranense, analisa os mecanismos e estratégias a que a família recorreu para se diluir no seio da sociedade cristã e garantir a sobrevivência da linhagem em tempos de intolerância e perseguição religiosa. Simultaneamente oferece uma reflexão sobre as interseções entre identidade, religião e poder.

O trabalho, baseado no estudo aprofundado de documentação coeva, inclui a leitura paleográfica dos principais documentos que o fundamentam. 

[1]  Rui Jerónimo Lopes Mendes de Faria. «Leonor Álvares de Passos: a busca de uma identidade cristã-nova». Revista de Guimarães (2024-2025), vol. 134-135: 329-401

A Revista de Guimarães é uma publicação da Sociedade Martins Sarmento, onde pode ser consultada ou adquirida.

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30 de dezembro de 2018

30 de dezembro de 2018 por Maria do Céu Barros comentários
De origem certamente eremítica mas cuja existência está assegurada em 1208, o Mosteiro de Santa Maria de Bouro, no concelho de Amares, foi sede de importante couto monástico. Em 1248, anexou a abadia de Júnias, em Montalegre. No início do século XVI estava decadente, sendo restaurado em 1567, com a instauração da Congregação de Alcobaça. O edifício reconstruído no século XVII ficou capaz de alojar 30 monjes.
Fonte: ADB
Fonte da imagem: Direcção Geral do Património Cultural

Na sequência do projecto de reconversão da autoria do arquitecto Souto Moura, é hoje uma das várias Pousadas de Portugal instaladas em imóveis de valor patrimonial.

O Arquivo distrital de Braga possuí no seu acervo algumas Inquirições de Genere deste mosteiro, não digitalizadas, mas já descritas. Por serem muito poucas, transcrevemos aqui o que existe:

00001 Inquirição de genere de Jorge Rodrigues 1620-09-23/1620-09-23
  • Filho de António Fernandes e de Catarina Rodrigues. Localidade(s): Maiorca, São Salvador, Figueira da Foz.
00002 Inquirição de genere de Jorge Rodrigues 1620-09-23/1620-09-23
  • Filho de António Fernandes e de Catarina Rodrigues. Localidade(s): Maiorca, São Salvador, Figueira da Foz.
00003 Inquirição de genere de Pedro Fonseca Osório e Jorge Vaz Magalhães 1628-09-30/1628-09-30
  • Filho de Jorge Botelho Sequeira e de Maria Proença. Localidade(s): Mondim de Basto, São Cristóvão, Mondim de Basto.
00004 Inquirição de genere de Francisco Ribeiro 1632-04-03/1632-04-03
  • Filho de António Rocha Ribeiro e de Maria Rocha. Localidade(s): São Martinho, Penafiel.
00005 Inquirição de genere de Manuel Gouveia Faria 1638-04-30/1638-04-30
  • Filho de Manuel Gouveia Faria e de Isabel Garces São Miguel. Localidade(s): Porto, Porto.
00006 Inquirição de genere de Miguel Costa 1646-10-26/1646-10-26
  • Filho de Gabriel Costa Pereira e de Isabel Coelho Veloso. Localidade(s): Ponte da Barca, São João Batista, Ponte da Barca.
00007 Inquirição de genere de Francisco Aranha Pinto 1646-10-26/1646-10-26
  • Filho de Jácome Aranha e de Luísa Pinto Leitão. Localidade(s): Ponte da Barca, São João Batista, Ponte da Barca.
00008 Inquirição de genere de Bento Azevedo 1652-02-
  • Filho de António Azevedo e de Marta Freitas. Localidade(s): Caramos, São Martinho, Felgueiras. Nome religioso: Frei Bento Encarnação.

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26 de julho de 2014

26 de julho de 2014 por Manuela Alves comentários
Índices de Livros Mistos Concelho Celorico Basto

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18 de maio de 2015

18 de maio de 2015 por Maria do Céu Barros comentários
Com interesse genealógico, publica-se aqui uma lista de homens que participaram na governança de Guimarães, compilada por Carlos Silva, a quem agradecemos a partilha. A lista baseia-se em diversas fontes, nomeadamente na obra "Administração Seiscentista do Municipio Vimaranense", de Alberto Vieira Braga. Incluímos também uma breve descrição, de âmbito geral, dos cargos listados.

Antiga Casa da Câmara de Guimarães

Lista dos Homens da Governança de Guimarães - Séc XV a XVII

Adenda: para além dos que constam da lista acima, foram também procuradores do concelho:
João Barreiros e Pedro Domingues em 1439, Afonso Gil e Vasco Martins em 1442, João Esteves da Ponte e Afonso Gil em 1446, Rui de Castro em 1460 e João Álvares Rabelo em 1456 (Fonte: COELHO, Maria Helena da Cruz, «O discurso de Guimarães em Cortes», II Congresso Histórico de Guimarães).

Cargos listados

VEREADORES
Dois ou três homens escolhidos entre os mais distintos. A sua função consistia em prover os interesses da terra e o bem geral. Podiam actuar na justiça, quando o magistrado faltava, nos impostos, na saúde, na fiscalização de mercados pela almotaçaria e outros. Cargo não remunerado, mas compensador em termos financeiros e de prestígio social.

PROCURADOR DO CONCELHO
Juntamente com os vereadores, integrava o grupo denominado Homens da Governança, intervindo na defesa dos direitos e destino da vida da cidade. Este cargo era remunerado, recebendo ainda recompensas pela recolha de rendas e foros. Não pertencia à nobreza, mas era oriundo de famílias abonadas, do grupo mercantil, e podia mesmo emprestar dinheiro ao concelho. 
As suas funções consistiam em verificar as receitas, fiscalizar as despesas, providenciar o necessário para a realização de obras públicas e verificar se os dinheiros eram bem aplicados. Na falta de tesoureiro, ocupava-se das finanças do concelho.

