Repositório de recursos e documentos com interesse para a Genealogia

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  • Primeiros passos em Genealogia: como começar, onde pesquisar, recursos disponíveis e outras informações.

  • Apelidos de família: de onde vêm, como se formaram.

  • Índices de passaportes, bilhetes de identidade, inquirições de genere e outros.

27 de maio de 2019

27 de maio de 2019 por Paula Peixoto comentários
A consulta de jornais e revistas da época pode servir como um veículo de informações para as nossas pesquisas genealógicas ou para proporcionar uma contextualização interessante aos nossos álbuns de memórias familiares que queremos deixar aos nossos filhos ou netos.
Assim, resolvemos criar uma gaveta no nosso blog onde iremos colocar as ligações, que formos encontrando, para acederem à imprensa digitalizada.
A lista está dividida em Nacionais, Locais e Além-mar onde se incluí também a imprensa do Brasil e outros.

Capa da Ilustração Portuguesa 12/5/1923 2ª Serie nº 899 (Pormenor)


N.B. Há mais jornais nos arquivos que podem ser consultados. Esta lista é apenas dos que se encontram online.

NACIONAIS

Arquivo Histórico Parlamentar - Diários e Actas dos Debates Parlamentares

Biblioteca Nacional de Portugal
Publicações Periódicas Digitalizadas

Diário da República Electrónico - Desde 5 De Outubro De 1910



LOCAIS

DISTRITO DE AVEIRO
Biblioteca Digital Dos Municípios Da Ria - Aveiro

http://www.asw.pt/jornais/


DISTRITO DE BRAGA
Universidade Católica Portuguesa - Braga
Ilustração Católica 

Casa de Sarmento - Núcleo de Documentação Abade de Tagilde, Guimarães

Arquivo Municipal Alfredo Pimenta
Notícias de Guimarães 1932-2012

Arquivo Municipal da Póvoa de Lanhoso
Jornal Maria da Fonte


DISTRITO DE COIMBRA
Biblioteca Geral Digital da Universidade de Coimbra

A Comarca de Arganil Digital - Câmara Municipal de Arganil


DISTRITO DE LEIRIA
Arquivo Distrital de Leiria

Biblioteca Municipal Simões de Almeida, Figueiró dos Vinhos


DISTRITO DE LISBOA
Diário de Lisboa - Fundação Mário Soares

Hemeroteca Municipal de Lisboa
Hemeroteca Digital

DISTRITO DO PORTO
Biblioteca Municipal do Porto

Biblioteca Municipal José Régio - Vila Do Conde

Arquivo Municipal Sophia de Melo Breyner - V.N. de Gaia

Revista: "A Póvoa de Varzim: Archivo de materiaes para a historia d'este concelho e reclamo á sua praia de banhos" (1911-1917).
Consultar a revista


DISTRITO DE VIANA DO CASTELO
Arquivo Municipal de Ponte de Lima
Jornais Locais Ponte do Lima

Biblioteca Municipal de Viana do Castelo
Publicações Periódicas Digitalizadas


AÇORES
Centro de Conhecimento dos Açores - Biblioteca Digital
Por título (clicar em "Ver todos")


MADEIRA
Arquivo Regional da Madeira Digital


ALÉM-MAR

BRASIL
Biblioteca Nacional Brasileira

JusBrasil


TIMOR
Boletim Oficial de Timor - Arquivo Histórico Ultramarino


Sugerimos ainda uma visita à História de Papel, página onde é possível usar vários filtros e listar por localidades os periódicos da Biblioteca Nacional e de outros repositórios.

Algumas ligações foram obtidas na página Mercúrio SubRosa

Inicialmente publicado em 14/04/2015
kwADBraga kwADVianadoCastelo kwADLeiria kwADCoimbra kwADPorto kwADAveiro kwADLisboa

21 de maio de 2019

21 de maio de 2019 por MC Barros comentários

Mais um exemplo de "imaginação controlada " da autoria de Belo Marques, a quem agradecemos.

Por Belo Marques

Ao Matrimónio de Domingos Gonçalves com Domingas Gonçalves desta freguesia, filha de Geraldo Gonçalves e de sua mulher Isabel Francisca do lugar do Assento, assisti eu Padre Joseph Cruz de Faria, Vigário desta Igreja de S. Lourenço de Celeirós, em 11 de Maio de 1670 de que foram testemunhas Domingos Gonçalves do Assento e António Martins de Santa Anna, em face do que me assino, dia, mez e anno ut Supra. O Vigário Joseph da Cruz de Faria 



Corria o ano da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 1677 (D. Afonso VI).
O mar, ainda que pouco ondulado fazia gemer a estrutura de pinho da nau Santa Clara. Já navegava há algum tempo. Fizera-se ao mar às primeiras horas da manhã. Lá longe, adivinhava-se o Sol a querer romper. De feição soprava um vento frio que, não sendo forte, chegava para enfunar aquele enorme pano branco que tanta azáfama provocou ao içar.
De quando em vez elevava-se da proa uma cortina de água salgada que o vento transformava em neblina. O sal e frio ajudavam a temperar as peles curtidas dos marinheiros de pés descalços que, agastados de tanto adriçar, circulavam pelo convés arrumando barricas enquanto o Contramestre dava ordens ao timoneiro e tomava conta do mar. O barulho das gaivotas misturava-se com o cortar das ondas. Na linha do horizonte a luz tomava conta do céu.


Os primeiros raios solares já se faziam refletir na vela mestra, emprestando ao convés uma cor dourada, entrelaçada por cordas esticadas. Aos poucos lá se vão afastando da costa. Cada homem leva consigo, para além da tarefa que lhe cabe nesta campanha, esperança do regresso. Envolto em pensamentos, Domingos Gonçalves nem se dera conta da passagem da Barra... há muito que esta ficara para trás.

