Repositório de recursos e documentos com interesse para a Genealogia

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  • Primeiros passos em Genealogia: como começar, onde pesquisar, recursos disponíveis e outras informações.

  • Apelidos de família: de onde vêm, como se formaram.

  • Índices de passaportes, bilhetes de identidade, inquirições de genere e outros.

21 de fevereiro de 2018

21 de fevereiro de 2018 por Manuela Alves comentários
A publicação on line das Décimas pelo Arquivo Municipal do Porto motivou-me para alargar o nosso campo de pesquisas genealógicas, explorando outros recursos, existentes no Arquivo, que pudessem servir para aprofundar as nossas investigações.
Meti mãos à obra em relação aos prazos camarários do Porto por uma dupla razão: encontrei pouca informação publicada susceptível de esclarecer as minhas dúvidas (que eram mais que muitas), e constatei a existência de documentação no AHMP, que julgo pouco divulgada e que seria bom ser trabalhada por investigadores que aí encontrariam matéria-prima para trabalhos académicos sobre a história da cidade.


Mas nada como exemplificar através de alguns "casos", que fui publicando no grupo  do Facebook,  que prolonga este blogue,  a  contribuição dada pelos prazos para a identificação dos espaços urbanos que foram mudando de nome ao longo dos tempos.
Em 14.8.1536 o Senado da Câmara actualiza o foro de um cerrado ou quinta de 50 para 70 réis, situado na Rua da Cordoaria Velha, na entrada do Norte onde se chama a pedra escorregadia, perto da fraga e caminho que desce da Porta do Olival para Miragaia emprazado a Maria Perez e sua filha Cecília. Era um pomar de laranjeiras e outras árvores, limitado num lado pelo quintal de Afonso Pires, cordoeiro, e do outro pelo chão do Estrepam que se chama e foi jazigo de judeus que é fraga.
Data de 14 de Janeiro de 1615 o emprazamento pelo Senado da Câmara de “huma moradia de casas na Rua do Corpo da Guarda, junto da Travessa do Forno que vai para a rua Escura e ao canto da Calçada [ …] pelo foro de 35 réis a Francisco Pereira”
No dia 9 de Outubro de 1692 a Câmara do Porto emprazou ao arrais Domingos da Costa, pelo foro de 40 réis, um terreno para fazer casas, "sito por detrás do caminho do cano que vem da fonte de Malmejudas, para o chafariz da Praça da Ribeira, na mesma correnteza de casas que vem para a Fonte da Areia" Fonte de Malmejudas? Fonte da Areia?
Tive a sorte de encontrar este blogue da autoria de Vitorino Beleza e Sofia Fernandes "O Porto e a Água", parte II, que me esclareceu e que vos esclarecerá também, se o lerem , chamando a vossa atenção para as fotos 9, 10 e 11 e o texto que as acompanha.

O indice que aqui vou partilhar convosco é um mero instrumento de pesquisa e divulgação que foi construído a partir de índices manuscritos, elaborados no século XIX e que ampliei em termos informativos, tendo em vista a sua utilização para fins genealógicos, precedido por um quadro onde constam as cotas dos originais utilizados na elaboração dos índices, tendo em vista a sua consulta pelos interessados em ampliar a informação necessariamente sintetizada num índice
Esta ferramenta irá sendo completada à medida que eu for consultando esses índices (foi uma trabalheira descobrir a cota actual dos livros de que se serviram esses "beneméritos " (pois que utilizaram transcrições do século XVIII dos documentos em letra gótica. que eram já, nessa altura, de difícil leitura), apesar de ter contado com os bons ofícios dos funcionários do Arquivo, sempre que pedi o seu auxílio).

E não posso deixar de publicamente exprimir a minha opinião, manifestada em primeiro lugar in loco. Não tenho formação arquivística para avaliar da "excelência " do GISA para pessoal formado e treinado mas estou perfeitamente à vontade do ponto de vista do utilizador: é um sistema nada amigável para o utilizador comum e não presencial (os presenciais poderão contar com os funcionários de serviço e com ficheiros de pesquisa próprios alojados nos computadores da sala)

Das entradas registadas neste livro, elaborado segundo um critério cronológico,  Índice Geral de Prazos e Notas 1429 - 1780  -  Cota IA-27 AHMP é importante chamar a vossa atenção:
  • Para facilitar a transcrição e a leitura, a grafia foi actualizada e a redacção alterada , quando necessária Como as fontes são referidas,  um maior rigor é possível por quem o desejar.
  • Os dados fornecidos deverão ser confirmados pela consulta das fontes. Foi um trabalho solitário e apesar do cuidado posto, erros são possiveis. Agradecemos a comunicação para serem corrigidos.
  • Foram apenas considerados os registos relativos a prazos, quer a novos emprazamentos, quer em relação a acordos (concertos) sobre o valor de foros.
  • Nas notas registei, não exaustivamente, outros dados que me pareceram relevantes para a identificação de pessoas e locais.