OUTROS:
  1. MESTERES DA MESA (VARA VERMELHA) - Procuradores dos mesteres, tinham voto em certas matérias, como na fixação de taxas de ofícios.  Este cargo assegurava a manutenção de um mecanismo de equilíbrio entre os vários poderes, evitando a opressão das oligarquias sobre o povo miúdo e os mesteres.
  2. PROCURADORES ÀS CORTES - Representantes do concelho enviados às Cortes quando estas se reuniam.
  3. ALCAIDES PEQUENOS - Coordenavam o policiamento urbano, auxiliados pelo escrivão da Alcaidaria e por quadrilheiros e meirinhos (antigo oficial de Justiça).
  4. ALMOTACÉS - Inspectores camarários que fiscalizavam os mercados, o abastecimento de produtos ao    concelho e os salários dos ofícios. Fixavam também os preços dos produtos, cuidavam de aspectos da higiene, ordenando a limpeza das ruas e remoção de lixeiras. Tinham de    pertencer à nobreza ou, pelo menos, ter uma situação com possibilidade de ascender à    oligarquia que tinha acesso a cargos oficiais.
  5. MAMPOSTEIROS MORES - Recebiam as esmolas para os cativos.
  6. ENVIADOS ESPECIAIS
  7. SÍNDICO DA CÂMARA - Advogado contratado e pago pela Câmara, a quem competia a defesa oficiosa dos direitos e privilégios do concelho em todas as situações.
  8. IMPERADORES - Homens coroados imperadores do ofício que exerciam. Desfilavam na procissão do Corpo de Deus.
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2 de novembro de 2019

2 de novembro de 2019 por Maria do Céu Barros comentários

Por Rui Faria

Falar de Braga na primeira metade de Seiscentos é retratar uma cidade impregnada do espírito contra reformista, onde não havia lugar à diferença no que toca ao rito oficial. As dinâmicas comerciais que se faziam sentir, remontam ao século anterior, enraizadas entre a comunidade cristã-nova. A exemplo de outras comunidades do país, algum do fervor religioso mais exacerbado que se vislumbra em Seiscentos, foi propagado por membros destas linhagens que a custo tentavam limpar a mácula no sangue, distanciando-se dos passados, sem nunca abandonar o espírito de sacrifício e a extraordinária capacidade para um incansável recomeçar, quase que inscrito nos genes dos perseguidos pelo Tribunal que se dizia Santo.

Um destes personagens foi Pedro de Aguiar, Familiar do Santo Ofício, descendente da comunidade sefardita bracarense, que, cansado de ver as perseguições a que eram sujeitos os infamados, alinhou no status quo e abraçou a empreitada de limpar a mácula de seu sangue. 

O singelo testemunho de Valério Pinto “homem que sabe todas as notícias antigas de Braga” refere que

na era de mil seiscentos e vinte até mil seiscentos e vinte e cinco houvera na cidade de Braga muitas prisões pelo Santo Ofício, e que por esse motivo as mais das pessoas limpas de infecta nação e possantes se meteram familiares do Santo Ofício e que um deles fora o dito Pedro de Aguiar. 

Mas desenganem-se os que pensam que Pedro renegou os seus, pelo contrário, diz-se que avisou «uns judeus muito ricos que fugissem tendo ele ordem do Santo Ofício para os prender».

De seu casamento, quis Deus que dos vários filhos nascidos nenhum sobrevivesse aos pais; como tal, Pedro de Aguiar, perseguindo o seu objetivo, investiu o capital amealhado de uma vida em obras pias. Fundou «o recolhimento das beatas do Campo de Santa Ana, que hoje são professas como consta da escritura feita a oito de maio de mil e seiscentos e trinta e um deixou vinte e cinco mil reis de renda cada ano ao Santíssimo Sacramento da Sé de Braga fez mais no hospital de Braga a Capela de São Marcos com trinta mil reis de renda cada ano como consta de um epitáfio que está no altar da dita capela que diz o seguinte: esta capela mandou fazer Pedro de Aguiar familiar do Santo Ofício mandou fazer a capela do Nascimento de Nossa Senhora à Branca, e nela rezam seis capelas e para tudo deixou rendas o dito Pedro de Aguiar e consta de um epitáfio que está no lado esquerdo da dita capela que diz esta capela do Nascimento do Senhor mandou fazer Pedro de Aguiar familiar do Santo Ofício faleceu o dito Pedro de Aguiar a vinte e cinco de dezembro de mil seiscentos e cinquenta e seis como consta do letreiro que se vê escrito na sua sepultura na mesma capela que diz aqui jaz Pedro de Aguiar familiar do Santo Ofício e deixou à Misericórdia de Braga muitos dinheiros que andam a juro e do procedido deixou que se casassem as órfãs que fossem suas parentas».

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13 de dezembro de 2019

13 de dezembro de 2019 por Maria do Céu Barros comentários
São imensas as pessoas que têm um ou mais expostos nas suas árvores de família,  e são muito poucos os casos em que conseguem ultrapassar o silêncio em torno dessas origens e descobrir, num golpe de sorte, quem foram os seus pais. A maioria permanecerá, talvez para sempre, incógnita, mas não deixaram de ter mães na forma das amas, na sua maioria mulheres com pouquíssimos, ou nenhuns, recursos, o que tornava o pagamento pela criação dessas crianças uma ajuda essencial à sua sobrevivência. Da miséria e exploração desta triste condição dá-nos conta L.A. de Carvalho na sua obra «Os Mesteres de Guimarães - Mercadores e Mesteirais». O autor analisou os livros de vários mercadores dessa cidade e neles encontrou lançamentos que contam parte dessa história.


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