Em Celeirós, depois de um dia de trabalho, Domingas Gonçalves vestida de preto com a foice na mão, lá vem de “Covas de Baixo” ladeira acima para o “Assento” com os socos gastos nos pés e com o cansaço estampado no rosto; Já avista a casa de seu pai ladeada de dois frondosos castanheiros e uma macieira brava. É casa de um sobrado com escadas em pedra bem talhadas harmonizando o granito com o vermelho pálido da telha romana. Cansada da monda, sempre arranja forças para dar de comer aos animais que ficam na parte térrea da casa, lida e que já há muito se tornara rotineira.
Isabel Francisca sua mãe, acabara de tirar o leite às cabras e prepara-se para tratar da ceia, um caldo de sopa galega, misturada com o feijão que a terra generosamente lhes oferece. Acompanhar não falta a saborosa broa de milho… Enquanto isso, Geraldo seu pai, na sua camisa de estopa manchada de sebo e com um velho gorro na cabeça, não acaba o dia sem antes, devotar algum tempo àquele tear que está a construir com certa meticulosidade. De enxó na mão lá vai aparelhando as madeiras que no final lhe irão dar forma. Faz ideia de quando o acabar, vende-lo em Ferreiros na feira da Misericórdia.


Construir teares, era para ele um complemento da atividade agrícola, arte que aprendera desde rapaz com seu pai.
Este trabalho excecional representava um pé-de-meia que sempre o ajudara a contrabalançar os anos maus na lavoura.
É aqui em casa de seu pai que Domingas se acolhe e encontra o conforto nas horas de tristeza e de saudade.
À luz da candeia, com a mão sobre a barriga faz contas ao tempo; Ao pensamento ocorre-lhe mil perigos a que Domingos está sujeito naquele mar em que tanta gente vai e não volta, e pede a proteção de Santa Ana que o traga de volta para que a criança que trás no ventre o possa vir a conhecer: reza baixinho a Deus que lhe traga boa sorte.
Ao seu lado, com o sono a querer tomar conta de si, Isabel Francisca, sua mãe, vai tecendo um pequenino chambre, aproveitando o último calor daquelas canhotas já meia apagadas, mas que mesmo assim ainda vão dando algum conforto aquela sala semi-escura, onde o pavio daquela pequena chama que baila no candeeiro teima em continuar, deixando no ar um cheiro a sebo, odor a que todos estão habituados.
Cansado, Geraldo, cedo se recolhe ao leito, mas sem antes em conjunto fazerem as orações ao divino. Cumpria-se assim mais um dia na rotina desta família que tinha na terra o sustento do corpo e Deus por conforto da alma.

Sabendo-se que, historicamente o Norte deu muita gente ao mar1, esta bem podia ser a história de Domingos Gonçalves.
Todavia, da sua verdadeira história, para além do que vem escrito no assento do seu casamento, nada mais se sabe.


1 No início do sec. XVI, a região do Entre-Douro-e-Minho continuava a ser a mais densamente povoada de todo o País apesar de, ao longo do século anterior, terem tido aqui a sua origem grande parte dos movimentos migratórios que acompanharam os Descobrimentos. Esta situação manteve-se ao longo dos séculos seguintes.
“Todavia, com as navegações, os camponeses minhotos programavam o destino entre a opção de trabalhar a terra, onde a fome espreitava sempre e as pestes ameaçavam, e o apelo das caravelas e da imigração para outros mundos.”. -Rui Feijó/João Arriscado Nunes - Cadernos do Noroeste


18 de maio de 2019

18 de maio de 2019 por Manuela Alves comentários
Onde a tua pessoa, onde o que eras tu? …
Que é de ti?
Eis que começa a tua longa viagem para a vertigem das eras, para a desaparição do silêncio dos milénios. Sim, agora vives para mim porque te sei.

Virgílio Ferreira, in Aparição.

Na sequência de uma conversa no grupo sobre como preencher as lacunas documentais, sem pôr em causa o rigor genealógico, a Maria David Eloy deu testemunho com alguns exemplos retirados da sua própria prática, em que a honestidade genealógica não fica beliscado pela escrita mais "livre e imaginativa" que tivermos , se colmatarmos as falhas existentes de certo tipo de informações com o que pudermos "retirar" das entrelinhas, usando "talvez", “quem sabe", "provavelmente", "possivelmente"...etc. que foram sugeridos por outros interlocutores.

Para memória futura e com o nosso agradecimento, aqui se partilham pequenos excertos que a Maria David Eloy escreveu:

Por Maria David Eloy

Francisco Lopes Preto -11°avô
Não seria fácil, com toda a certeza, deambular pelas ruas do lugar e escutar os sussurros que se escapavam da boca dos coscuvilheiros da terra, à sua passagem. A terra era bastante pequena, um simples lugar onde todos se conheciam e as novidades espalhavam-se com o vento. Talvez fosse mesmo um misto de compaixão, da parte de uns, quem sabe um misto de vingança, da parte de outros, quando eles murmuravam entre dentes "...lá vai o filho da queimada...”. Quem o viu nascer, crescer, tomar corpo, não podia imaginar para que fados o destino o empurrara. Ou talvez não, se fosse caso de ser pessoa atenta e soubesse olhar à sua volta, com olhos de ver, olhos do corpo e olhos da alma. Mas nem seu próprio padrinho, António Mendes, que foi o vigário da Fatela e tinha outra preparação, mal podia imaginar os sofrimentos que aquele menino iria ter, ao longo da vida, quando lhe deu o nome na pia baptismal da Igreja de S. Martinho, ali mesmo no lugar do Fundão. Já quanto ao que teria passado pela mente da sua madrinha, tia paterna dele, de seu nome Beatriz Rodrigues, e que já vira muito sofrimento na família, ela sabia que este seria uma constante ao longo da sua vida, como tinha acontecido antes com todos os parentes mais ou menos próximos e continuaria a ser no futuro, enquanto a maldita Inquisição durasse.