Designação
Cota
COTAS DAS CÓPIAS
Conteúdo das cópias
Âmbito cronológico dos
originais copiados
Data
cópias
LIVRO A DE PRAZOS
A-PUB/6088
A-PUB/6123
f. 1 a f. 146 Livro A
2.6.1534 – 9-7.1534
24.7.1792
A-PUB/6124
f. 146v a f. 263 Livro A
9.7.1534 - 13.8.1534
22.8.1792
A-PUB/6125
f. 266v a f. 357 Livro A
13.8.1534 - 23.12.1535
17.9.1792
A-PUB/6126
f. 357 a  f. 471 Livro A
9.12.1535 - 16.5.1536
14.11.1792
LIVRO B DE PRAZOS
A-PUB/6087
A-PUB/6414
f.5  a f. 95 Livro B
27.10.1568 – 12.7.1574

LIVRO C DE PRAZOS
A-PUB/6090
A-PUB/6408
f. 1-117 Livro C
3.7.1613 - 25.9.1613

A-PUB/6409
f. 117v.-246 Livro C
16.9.1613 - 9.10.1613

LIVRO D DE PRAZOS
A-PUB/6092
A-PUB/6410
f.1 a f.124v Livro D
20.11.1613 – 30.12.1613

PRAZOS LIVRO 1
A-PUB/6089
A-PUB/6127
f.1 a f.186v     Livro 1
10.6.1536 -16.11.1536
26.3.1793
A-PUB/6128
f.186v a f.376 Livro 1
18.11.1536 -7.2.1539
15.5.1793

20 de fevereiro de 2018

20 de fevereiro de 2018 por Paula Peixoto comentários
Lista de soldados falecidos, no período do Cerco do Porto, que se encontram registados nos livros de óbito da freguesia de Grijó, ano 1832/1833
Recolha feita por António José Reis a quem agradecemos a partilha.

Vista da Cidade do Porto, tomada do Convento da Serra, avistando-se a Ponte das Barcas e a Igreja da Serra do Pilar, desenhada pelo Capitão Charles Van Zeller, em 1833 - Arquivo Municipal do Porto


Lista de Óbitos - PDF




kwADPorto

19 de fevereiro de 2018

19 de fevereiro de 2018 por MC Barros comentários

Para download de imagens de arquivos, utilize esta aplicação Java, desenvolvida por Carlos Leite que a disponibilizou para download.

Em Abril 2017, as duas aplicações Archivo e Digitarq GetLinks, foram combinadas numa só: Archive Getlinks. Pode agora fazer tudo com uma única ferramenta. 





I M P O R T A N T E
INSTALAR O JRE (Java Runtime Environment)
Se não completar este passo, o GetLinks poderá não funcionar.


Para executar estas aplicações é necessário ter o Java Runtime Environment (JRE), versão 8u131 ou superior, instalado no computador.


  • Windows: para instalar o JRE, ou a sua versão mais recente, entrar em http://java.com/pt_BR/ e seguir as instruções na página (se tiver um bloqueador de popups pode ser necessário permitir os popups para o site java.com).
  • MAC: se obtém um erro ao executar a aplicação, ou se esta não iniciar, deve actualizar a versão do Java. Veja aqui  como fazê-lo no Mac.
  • LINUX: terá de instalar a versão 8u131 ou superior do Java.



Archivo GetLinks 1.04.5

19-02-2018


Com esta aplicação pode descarregar livros dos seguintes arquivos:

  • Arquivos tutelados pela DGLAB, tais como: o Arquivo Distrital de Aveiro, Beja, Bragança, Porto, Torre do Tombo, etc.
  • Arquivos no sistema Archeevo, como é o caso do Arquivo Distrital de Braga, Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, etc.
  • Arquivo Distrital de Vila Real no Iviewer
  • Centro de Conhecimento dos Açores e do Arquivo Regional da Madeira
  • FamilySearch
  • Direzione Generale per gli Archivi (página italiana)



INSTALAR

Não é necessário instalar o GetLinks. Apenas necessita fazer o seguinte:

1 - Crie uma pasta no seu computador, por exemplo no Ambiente de Trabalho. Mude o nome dessa pasta para GetLinks.
2 - Coloque o ficheiro Zip que descarregou no passo anterior, dentro da nova pasta GetLinks.
3 - Clique com o botão direito do rato sobre o ficheiro zip e, de seguida, clique em "Extrair aqui".

Para executar o programa:

Clique duas vezes sobre o ficheiro ArchiveDownload.exe OU no ficheiro ArchiveDownload.jar.