Nas suas declarações, nada acrescentou ao que dela exigiam, antes pelo contrário. Sem grandes exercícios de imaginação, quase podemos vislumbrar uma atitude de desafio perante os presentes quando se justificava, face aos erros que lhe apontavam, que ”no tempo em que andava errada não confessava estes erros a seus confessores por os não ter por tais e não crer na confissão nem nos mais sacramentos da Igreja, os quais tomava e fazia as mais obras de cristã por cumprimento do mundo”.

A sentença foi cumprida no Auto de Fé do dia 5 de Abril de 1620. Era domingo. Tinha quarenta anos e deixara inconsoláveis os seus três filhos. 

Francisco Manuel não mais voltou a ser o mesmo. Desde a morte da mãe que se habituara a ouvir os tais sussurros, à sua passagem, “...lá vai o filho da queimada...”. Podemos imaginá-lo a voltar o rosto, de raivas contidas, direito à maledicência, respondendo com altivez “sou filho da queimada, sim, e depois??...”.

 Diogo Mendes Pereira - 7° avô
Naquela manhã do dia 30 de Janeiro, a vila da Covilhã devia estar soberba, sob o costumado manto branco que a cobria, mal começava o inverno. Corria o ano de 1692. Será fácil imaginar a velha igreja de S.Pedro, na sua pedra encardida, granito amarelado a puxar para uma paleta de cinzentos, alguns pingentes de gelo tombando em estalactites da torre sineira e o piso térreo exterior, irregular e de pedra solta, empapado de lamas e de bostas. Ali os invernos eram rigorosos. Seria assim porque naqueles tempos o tempo ainda era cheio de rotinas e cada estação era bem demarcada nos calendários, que a agricultura seguia e tornava lei.

A verdade é que quase todas as denúncias se resumem sempre à mesma ladaínha: observância dos jejuns e do shabat, com a inerente roupa lavada, azeite limpo e torcidas novas para as candeias, restrições no consumo de carne, utilização de vasilhames novos em caso de falecimento de algum membro chegado da família.
Quando Branca Maria, mulher de Duarte Navarro, denunciou, foi isso mesmo que disse e o escrivão registou numa caligrafia inclinada e estilosa: “...disse mais que haverá quatro anos, na vila da Covilhã, em casa dela confitente, se achou com Diogo Pereira, seu parente, ...consertando na sexta feira à tarde a candeia com azeite limpo e torcida nova, a qual havia de estar em casa todo o dia de sábado, faziam jejum no dia grande do mês de setembro, estando todo o dia sem comer nem beber, desde o pôr-do-sol até ao outro dia às mesmas horas, e antes deste jejum faziam outro chamado de capitão, oito dias antes, e mais três no ano…”

Francisco Mendes Paredes -10º avô

Preso Francisco Mendes Paredes, é lógico que toda a família se começou logo a movimentar na execução das estratégias, tanto mais que ainda não tinha decorrido um mês sobre o acontecimento e já o édito de prisão para Branca Rodrigues, sua mulher, era publicado em 22 de Dezembro. O palavreado era bem claro “…mandamos a qualquer Familiar ou Oficial do Santo Ofício…a prendais com sequestro de bens, presa a bom recato com cama e mais fato necessário a seu uso e cinquenta mil réis em dinheiro para seus alimentos, a trareis e entregareis debaixo de chave ao alcaide dos cárceres secretos …”. Assim se fez, com o zelo costumado, sendo entregue nos ditos cárceres em 16 de Janeiro de 1664.


14 de maio de 2019

14 de maio de 2019 por MC Barros comentários

Por Márcia Helena Miranda de Sousa

Fazer pesquisas no Brasil não é algo fácil, pela dimensão continental do país e/ou pela falta de fontes de pesquisas em todo seu território.
A primeira “capital” do Brasil foi Salvador (1549-1763), depois a cidade do Rio de Janeiro (1763-1960), e depois Brasília (atual). Gosto muito da imagem abaixo (desconheço o autor), pois ajuda a entenderem a dificuldade que existe em responder quando alguém diz: “Pode me ajudar a encontrar um familiar no Brasil?”
Mas não desistam. Existem muitos recursos online que poderão ajudar. A seguir encontram uma lista de ligações, com uma pequena descrição.

FONTES PARA PESQUISA DE REGISTROS ONLINE

Os REGISTROS CIVIS (nascimentos, casamentos e óbitos) passaram a ser obrigatórios em 1889, e antes disto os registros que existem são PAROQUIAIS, e nossa ÚNICA fonte de pesquisa online é o site FamilySearch, ou seja, o que não estiver lá precisará ser pesquisado pessoalmente. É claro que os registros paroquiais continuaram após 1889, as pessoas casavam no cartório e na igreja, normalmente no mesmo dia.

UNIVERSIDADE VANDERBILT
Possuí livros paroquiais digitalizados. Alguns não estão no FamilySearch.

OUTRAS FONTES POR ÁREA DE ABRANGÊNCIA

1) Todo Território Nacional
2) Alguns Estados Brasileiros
3) Estado Do Rio De Janeiro



1) TODO TERRITÓRIO NACIONAL

* MUSEU IMPERIAL DO BRASIL - O museu é no Estado do Rio de Janeiro, mas pertence à História Nacional.

* IBGE - CIDADES (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) - banco de dados com todos os municípios do Brasil, com informações atuais, e históricas (fundação) de cada uma delas. 