Ambos os ficheiros correm a aplicação, mas no sistema Windows é preferível usar o executável uma vez que esse informa caso falte instalar o Java ou se a versão instalada for demasiado antiga. Se ao executar a aplicação o Windows apresentar um aviso sobre a aplicação não ser reconhecida, clique em "Executar mesmo assim".

Aspecto da aplicação


INSTRUÇÕES


ON/OFF

Clique no botão Download para o colocar em ON. Enquanto estiver vermelho nada será descarregado. Assegure-se, por isso, de que está verde antes de iniciar um download. 
Pode utilizá-lo para rapidamente interromper o download de imagens.



As opções 

Por predefinição, o GetLinks guarda as imagens na sua própria pasta, ou seja, na mesma pasta onde está o ficheiro ArchiveDownload.jar. Se desejar guardá-las noutra localização, defina-a no menu Opções, sub-menu Opções. 
Escolha a localização para download em "Pasta de Download", clicando no botão com os três pontinhos. Neste exemplo, criamos uma pasta PAROQUIAIS dentro da pasta do GetLinks, para guardar todos os livros, mas pode usar qualquer outra localização, incluindo uma pen ou disco externo.

Ainda em Opções, desmarque a opção "Carregar com Zip", caso deseje descarregar livros do Archeevo novo, imagem a imagem, em vez de ficheiros zip. Esta opção não tem qualquer efeito no Archeevo antigo, uma vez que esse não oferece a opção para descarregamento de livros inteiros.

Aqui pode também alterar o número de imagens a descarregar em simultâneo. A opção "Saltar Ficheiro Existente" evita a repetição do download de imagens que já existem na pasta.

Se tem uma conta no FamilySearch, pode também introduzir aqui esses dados.



Paroquiais nos Arquivos Portugueses - O tombo.pt é seu amigo

Para todos os arquivos, cujos livros estão listados no tombo.pt.
  • Entre no tombo.pt e navegue até à paróquia que lhe interessa, à página onde estão listados os livros, por exemplo http://tombo.pt/f/gmr35, e copie o link dessa página.
  • No GetLinks, cole esse link na caixa de texto e pressione o botão GO. Assegure-se que o botão Download está ON (verde).
  • Na caixa de diálogo que surge, aguarde até aparecer a árvore com todos os livros. 

  • Clique na primeira opção para desmarcar tudo e, de seguida, seleccione os que lhe interessam.
  • Clique no botão Iniciar.
  • Logo que o processo termine, o download será iniciado. Se ainda tinha o botão download em OFF, coloque-o em ON.
Nota: Caso surja uma mensagem de erro, verifique se colou o link correcto.
O programa vai carregar as imagens de todos os livros sequencialmente e iniciar o download.

Cada livro será guardado na sua própria pasta, dentro da pasta Baptismos, Casamentos ou Óbitos, consoante for o caso. Estas, por sua vez, serão guardadas numa pasta com o nome da freguesia. O GetLinks cria todas essas pastas automaticamente, para não ter de se preocupar em organizar as imagens.

Esta é a forma ideal para descarregar paroquiais dos arquivos portugueses, mesmo que apenas queira descarregar 1 livro. Pode, no entanto, usar o link directo de um livro do arquivo pretendido, em vez do link do tombo.pt. Para isso, siga o mesmo procedimento do passo seguinte.


Outros arquivos ou outro tipo de livros

Siga este passo para o FamilySearch, Direzione Generale per gli Archivi, Iviewer (Arquivo Distrital de Vila Real), Centro de Conhecimento dos Açores.

Siga também este passo para descarregar outros livros, por exemplo, processos da Inquisição, Inquirições de Genere, etc. Os livros das Memórias Paroquiais, não podem ser processados de uma vez, ou seja, tem de ser por Tomos.

Note que, nestes casos, o GetLinks apenas descarrega um livro de cada vez e não cria, nem organiza, automaticamente, as imagens em pastas. Terá de o fazer manualmente. Pode optar por fazê-lo antes de iniciar o download ou, se preferir, fazê-lo depois de ter descarregado o livro:

Organizar antes de iniciar o download: 
Abra as Opções e introduza o caminho para a pasta desejada. Se a pasta não existir, ela será criada. No exemplo abaixo, usamos o caminho que já lá estava e adicionamos mais 3 pastas :
\Pencelo\Baptismos\1537-1670
 Como estas últimas não existem, o GetLinks perguntará se desejamos criá-las.


Organizar depois de ter feito o download do livro:
Abra a pasta onde foram guardadas as imagens e faça a sua organização manualmente.

Para descarregar

  • Na página do arquivo em questão, localize o livro pretendido e abra-o no browser. 
  • Copie o link e cole-o na caixa de texto do GetLinks.
  • Clique no botão GO.


FamilySearch - Outras Funcionalidades

Pode carregar vários livros de uma vez, quando pesquisa no catálogo do FamilySearch, como é o caso deste exemplo.