* HEMEROTECA DIGITAL BRASILEIRA (Biblioteca Nacional) (Periódicos antigos de todo o Brasil) – No Acervo Digital pode ser feita a busca nominal de pessoas e eventos. Tive a felicidade de encontrar notas de chegadas de navios, naturalizações, batismos, obituários, proclamas de casamentos, casamentos, e muito mais. Sugestão: procure no Estado que precisar, mas nunca deixei de procurar também no Rio de Janeiro, pois como expliquei antes, foi Capital por muito tempo, e tudo de importante estava em seus jornais.

* CADASTRO NACIONAL DE FALECIDOS - o banco de dados trás o nome das pessoas falecidas no Brasil RECENTEMENTE, ainda está longe de ser ideal, pois faltam muitos cadastros, mas é uma opção de busca. 

* CONSELHO ULTRAMARINO NACIONAL - Projeto Resgate da Biblioteca Nacional (1604-1833). Basta digitar o termo a ser pesquisado para que ele procure nas 31 bibliotecas do banco de dados. 

* DIÁRIOS OFICIAIS DA UNIÃO (DOU) - Nestes DOU já encontrei muita informação, como registro de eleitores (fornecendo a região onde a pessoa morava na época) ou convocação para o serviço militar que normalmente vinha com o ano de nascimento e nome dos pais. O acervo online da Imprensa Nacional (Oficial) compreende apenas o período a partir de 1990, os anteriores podem ser encontrados no sítio do “JusBrasil”, que antes tinha acesso gratuito irrestrito, mas agora para ver o documento completo precisa ser assinante (pagante). Faça buscas de nomes de pessoas através do Google e o resultado o redirecionará para a página do JusBrasil, o texto aparecerá um pouco truncado (erros de OCR) e para ver a folha original do jornal e desvendar o texto correctamente precisa ser "pagante". 

«Antes do Diário Oficial da União, os atos oficiais do Brasil foram publicados nos seguintes veículos impressos:
  • Gazeta do Rio de Janeiro - de 10 de setembro de 1808 a 31 de dezembro de 1822. A Gazeta do Rio de Janeiro foi o primeiro jornal editado e impresso no Brasil, criado no dia 10 de setembro; 
  • Diário do Governo - de 2 de janeiro de 1823 a 20 de maio de 1824; 
  • Diário Fluminense - de 21 de maio de 1824 a 23 de abril de 1831; 
  • Diário do Governo - de 25 de abril de 1831 a 28 de junho de 1833; 
  • Correio Official - de 1º de julho de 1833 a 14 de agosto de 1841; 
  • Jornal do Commercio (privado) -de 5 de agosto de 1841 a 31 de agosto de 1846
  • Gazeta Official do Império do Brasil - de 1º de setembro de 1846 a 1º de julho de 1848; 
  • Correio Mercantil (privado) - de 1º de agosto de 1848 a 23 de outubro de 1848; Diário do Rio de Janeiro (privado) - de 24 de outubro de 1848 a 31 de dezembro de 1854;
  • Jornal do Commercio (privado) - de 1º de janeiro de 1855 a 30 de setembro de 1862».
(Fonte)

Todos estes jornais antigos estão na HEMEROTECA DIGITAL BRASILEIRA já citada.

* BUSCA DE TELEFONES FIXOS E ENDEREÇOS - Antigamente existia um serviço telefônico (102) para ligarmos e perguntar o telefone de uma pessoa ou empresa; existiam listas telefônicas. Mas com a necessidade cada vez maior de privacidade as pessoas pediam para os números não aparecem na lista, e também não temos mais apenas uma operadora de telefonia fixa. Mas alguns sites ainda trazem estas listas, e podemos localizar os telefones e endereços das pessoas (VIVAS!). Um deles é o “102 BUSCA” e o outro é “TELELISTAS.NET”.

* LISTAGENS NOMINAIS DE NATURALIZAÇÕES CONCEDIDAS NO BRASIL
1868 - 1870 1871 1872 1873 1874 1876 1878 1879 1880/1881 - 1881/1882 - 1882 1883 1884 - 1887/1888 1888/1889

ASBRAP - Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia
Contem alguns itens interessantes. Na parte dos “Links” sugeridos, que na verdade não contem apenas links, possui fontes de pesquisa e endereços úteis, no Brasil e fora dele, então, mesmo que alguns links não estejam mais funcionais, os dados são ótimos.

PROJECTO COMPARTILHAR: Este site abriga dados e informações encontradas em documentos. Pesquisam apenas documentos referentes às famílias dos povoadores da antiga Capitania de São Vicente, bem como sua migração para o sul de Minas até meados do século XIX.


2) ALGUNS ESTADOS BRASILEIROS


* ESPÍRITO SANTO - Arquivo Público do Estado do Espírito Santo (APEES) possui uma base de dados de “Registro deEntrada de Imigrantes” 

* MINAS GERAIS
* PARÁ

Centro de Memória da Amazônia  -  centro cultural, criado em 31 de janeiro de 2007, em parceria do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJE/PA) e a Universidade Federal do Pará (UFPA), e reformado em 13 de Abril de 2012 - possui acervos digitais  https://www.cma.ufpa.br/

* PARANÁ
Possuí uma base de dados de imigrantes.

* PERNAMBUCO
Recife - Encontra aqui no blog alguns índices dos nomes nos livros de registo de passaportes 1761-1830

*RIO GRANDE DO SUL
Capitania do Rio Grande de São Pedro: índice de casamentos do livro 1 do Rio Grande, RS. Neste índice a maioria dos nubentes são naturais dos Açores.

* SÃO PAULO 



3) ESTADO DO RIO DE JANEIRO

BAIRROS ANTIGOS DO RJ - manipulando o mapa perceberá que ele fornece os limites dos bairros/freguesias antigos e atuais da cidade.