  • Copie o link do catálogo e cole-o na caixa de texto do GetLinks
  • Clique no botão GO e aguarde pelo carregamento dos livros
  • Clique na primeira opção para desmarcar tudo e, de seguida, seleccione os que lhe interessam.
  • Clique no botão Iniciar.
  • Logo que o processo termine, o download será iniciado. Se ainda tinha o botão download em OFF, coloque-o em ON.
Pode descarregar apenas as primeiras páginas de um dado livro. Por exemplo, no link acima aparecem vários processos de casamento e, normalmente, nas primeiras páginas surge a informação relevante. Para não ter de descarregar tudo, faz sentido haver a possibilidade de descarregar apenas a primeira página de cada processo, de modo a poupar espaço em disco e tempo.
Seguir os seguintes passos:
  • Coloque o botão de Download em OFF
  • Copie o link do catálogo e cole-o na caixa de texto do GetLinks
  • Clique no botão GO e aguarde pelo carregamento dos livros
  • Clique na primeira opção para desmarcar tudo e, de seguida, seleccione os que lhe interessam.
  • Clique no botão Iniciar.
  • Aguarde pelo preenchimento da grelha.
  • Seleccione todas as imagens (na grelha clique com o botão direito do rato e escolha "Selecionar tudo", ou então use as teclas CTRL+A ou CTRL+T)
  • Carregue no botão stop da grelha (parar os downloads). As linhas ficarão todas a vermelho.


  • Seleccione uma linha qualquer da grelha. Carregar em Ctrl-1 para selecionar apenas a 1ª folha de cada livro, Ctrl+2 para selecionar duas, e assim sucessivamente. 
  • Coloque o botão Download em ON


  • Serão descarregadas apenas as primeiras páginas


Ooops, enganei-me! Como é que paro o download?

Para abortar um processo clique no botão Download para o pôr em OFF (de verde passará a vermelho).


Antes de iniciar outro processo carregue no botão Limpar para remover os livros pendentes.



Onde estão as imagens?

Após terminado o download, as imagens estarão guardadas na pasta definida em Opções. Se não definiu uma pasta de download, as imagens estarão na mesma pasta onde tem o GetLinks.

Pode ir directo do GetLinks para a pasta de download clicando no botão "Abrir Pasta de Downloads"




Download parcial de livros 

Funciona apenas com livros dos arquivos Digitarq

Para descarregar apenas algumas imagens, em vez do livro inteiro:
Coloque o botão Download em OFF (vermelho)
Cole o link do livro Digitarq na caixa de texto do GetLinks
Pressione o botão GO e, logo de seguida, pressione o botão Pausar. O carregamento de imagens na grelha será interrompido.

Mova a barra de deslocamento até à imagem pretendida. Enquanto vai movendo a bolinha, o número das imagens vai aparecendo logo acima da barra de deslocamento. 

Quando chegar à imagem pretendida, clique novamente no botão Pausar/Recomeçar

O carregamento das imagens na grelha será retomado a partir da imagem escolhida na barra de deslocamento.
Coloque o botão Download em ON (verde). Todas as imagens apresentadas na grelha serão descarregadas.
Como podem ver na imagem a seguir, as imagens entre a 2 e 60, não foram carregadas na grelha, pelo que não serão descarregadas.




Mais Dicas

Se fechar a aplicação os links são preservados. Ao reabrir a aplicação, o download será retomado. Pode interromper colocando o botão Download em OFF.

Pode abrir uma imagem descarregada através de duplo click na grelha.



Possíveis problemas

1 - Nada funciona
  • Instale ou actualize o JAVA. O GetLinks não funcionará enquanto não o fizer. Vá para o primeiro passo e siga as instruções.
2 - Não aparece nada na grelha
  • Poderá haver uma falha na rede ou o servidor do arquivo estar em baixo. Abra o url do livro no seu browser e certifique-se que consegue visualizar o livro pretendido.
3 - Tudo funciona normalmente, o nome das imagens aparece na grelha, mas nenhuma imagem é descarregada.
  • Poderá não ter permissões de escrita para a pasta de download. Abra a respectiva pasta e certifique-se que pode criar pastas e ficheiros dentro dela.
  • Se estiver a guardar os downloads numa pen ou disco externo, verifique se o mesmo está acessível. Alguns discos externos auto hibernam e perdem a ligação ao computador. Se o GetLinks não o detectar, não poderá guardar as imagens, pelo que o download não será efectuado.
4 - Outros problemas que possam surgir, coloque a sua questão nos comentários mais abaixo, ou no grupo do Facebook associado a este blog.
Originalmente publicado em 1/4/2015


17 de fevereiro de 2018

17 de fevereiro de 2018 por Gnealogiafb2 comentários
Encontram-se para consulta alguns inventários de documentos existentes no Arquivo Municipal de Redondo, nomeadamente Livros de Registos de Testamentos, Autos de Contas de Testamentos, Autos Cíveis e de Crime, Conciliações - Juiz de Paz, Escrituras e outros mais.