* FAMILYSEARCH: Algumas dioceses não permitiram que os livros de suas paróquias fossem microfilmados, o que nos deixa com uma lacuna enorme nas fontes. Dois exemplos no Estado são a Diocesede NOVA FRIBURGO e a de CAMPOS (Campos dos Goytacazes). Se precisar de algo de suas paróquias terá que entrar em contato diretamente com elas.

  • Municípios da Diocese de Nova Friburgo: Barra de São João, Bom Jardim, Cachoeiras de Macacu, Cantagalo, Carapebus, Carmo, Casimiro de Abreu, Conceição de Macabu, Cordeiro, Duas Barras, Itaocara, Macaé, Macuco, Nova Friburgo, Quissamã, Rio das Ostras, Santa Maria Madalena, São Sebastião do Alto, Sumidouro, e Trajano de Moraes.
  • Municípios da Diocese de Campos: Aperibé, Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci, Campos dos Goytacazes, Cardoso Moreira, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Miracema, Natividade, Santo Antônio de Pádua, São Fidélis, São Francisco do Itabapoana, São José de Ubá, Porciúncula, São João da Barra, e Varre e Sai.
* REGISTROS PAROQUIAIS DE TERRAS DE MEADOS DO SÉCULO XIX (Arquivo Público do Estado do RJ)

* ESTRUTURA FUNDIÁRIA DO RECÔNCAVO DA GUANABARA (1635-1770) - neste podemos encontrar transcrições dos registros de compra/venda/doação de terras no período. Apesar de o sítio estar com as datas 1635-1770 encontrei informações entre 1573-1787. Não precisa selecionar coisa alguma, basta colocar o nome da pessoa que quer pesquisar no campo “Descrição”.

* BASE DE DADOS DO ARQUIVO NACIONAL - os documentos não estão online (precisam ser solicitados), mas há várias bases de dados para pesquisa, numa delas – Base de dados Acervo Judiciário do Arquivo Nacional – é possível encontrar registros de nascimentos, habilitações para casamentos, inventários e outros.

* PORTAL EXTRAJUDICIAL DO RIO DE JANEIRO (Corregedoria Geral da Justiça do Estado do RJ) - Entre variadas funções há um mapa que permite localizar todos os cartórios do Estado; lembrando que é nos RCPN (Registro Civil de Pessoas Naturais) que são feitos/arquivados os registros civis (nascimentos, casamentos e óbitos). 

* LISTAS NOMINAIS DE PASSAGEIROS DOS VAPORES DO PORTO DO RIO DE JANEIRO (1875-1963) - Para consultá-lo primeiro precisará fazer um cadastro (gratuito) no SIAN (Sistema de Informações do Arquivo Nacional) () e depois que estiver “logado” poderá consultar as “Listas Nominais de Passageiros dos Navios”. Para ajudar na pesquisa, que não é intuitiva, consulte o tutorial Pesquisar no SIAN, neste blog.

Dica deixada pela Anna nos comentários mais abaixo: Site com links facilitadores, que tornam a pesquisa cronológica bem mais amigável. Relação de vapores que chegaram ao Rio de Janeiro entre 1875-1964

* PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (PJERJ) nele há dois bancos de dados muito úteis:
  • 1) MUSEU DA JUSTIÇA - Selecionando "Parte" (pessoa envolvida no processo) é possível buscar nominalmente por pessoas que tiveram processos desde 1751, e se dar sorte, encontrar pistas de algum familiar. Encontrando o processo, o mesmo poderá ser solicitado (não estão disponíveis online).
  • 2) CONSULTA NASCIMENTO E ÓBITO - serve para encontrar registros feitos no Estado a partir de 01/Ago/2007 (data informada no BD). No caso dos óbitos, no resultado aparece a data de nascimento da pessoa, os nomes dos pais, quando a pessoa faleceu e onde está o registro (cartório, livro, nº da folha e do termo).
* DETRAN/RJ - Certidões de Nascimento/Casamento. Tendo os dados solicitados poderá saber em qual cartório, livro e folha está o registro da pessoa pesquisada. Muitas certidões ainda não estão cadastradas no sistema, e refere-se apenas a dados recentes.

* REVISTAS DO IHGB (Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro)


Veja também:
Pesquisando neste blog pela etiqueta Brasil, encontrará mais artigos relevantes. Na Biblioteca, na estante Emigração, encontra também publicações muito interessantes sobre esta temática.

Originalmente publicado em 25/07/2014

29 de abril de 2019

29 de abril de 2019 por Manuela Alves comentários

Da autoria do Professor Doutor Nuno Camarinhas está  online a base de dados dejuízes letrados do Antigo Regime português (1620-1830), Ministros de Letras . Inclui todos os juízes que exerceram cargos no reino e/ou no ultramar, bem como todos os candidatos a juiz daquele período, de que o autor obteve informação.

O nome é uma homenagem ao trabalho do Fr. Luís de São Bento e do Fr. António Soares. O Memorial de Ministros, obra iniciada por Luís de São Bento e depois continuada por frei António Soares, monges cistercienses do Mosteiro de Alcobaça, compila as notícias biográficas dos magistrados portugueses do Antigo Regime, quer dos territórios do Reino, quer dos territórios ultramarinos sob administração portuguesa.
Neste momento permite buscas por indivíduos e por lugares.
Foi incluída no  blogue em Base de Dados.

Ao seu autor, os nossos parabéns pelo interesse genealógico do seu trabalho e à Marta Páscoa os nossos agradecimentos pela divulgação no grupo.