Podem ser consultados na página da Câmara Municipal de Redondo - aqui

Destacamos:




kwADEvora

14 de fevereiro de 2018

14 de fevereiro de 2018 por MC Barros comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.

No blog Minha Parentela de Maria José Queiroz Meneses, encontram trabalhos por ela realizados, assim como imagens de assentos paroquiais, relativos à sua pesquisa, mas que poderão ser úteis para outras pessoas.

Agradecemos a Edmundo Vieira Simões que disponibilizou o índice de casamentos do livro 1 do Rio Grande, RS (neste índice a maioria dos nubentes são naturais dos Açores), e a Dom Jafther Nohan pelo índice de Santo António de Garanhus / PE.

Proclamação da Independência, 1844, François-René Moreaux, Museu Imperial, Petrópolis



Tabela
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kwADAçores


Inicialmente publicado em 10/04/2015

8 de fevereiro de 2018

8 de fevereiro de 2018 por MC Barros comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.
O nosso agradecimento ao António Filipe Rebola Rosado, Levi Redondo Bolacha, Jorge Nunes, António Godinho de Carvalho e Ana Filomena da Silva Alves que disponibilizaram os seus índices, trabalhos que aqui se publicam. Alguns índices não estão completos, mas serão actualizados ao longo do tempo.



Tabela
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kwADPortalegre
Originalmente publicado em 22/2/2015

5 de fevereiro de 2018

5 de fevereiro de 2018 por MC Barros comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas. Abrimos o distrito de Castelo Branco com índices de casamentos, da autoria de António da Graça Pereira.

Actualização 25-03-2017: adicionados os índices de baptismos, casamentos e óbitos de Nesperal, 1824-1811, realizados por José Mendes.
Actualização  02-01-2018 adicionados os índices de óbitos e baptismos de Cernache do Bonjardim, 1855 a 1911, realizados por Ricardo Venâncio. Adicionados índices baptismo de Malpica do Tejo, 1847 a 1911, realizados por António da Graça Pereira. 

Bordado de Castelo Branco LusitaniaTradition.com 03
Colcha da Arvore da Vida com Cavaleiros - Bordado de Castelo Branco


Tabela
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Originalmente publicado em 23/2/2016
kwADCasteloBranco

3 de fevereiro de 2018

3 de fevereiro de 2018 por Paula Peixoto comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui trabalhos, alguns elaborados por nós, outros por colaboradores que generosamente decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.
Agradecemos a Francisco Ferreira da Silva, Fernando Correia, Paulo César Martins, Carlos Manuel Pinto da Costa, Joaquim Martins e Manuela Castelão, pela disponibilização dos seus índices que aqui também se partilham.

Aveiro em meados do século XVIII


Tabela
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Actualização 03/02/2018

  • Adicionado índices dos livros de casamento da freguesia de Real, concelho de Castelo de Paiva, 1655 a 1911, elaborados por Joaquim Martins. 

Actualização 11/10/2017
  • Adicionados vários índices de Canedo, Gião, e Via Maior, 1587 até 1693, realizados por Carlos Manuel Pinto da Costa
Actualização 29/09/2017
  • Adicionado índice dos livros de baptismos de Arões, elaborado por Fernando Correia.
    (1) Trata-se de um índice com a descrição dos anos, folhas/imagens onde aparecem essas datas, e ligação para os respectivos livros.
Actualização 23/04/2017
  • Adicionados os casamentos de Sever de Vouga 1774-1849, elaborado e partilhado por Paulo César Martins
Actualização 24/02/2017
  • Adicionados os casamentos de Sever de Vouga 1739-1774, elaborado e partilhado por Paulo César Martins.
Actualização 10/02/2017
  • Adicionado link para o índice de baptismos de 1657 a 1669, da freguesia de Sangalhos, elaborado por Francisco Ferreira da Silva.
Actualização 15/11/2016
  • Adicionado o índice de casamentos de Sever do Vouga, 1617-1669, elaborado e partilhado por Paulo César Martins.
Actualização 08/11/2016:
  • Adicionado o índice de baptismos de Sever do Vouga, 1611-1750, elaborado e partilhado por Paulo César Martins.
  • Adicionado o índice de baptismos de Arões, Vale de Cambra, 1866 a 1908, elaborado por Fernando Correia. Este índice refere-se aos seguintes livros, acessíveis a partir do tombo.pt:
    Livro 15, 1866-01-15 a 1866-12-17;
    Livro 16, 1867-01-15 a 1867-12-08;
    Livro 17, 1868-01-02 a 1868-11-06;
    Livro 18, 1869-01-24 a 1875-04-27;
    Livro 19, 1875-05-18 a 1884-05-24;
    Livro 39, 1884-06-08 a 1888-12-30;
    Livro 40, 1889-01-13 a 1893-12-31;
    Livro 43, 1894-01-16 a 1898-12-26;
    Livro 44, 1899-01-15 a 1902-09-07;
    Livro 45, 1902-09-16 a 1905-12-31.
    Livro 48, de 1906-01-14 a 1908-12-13;
    Livro 49, 1909-01-06 a 1911-03-29.
  • Adicionado o índice de Baptismos de Vila Cova de Perrinho, também de Fernando Correia, referente aos seguintes livros:
    Livro 69, 1900;
    livro 70, 1901;
    livro 71, 1902;
    livro 86, 1903;
    livro 87, 1904;
    livro 88, 1905;
    livro 89, 1906;
    livro 90, 1907;
    livro 101, 1908;
    livro 102, 1909;
    livro 103, 1910;
    livro 104, 1911.
Actualização 15/11/2015:
  • Adicionado link para o índice de baptismos de 1574 a 1657, da freguesia de Sangalhos, elaborado por Francisco Ferreira da Silva.