15 de abril de 2019

15 de abril de 2019 por MC Barros comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar. Trata-se de índices de crismas, baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.
O nosso agradecimento à Eva Marques que disponibilizou os seus índices de Gondomar e Vila Nova de Gaia, a José António Reis pelos índices de Marco de Canaveses, a Álvaro Holstein e Marcelina Gama Leandro pelos índices de Santo Ildefonso, a Joaquim Martins pelo índice de Campanhã, Santa Marinha, Laundos e Estela, a Carlos Manuel Pinto da Costa pelos índices de Crestuma, Sandim, Lever, Olival e Pedroso, a Manuel Montenegro pelos índices de Junqueira e Arcos, a Margarida Ferreira pelo índice de óbitos de Santa Marinha/Vila Nova de Gaia; Ricardo Brochado pelo índice de São Cosme-Gondomar, a Jorge Pacheco pelo índice de baptismo de Vila Caiz; Fernando Ferreira Vilarinho pelo índice de baptismos de Azurara; a Paulo Almeida pelos índices de Abragão-Penafiel e de Vila Boa de Quires.




Tabela
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Originalmente publicado em 10/10/2014
kwADPorto
por MC Barros comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui trabalhos, alguns elaborados por nós, outros por colaboradores que generosamente decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.

Abrimos o distrito de Leiria com alguns índices de Pedrógão Grande, elaborados e generosamente partilhados por José Mendes. Agradecemos também ao António João Martins Borralho pelos índices de Caldas da Rainha, Óbidos e Bombarral, e ao Rafael Ferrero-Aprato pelos índices de casamentos de Santa Maria de Óbidos, e à Alzira Albano pelo índice de Évora de Alcobaça..
- Actualização 15-04-2019: adicionado índice baptismo 1592 a 1472 e de casamento de 1601 a 1736 da freguesia da Graça, concelho de Pedrógão Grande;
índice de baptismo de 1604 a 1769 e de casamento de 1604 a 1736 da freguesia de Vila Facaia. concelho de Pedrógão Grande;
índice de baptismos de 1574 a 1758 (incompleto) e de casamentos de 1570 a 1719 (incompleto) da freguesia de Aguda, concelho de Figueiró dos Vinhos.
Trabalho realizado por José Mendes.


Dica: Clique no nome do livro para o abrir; clique na data para abrir o índice excel


Tabela
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kwADLeiria

07/12/2016 

por MC Barros comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas. Abrimos o distrito de Castelo Branco com índices de casamentos, da autoria de António da Graça Pereira.

Actualização 25-03-2017: adicionados os índices de baptismos, casamentos e óbitos de Nesperal, 1824-1811, realizados por José Mendes.
Actualização  02-01-2018 adicionados os índices de óbitos e baptismos de Cernache do Bonjardim, 1855 a 1911, realizados por Ricardo Venâncio. Adicionados índices baptismo de Malpica do Tejo, 1847 a 1911, realizados por António da Graça Pereira.
Actualização 08-04-1965 adicionado o índice de casamentos de Cernache do Bonjardim, 1565 a 1643, realizado por José Mendes
Actualização 15-04-2019: adicionado índice livro Misto, 1676 a 1763, da freguesia de Palhares, concelho da Sertã. Falta índice de óbitos;
Índice Casamentos, 1643 a 1689, de Cernache do Bonjardim;
Índice livro Misto, 1640 a 1674, freguesia do Castelo;
Todos estes índices são de autoria do José Mendes.

Bordado de Castelo Branco LusitaniaTradition.com 03
Colcha da Arvore da Vida com Cavaleiros - Bordado de Castelo Branco


Tabela
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Originalmente publicado em 23/2/2016
kwADCasteloBranco

8 de abril de 2019

8 de abril de 2019 por MC Barros comentários
De acordo com o princípio que norteou a criação deste blog, publicamos aqui alguns trabalhos elaborados por colaboradores para seu uso próprio e que, generosamente, decidiram partilhar. Trata-se de índices de baptismos, casamentos ou óbitos, de algumas localidades, muito úteis para quem pesquisa nessas zonas.
O nosso agradecimento ao António Filipe Rebola Rosado, Levi Redondo Bolacha, Jorge Nunes, António Godinho de Carvalho e Ana Filomena da Silva Alves Roberto que disponibilizaram os seus índices, trabalhos que aqui se publicam. Alguns índices não estão completos, mas serão actualizados ao longo do tempo.



Tabela
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kwADPortalegre
Originalmente publicado em 22/2/2015

28 de janeiro de 2019

28 de janeiro de 2019 por MC Barros comentários
Série constituída por justificações sumárias de casamento vistas e despachadas pelo provisor dos casamentos do arcebispo de Lisboa, mandando passar o alvará ou a licença de casamento, destinadas aos párocos das freguesias. 
Os maços de cada ano estão frequentemente incompletos.
Fonte: ANTT
Sumário matrimonial de Faitu Xamare e Ana Maria Pitaluga 1721


António Forjó indexou os maços respeitantes ao século XVIII, anotando os nomes dos nubentes e o ano, assim como os números dos maços e dos processos, índice disponível no ANTT para consulta e publicado online, sob o título ÍNDICE DOS SUMÁRIOS MATRIMONIAIS DO PATRIARCADO DE LISBOA, na página da Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia - ASBRAP. Alguns processos encontram-se já digitalizados, porém nem todos os documentos referenciados no seu índice se encontram descritos no ANTT, o que torna este pdf ainda mais valioso.