kwADAveiro
Inicialmente publicado em 3 Dezembro 2014

31 de janeiro de 2018

31 de janeiro de 2018 por MC Barros comentários

Por Maria Isabel Frescata Montargil

Conhecia-a numa gaveta de um toucador, na minha infância. Não há muitos anos procurei o seu retrato … Perdera-se!
Num aniversário meu, por Janeiro, dediquei-lhe um pequeno texto (aquele cujos excertos agora partilho). Mas o retrato …
Esta foto é idêntica à que eu vira. Tinha sido oferecida a familiares, numa quinta que eu conhecera já abandonada. Tinham falecido… A empregada da casa guardou a fotografia, oferecendo-a a uma sobrinha, já idosa. Esta, por sua vez, porque sentiu que a vida lhe fugia, ofereceu-a a um primo meu, sabendo-o pessoa de família. Que então me ofertou uma reprodução …
(Tinha tentado entretanto conseguir fotocópia do seu assento de nascimento. Sem sucesso ... parecia maldição!)
Oferta "casualmente" (?...) chegada em novo aniversário meu …Tinham passado dois anos sobre o texto . Cerca de cem desde que a foto tinha sido tirada! 
Recordava-a bem! Era …
“ Uma menina.
Uma outra menina. Mais ou menos da sua idade. Uns seis anos, quando muito sete. Com os cabelos pelos ombros, risca ao lado e um travessão estreito a prendê-los. Lábios finos na boca pequena, fechada e firme. Muito séria. E aquele olhar imenso, de quem quer abarcar o mundo e os outros e não pode. Porque não pertencia ao mundo e os outros também não lhe pertenciam.


E fitavam-na muito fixamente aqueles enormes e muito claros olhos – diziam que verdes, porque ali eram em cinza. Toda a menina era em tons cinza esmaecida, quase sépia. A menina que vivia na gaveta era um retrato.
A dona da casa segurava-a com cuidado, mergulhava naquele olhar e ficava como que náufraga, como que perdida. Por tempos sem fim. Com a voz ferida, ia dizendo baixinho:
“- Se ao menos ela tivesse vivido poderia ser hoje minha amiga, quem sabe…Talvez pudesse desabafar com ela. Talvez me sentisse menos só …”.
“Ela” era a irmã que a dona da casa nunca tinha conhecido. Morrera muito antes do seu nascimento. Aos sete anos, com uma doença num braço, doença de estranho nome. Dela restara só aquela fotografia de uma menina diferente. E a lembrança a diluir-se.
….
Cheia de pena via a outra menina da sua idade. A “tia Maria”. Uma tia criança, em tons cinza-sépia e perpétua meninice. Fitou-lhe mais uma vez o rosto. Rosto cujo olhar levaria para sempre no seu.
….

Num dia frio de Outono procurou-a noutro lugar. Dia de Finados. Muitos anos mais tarde. A sua mãe partira também. Definitivamente. Era agora estudante e ainda jovem.. Não a encontrou; apenas um quase-berço de terra-chã, terra-mãe, rodeado por grades meio ferrugentas. Mais altas na cabeceira, como um pequeno altar. Numa pequena cama.
E dos ramos de flores que trazia, fez-lhe uma colcha de Primavera. Em florzinhas amarelas, brancas, rosa-vivo. Para a compensar daquele olhar a dissolver-se em cinzento-sépia e que um dia tinha sido verde como a Esperança.
Talvez que com aquela colcha ela regressasse depois do Inverno, como Perséfone. E colhesse as papoilas que não longe dali cresceriam. Mas ela não regressou, nem sequer à memória dos seus. 
Apenas à da sobrinha-menina da sua idade, talvez mais sua irmã que a mãe da menina. 
Crescera entretanto. Seria mãe. Colheria papoilas na Primavera e no Outono comeria grãos de romã. O ciclo continuaria. 
Mas no Outono da sua própria vida – a acinzentar-se – lembraria a Primavera no olhar da menina do retrato.
Inutilmente.