O que esperar deste tipo de documentação, por João Clímaco Lilaia

«Caso desconheçam, chamo a vossa atenção para o facto de estes "Sumários" não serem os processos de casamento propriamente ditos mas sim processos de dispensa de apresentação de documentos ou de justificação de informações. São processos em que um ou ambos os noivos eram naturais de fora do Patriarcado de Lisboa (que à época englobava também, grosso modo, as actuais Dioceses de Setúbal e Santarém) ou de onde tinham estado ausentes nos últimos anos, mas que aí pretendiam casar.
Pelo que conheço, são em grande parte de nascidos fora de Portugal ou de zonas distantes de Lisboa ou ainda, por exemplo, de militares, marítimos ou outras pessoas que se tinham ausentado durante algum tempo e que por isso não tinham consigo, ou tinham dificuldade.em apresentar, os documentos que comprovavam onde tinham residido e se tinham "desobrigado" bem como se eram livres para o casamento. Apresentavam testemunhas para comprovar as informações e, após análise, era-lhes dada licença para se casar. Umas vezes sem necessidade de mais, se os testemunhos fossem considerados fidedignos e suficientes. Outras vezes pagando fiança e sendo-lhes dado um prazo para a apresentação dos documentos sem o que o casamento poderia ser considerado nulo. 
Dos que conheço, podem ser muito pequenos e com poucas informações (4 ou 5 páginas) ou mais completos e interessantes (20 a 30 páginas). Além dos testemunhos em número variável de quem os conhece (muitas vezes do local de origem) podem, ou não, conter as certidões das Paróquias de origem ou de onde residiram (muitas vezes estrangeiras) e que foram obrigados a apresentar. Neste último caso, após a entrega dos documentos o processo era encerrado e a fiança devolvida (após a dedução das despesas).
Desde que constem na referida listagem ou estejam indexados pela Torre do Tombo ou referenciados (se correctamente) nalgum lado, é extremamente fácil (e barato) obter cópia dos mesmos através do Sistema CRAV (para pedidos online). Um processo completo, na versão digitalizada (de grande qualidade) e para descarga online custa 0,25 €/página. Dos que pedi até hoje (e mesmo com uma ou outra página em branco incluída no processo) paguei aproximadamente entre 1 € (4 páginas) até 6,5 € (26 páginas).
Caso não tenhamos outras informações dos noivos e respectiva ascendência por, por exemplo, não existirem registos paroquiais da época (o caso de algumas freguesias em que foram destruídos pelo terramoto de 1755 ou pelas invasões francesas) e se tivermos sorte com o conteúdo, podem ser uma fonte inestimável, e por vezes única, para desbloquear fins de linha ou para obter informações desconhecidas dos noivos. Através destes processos já descobri filiações desconhecidas, naturalidades e locais de residência anteriores, viagens efectuadas, profissões, parentescos, etc.
Se o não fizeram ainda, inscrevam-se no sistema CRAV e vejam os vídeos explicativos em AJUDA


Dicas de pesquisa e reprodução
Para consultar a série no ANTT, podem usar as hiperligações seguintes: 
Processos digitalizados e ordenados por nome (de momento são ainda muito poucos)

Para pesquisar processos individuais a partir do índice de António Forjó, siga as instruções abaixo.
Na caixa Código de Referência, tecle o seguinte:
PT/TT/CEL/002/número do maço/número do processo

Exemplo: para localizar no ANTT o processo de 
João Caetano Pereira e D. Bernarda Caetana, 1723, Mº 817, nº 109
tecle PT/TT/CEL/002/817/109
onde 817 é o número do maço e 109 o número do documento



Se o processo que lhe interessa não constar no ANTT, mas constar no índice de António Forjó, pode utilizar os dados do mesmo para solicitar cópias ao arquivo, através do sistema CRAV. Ao fazer o pedido indique a referência  PT/TT/CEL/002/número do maço/número do processo, conforme explicado acima. Se o  processo que procura já está descrito no ANTT, mas ainda não digitalizado, pode pedir a sua digitalização e envio através do mesmo sistema, clicando em «Pedido de Reprodução» no lado direito da página onde consta a descrição do processo. 

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FORJÓ, António - Índice Alfabético (próprios) 1735-1755 (Mº 878-Mº970): sumários matrimoniais de Lisboa. [Policopiado]. Lisboa: António Forjó, 2008. 225 p. Disponível da Biblioteca no ANTT: 930.255(469).

kwADLisboa

25 de janeiro de 2019

25 de janeiro de 2019 por MC Barros comentários
Por ter ascendência em Sedielos (Peso da Régua), freguesia cujos primeiros livros paroquiais são de consulta difícil, Hernâni Maia elaborou uma base de dados em formato digital com os conteúdos dos três primeiros livros (M1, M2, M3 e parte do M4, ou, na versão informática DigitArq, 188, 189, 190 e 191), cobrindo um período que vai de 1565 a 1720, aproximadamente, aqui publicada em 2015. Entretanto, o autor terminou o livro M4,  a totalidade do livro M5 e, ainda, todos os casamentos registados nos livros M6 e M7, ampliando a base de dados até meados do século XVIII.

Em Janeiro de 2019 a base de dados foi melhorada: fizeram-se algumas correcções, acrescentaram-se as datas de matrimónios de casais de Sedielos realizados noutras freguesias e incluíram-se hiperligações para os respectivos paroquiais. Chamamos a atenção para a NOTA PRÉVIA com que o autor inicia esta versão, onde se esclarecem as linhas gerais que orientaram a construção da base de dados. Este melhoramento foi possível graças ao empenho dalguns utentes que generosamente lhe cederam informação que tinham obtido nas sua pesquisas; os seus nomes estão referidos no AGRADECIMENTO que agora incluí.

Trabalhadores das vindimas levando as uvas para o lagar.

Construíram-se inicialmente quatro bases de dados contendo toda a informação relevante recolhida nos dois livros relativamente aos baptismos, aos crismas, aos casamentos e aos óbitos(...). A seguir construiu-se uma BASE DE DADOS global contendo toda a informação das quatro bases de dados originais, mas organizada por famílias. Então, por comparação e cruzamento dos dados assim adquiridos, efectuados por pesquisa recorrendo à função de busca, foi possível completar muitos dos registos originais com os nomes dos pais (principalmente o da mãe) e dos cônjuges (principalmente o da mulher) que estavam omissos e, ainda, da aldeia ou lugar da sua residência.


Com a actualização de Dezembro 2017, fica terminada a última extensão que o autor se propôs realizar para a BASE DE DADOS de Sedielos, que consistia em vir a atingir meados do século XVIII, quando os assentos paroquiais passaram a registar também os nomes dos avós. 



Com efeito, era objectivo deste meu trabalho dar uma ajuda a quem quisesse investigar para trás de 1750, dado que, além de nele ter ficado reunida toda a correspondente informação paroquial, se torna agora possível e fácil realizar uma rápida pesquisa de nomes por recurso às hiperligações que incluí.
Acresce, naturalmente, que o trabalho encerra uma enorme e minuciosa investigação no sentido de estabelecer ligações interfamiliares, muitas vezes baseadas em meros indícios de parentesco. Em alguns casos as minhas propostas poderão estar erradas. Com esta convicção, registei e incluí também todos os casamentos (149) realizados em Sedielos entre 1756 e 1774, o que me permitiu confirmar uma parte muito apreciável das ligações geracionais que pude deduzir para a primeira metade do século XVIII.
A análise destes casamentos permitiu também identificar, registar e incluir 79 casais que se constituíram durante o período 1743—1756 para o qual não havia qualquer informação, dado que o respectivo livro paroquial foi extraviado.

Para além da indexação dos registos, o autor faz também a reconstituição das famílias, disponibilizando amavelmente neste blog, os seis volumes que constituem este excelente trabalho, cada um deles com uma introdução onde encontram informação detalhada sobre os dados neles constantes.

Toda a informação recolhida a partir dos textos originais está inscrita a preto, enquanto toda aquela que foi obtida por cruzamento de dados e mereça dúvida está inscrita a vermelho. Em muitos casos esta informação a vermelho poderá vir a ser dada como certa, ou provavelmente certa, enquanto outra pode estar errada, mas em todos os casos foi intenção do autor fornecer possíveis pistas, deixando aos eventuais utentes a tarefa de confirmarem se estão certas ou não.

Nota: os documentos contém um sistema de navegação interna, através de marcadores e hiperligações, que apenas funcionam depois de os ficheiros serem transferidos para o computador. É aconselhável, por isso, fazerem a transferência para que possam tirar proveito dessas funcionalidades.


Volume Título Descrição Actualizado
1
BD-S Famílias e Pessoas em Sedielos Base de Dados Principal 24-01-2019
2
BD-SA1 Casais em Sedielos Base de Dados Auxiliar 24-01-2019
2
BD-SA2 Homens com estado em Sedielos Base de Dados Auxiliar
Esta base é derivada da BD-SA1, mas com outras opções de pesquisa. Vide Actualização de 24/10/2015, mais abaixo.
24-01-2019
3
BD-S Baptismos Índice 1590-1732 24-01-2019
4
BD-SC Crismas  Índice  24-01-2019
5
BD-SM Matrimónios Índice 1593-1732 24-01-2019
6
BD-SO Óbitos Índice 1588-1732 24-01-2019



Actualização 12/05/2019
Devido a falhas no redirecionamento de hiperligações por parte da DGLAB, causando a ruptura dos links na base de dados principal, foi substituído o ficheiro 1 BD-S -- Famílias e Pessoas em Sedielos.pdf. Volta, assim, a ser possível aceder aos registos paroquiais a partir desta base de dados.

Actualização 25/01/2019
A base de dados foi actualizada com algumas correcções e, principalmente, com inúmeras datas de matrimónios de casais de Sedielos efectuados noutras freguesias; foram também incluídas hiperligações aos respectivos paroquiais.

Actualização 3/12/2017
Foi acrescentado o que faltava do livro M4 e a totalidade do livro M5 e, ainda, todos os casamentos registados nos livros M6 e M7. 

Actualização 28/09/2017
Foi terminado o livro M4. A base de dados foi corrigida, em alguns aspectos melhorada e ampliada até 1732, o que corresponde a um acréscimo de cerca de 13% relativamente à versão anterior.

Actualização 16-01-2017
Esta nova versão já inclui parte do livro M4, até 1720 em todos os ficheiros, enquanto a versão anterior terminava no fim do livro M3, isto.é, por volta de 1703 — o que corresponde a uma ampliação em cerca de 15 %. Esta ampliação permitiu a correcção de alguns erros da parte terminal da versão anterior. A base de dados principal (BD-S) foi também reformatada de molde a ficar com uma estrutura mais simple e mais racional.

Actualização de 24/12/2015
Versão aumentada, mas também corrigida, pois embora a informação recolhida no livro M3 tenha permitido confirmar como certas muitas das propostas incluídas na versão anterior, também permitiu corrigir outras que na verdade não se justificavam — e também completar muita da informação compreendida nos dois livros anteriores.

Actualização de 24/10/2015:
Foram feitas várias emendas e correcções nas bases de dados e índices.
O ficheiro “2 BD-S Casais em Sedielos” foi substituído pelo novo “2 BD-SA1 Casais em Sedielos” e acrescentou-se um novo, derivado deste, em que a coluna “Mãe” foi trocada pela coluna “Pai”, designado “2 BD-SA2 Homens com estado em Sedielos. Este novo ficheiro é especialmente útil para localizar “[homem] morador em …”, isto é, “(nome de homem)tab(lugar)” enquanto o anterior permitia (e permite) procurar “[mulher] moradora em …”, isto é, “(nome de mulher)tab(lugar)”.

O autor agradece todas as emendas, sugestões ou comentários que queiram ter a amabilidade de comunicar, para que possa proceder a correcções.


Originalmente publicado em 21/4/2015
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