26 de janeiro de 2018

26 de janeiro de 2018 por Manuela Alves comentários

A origem do nome Corpo da Guarda na toponímia do Porto

A genealogia documentada leva-nos muitas vezes a desmontar estórias de família mal contadas ou esbatidas pelo tempo ou fantasiadas, mas também pode levar ao esclarecimento de mitos ligados à toponímia dos espaços percorridos por gerações que nos antecederam... e que hoje caíram no esquecimento ou que são desconhecidos da gerações que nos seguem... E o que nos falta em erudição, sobra-nos no afinco com que buscamos reconstituir a vida passada da nossa gente em todas as suas vertentes, transformando essas memórias numa memória de afectos que nos ligam a esse passado familiar.

Fonte da imagem: Casa do Infante - AMP




É este o caso do local, hoje desaparecido, onde eu nasci a casa dos meus bisavós maternos, no Porto, no então denominado Largo da Cividade ou Largo do Corpo da Guarda.
A actual Avenida de D. Afonso Henriques foi rasgada na década de 50 do século XX a fim de estabelecer a ligação da zona da estação de S. Bento ao tabuleiro superior da Ponte de Luís I e isso implicou a demolição dos prédios situados nos quarteirões que aquela veio a atravessar.

A adopção da denominação de Calçada do Corpo da Guarda substituindo a denominação de Calçada da Relação Velha( e antes disso Calçada da Relação) e do largo do mesmo nome – teria ocorrido já no século XIX, e derivaria do facto de para aí se ter transferido, ainda antes do Cerco do Porto, o Corpo da Guarda Real da Polícia do Porto, que anteriormente se encontrava instalado no edifício da Real Casa Pia de Correcção e de Educação. É esta explicação dada por Cunha Freitas na sua obra sobre a toponímia portuense, que tem vindo a ser repetida por muitos que se debruçam sobre estas questões. Ora esta referência ao Terreiro do Corpo da Guarda nas Décimas de 1704 e 1705, publicadas on line pelo Arquivo Histórico Municipal do Porto invalida a justificação tradicional acima referida.


Mas podemos recuar mais : data de 14 de Janeiro de 1615 o emprazamento pelo Senado da Câmara de “huma moradia de casas na Rua do Corpo da Guarda, junto da Travessa do Forno que vai para a rua Escura e ao canto da Calçada [ …] pelo foro de 35 réis a Francisco Pereira” (Fonte : Prazos Livro 3, Fol. 245)
Mas ainda me resta para descobrir a origem do magnifico azulejo (primeira imagem), hoje guardado no Banco de Materiais da C.M.P. e proveniente de uma casa demolida no Corpo da Guarda, bem como os anteriores ocupantes da Casa do Largo. Será que consigo?

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30 de dezembro de 2017

30 de dezembro de 2017 por Manuela Alves comentários
O Arquivo Histórico Municipal do Porto tem vindo a disponibilizar on line os róis das Décimas da cidade do Porto, que foram objecto de um post específico e outros com eles relacionados.
 Lançamento da Décima da Cidade (do Porto)
É  um trabalho moroso de bastidores, que exige tempo, disponibilidades materiais e humanas para que documentos há muito tempo arquivados, com critérios que hoje nos escapam, possam ser úteis a um público não especializado e com interesses de investigação diferenciados.
No sentido de obviar esta longa e necessária espera pela totalidade do espólio arquivístico existente no AHMP, resolvemos facultar neste blogue à medida das nossas disponibilidades temporais (enquanto outros voluntários não se juntam a nós no AHMP para estas tarefas) índices das Décimas do Termo do Porto,
Com esses índices, damos a conhecer um súmula dos documentos  existentes, facilitando aos interessados eventuais pedidos ao Arquivo Histórico Municipal do Porto das respectivas digitalizações ao preço tabelado.
  


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27 de dezembro de 2017

27 de dezembro de 2017 por Manuela Alves comentários

A divulgação on line dos registos da Décima existentes no Arquivo Histórico Municipal do Porto, que abrangem também o seu Termo, fez-nos procurar informação, que, sem cair na especialização sobre o tema, nos desse conhecimentos para compreendermos a evolução da administração municipal e a sua abrangência geográfica,
Partilhamos esta comunicação que cumpre, simultaneamente, dois requisitos: esclarece o essencial e abre portas para os que quiserem saber mais...

Albuquerque, A. S. (2000). Administração Municipal do Porto no século XVIII. In Seminário Internacional sobre História Municipalismo, Poder Local e Poder Central no Mundo Ibérico, Las Palmas e Funchal, 24-28 Out.2005 (pp. 391-420). Região Autónoma da Madeira: CEHA.
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26 de dezembro de 2017

26 de dezembro de 2017 por MC Barros comentários
A partir do Livro de Prazos do Cabido da Sé de Braga, António Losa, no seu Subsídios para o Estudo dos Judeus de Braga no Século XV,  dá-nos a conhecer a comunidade judaica de Braga no período precedente à expulsão. A maioria, se não a totalidade, seriam inquilinos do Cabido, tanto na Judiaria Velha como na Nova, tendo, por esse motivo, celebrado contractos que o autor transcreve. Na documentação compulsada vão surgindo os nomes hebraicos que a conversão forçada e a expulsão  lançariam no esquecimento.

Rua de Santo António (Judiaria Nova) e Rua do Poço ou de Santa Maria (Judiaria Velha), onde se situava a Sinagoga, em 1750.


A par dos nomes típicamente hebraicos, como Isaac, Jacob, Abraão, Salomão, Samuel, Yuda, Moisés, Mosse, Mouse, Mousém, Menahem, surgem também outros de origem peninsular, como Almeida. Encontram-se também nomes desconhecidos entre os apelidos portugueses, como Brafanez, Cema, Tamassas, etc, e outros de óbvia origem galega e castelhana. Uma curiosidade assinalada pelo autor é o facto de alguns prazos estarem assinados pelos arrendatários com caracteres hebraicos.

Um ramo da família Brafanez converteu-se, tendo adoptado o sobrenome Barros. Vamos, assim, encontrar um Gabriel de Barros a residir em Ponte de Lima, precisamente num dos prazos transcritos pelo autor.

Prazo de duas casas na rua da Judiaria que até agora era hua só morada, que tinha sido emprazada a Isac Brafanes, que ao depois se chamou Gabriel de Barros morador em Ponte de Lima e a sua mulher Villida, que ao depois se chamou Branca Pereira, feito de hua a Fernam Bravo, e a duas pessoas; e da outra casa a Águeda Anes irmãa do dito Fernam Bravo e a duas pessoas. Não falla em Laudemio. 14 de Fevereiro de 1500.

Logo a iniciar o estudo, refere o autor que «contrariamente ao que acontece com os de outras terras minhotas - Guimarães e Barcelos, por exemplo - os judeus de Braga não têm história». Não têm história porque não deram que falar, não existiu entre eles «nenhuma sumidade, quer no campo das letras, quer no das ciências, quer em qualquer outro domínio», nem tão pouco nos chegaram ecos «das calamidades que se abateram sobre os filhos de Israel, sobretudo no decorrer so séc. XV». No entanto eles não escaparam à perseguição e exílio. Frei Pantaleão de Aveiro, no seu Itenerário da Terra Santa e suas particularidades, refere que não teriam ainda  «passado vinte casas quando de uma delas saem cinco, ou seis Judeus Portugueses, dizendo com grande alvoroço um deles: Padre Fr. Pantaleão, quem vos trouxe cá, quem havia de cuidar que viríeis a esta terra? (...) acudiram logo outros das suas lojas com muita alegria, e com eles um moço de bem pouca idade, que por me dizer, não haver dois anos, que saíra de Portugal, lhe perguntei donde era, e porque se ausentara. Disse-me ser natural de Braga, e que fugira, porque queimaram seu pai e tinham presa sua mãe».

Losa, António, Subsídios para o Estudo dos Judeus de Braga no Século XV (pdf)
I Congresso Histórico de Guimarães e sua Colegiada (1980), Volume V

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22 de dezembro de 2017

22 de dezembro de 2017 por Manuela Alves comentários
Foi adicionado à nossa Biblioteca, prateleira Geografia Histórica o álbum Cartografia portuense publicado pelo Manuel de Sousa no seu interessante e completo blogue Porto Desaparecido que nos transporta ao Porto dos nossos antepassados...

17 de dezembro de 2017

17 de dezembro de 2017 por Paula Peixoto comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas. Agradecemos ao Filipe Pinheiro de Campos a partilha dos seus índices de Bragança.



Tabela
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(1) - Publicados na página Rebordelo.net  onde encontram ainda um índice de todos os livros existentes da paróquia de Rebordelo, dos quais os seguintes não estão nos arquivos:
As imagens destes livros podem ser descarregadas directamente da página seguindo as ligações acima. 

Nota: Não encontramos o nome do autor da página rebordelo.net, onde se publica  ainda outra documentação com interesse, mas aqui fica o nosso agradecimento pela partilha online deste excelente trabalho.

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Originalmente publicado em 15-06-2016
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